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Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111420 Conhecimentos Gerais
           A marchinha de carnaval é um gênero de música popular surgido no Brasil, em 1899 com a canção Ó abre alas, de Chiquinha Gonzaga, para o desfile de carnaval do Cordão Rosas de Ouro, do bairro do Andaraí no Rio de Janeiro. Entretanto, as marchinhas somente ganharam notoriedade vinte anos depois e mantiveram esse prestígio popular até os anos 1960.

       A marchinha de carnaval é um estilo musical originário das marchas populares portuguesas, que possuíam um compasso binário típico das marchas militares. Entretanto, as marchinhas de carnaval são mais aceleradas que as marchas populares portuguesas, com melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido.

         A partir da década de 1950, o sucesso das marchinhas de carnaval foi tão grande que muitos artistas do Brasil se arriscaram a compor marchinhas. Foi o caso de Chico Buarque, que escreveu A banda para o carnaval de 1966 e Caetano Veloso, que escreveu A filha da Chiquita Bacana, em 1977, em homenagem a Carlos Alberto Ferreira Braga, também conhecido como Braguinha ou João de Barro, que haviam escrito a marcha Chiquita Bacana, em 1949.


Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).




          Uma das marchinhas mais populares de todos os tempos é a marcha Allah-la-ô, de Haroldo Lobo e Antônio Nássara, composta para o carnaval de 1941. Sua criação é narrada por Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, em A canção no tempo.

           A história de Alláh-lá-ô começou no carnaval de 1940, quando um bloco do bairro da Gávea cantou nas ruas a marcha Caravana, de autoria de seu patrono Haroldo Lobo, que tinha apenas estes versos: Chegou, chegou a nossa caravana / viemos do deserto / sem pão e sem banana pra comer / o sol estava de amargar / queimava a nossa cara / fazia a gente suar.

       Meses depois, preparando o repertório para o carnaval de 1941, Haroldo pediu a Antônio Nássara para completar a composição. Achando a ideia (a caravana, o deserto, o calor…) bem melhor do que os versos, ele logo faria esta segunda parte: Viemos do Egito / e muitas vezes nós tivemos que rezar / Alá, Alá, Alá, meu bom Alá / mande água pra Ioiô / mande água pra Iaiá / Alá, meu bom Alá.

        Conta Nássara - em depoimento realizado para o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, em 1983 - que, quando Haroldo tomou conhecimento dos versos, com a palavra “Alá” repetida várias vezes, entusiasmou-se: “Mas que palavra você me arranjou, rapaz!” E ali, na hora, criou o refrão Alá-lá-ô, ô-ô-ô ô-ô-ô / mas que calor, ô-ô-ô ô-ô-ô’, ponto alto da composição.




Internet: <https://musicaemprosa.com> (com adaptações). 

Tendo como referência os textos precedentes, julgue o item a seguir.

Chiquinha Gonzaga pode ser considerada uma pioneira no reconhecimento dos direitos de igualdade das mulheres no Brasil, tendo podido contribuir para o fato de as mulheres brasileiras terem passado, em 1932, a ter direito ao voto. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111419 Atualidades
           A marchinha de carnaval é um gênero de música popular surgido no Brasil, em 1899 com a canção Ó abre alas, de Chiquinha Gonzaga, para o desfile de carnaval do Cordão Rosas de Ouro, do bairro do Andaraí no Rio de Janeiro. Entretanto, as marchinhas somente ganharam notoriedade vinte anos depois e mantiveram esse prestígio popular até os anos 1960.

       A marchinha de carnaval é um estilo musical originário das marchas populares portuguesas, que possuíam um compasso binário típico das marchas militares. Entretanto, as marchinhas de carnaval são mais aceleradas que as marchas populares portuguesas, com melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido.

         A partir da década de 1950, o sucesso das marchinhas de carnaval foi tão grande que muitos artistas do Brasil se arriscaram a compor marchinhas. Foi o caso de Chico Buarque, que escreveu A banda para o carnaval de 1966 e Caetano Veloso, que escreveu A filha da Chiquita Bacana, em 1977, em homenagem a Carlos Alberto Ferreira Braga, também conhecido como Braguinha ou João de Barro, que haviam escrito a marcha Chiquita Bacana, em 1949.


Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).




          Uma das marchinhas mais populares de todos os tempos é a marcha Allah-la-ô, de Haroldo Lobo e Antônio Nássara, composta para o carnaval de 1941. Sua criação é narrada por Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, em A canção no tempo.

           A história de Alláh-lá-ô começou no carnaval de 1940, quando um bloco do bairro da Gávea cantou nas ruas a marcha Caravana, de autoria de seu patrono Haroldo Lobo, que tinha apenas estes versos: Chegou, chegou a nossa caravana / viemos do deserto / sem pão e sem banana pra comer / o sol estava de amargar / queimava a nossa cara / fazia a gente suar.

       Meses depois, preparando o repertório para o carnaval de 1941, Haroldo pediu a Antônio Nássara para completar a composição. Achando a ideia (a caravana, o deserto, o calor…) bem melhor do que os versos, ele logo faria esta segunda parte: Viemos do Egito / e muitas vezes nós tivemos que rezar / Alá, Alá, Alá, meu bom Alá / mande água pra Ioiô / mande água pra Iaiá / Alá, meu bom Alá.

        Conta Nássara - em depoimento realizado para o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, em 1983 - que, quando Haroldo tomou conhecimento dos versos, com a palavra “Alá” repetida várias vezes, entusiasmou-se: “Mas que palavra você me arranjou, rapaz!” E ali, na hora, criou o refrão Alá-lá-ô, ô-ô-ô ô-ô-ô / mas que calor, ô-ô-ô ô-ô-ô’, ponto alto da composição.




Internet: <https://musicaemprosa.com> (com adaptações). 

Tendo como referência os textos precedentes, julgue o item a seguir.

Alguns temas e letras de marchinhas de carnaval compostas durante o século XX são considerados, hoje em dia, inadequados, como, por exemplo, os presentes em O teu cabelo não nega, Cabeleira do Zezé, Mamãe eu quero e Touradas de Madrid.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111418 Atualidades
           A marchinha de carnaval é um gênero de música popular surgido no Brasil, em 1899 com a canção Ó abre alas, de Chiquinha Gonzaga, para o desfile de carnaval do Cordão Rosas de Ouro, do bairro do Andaraí no Rio de Janeiro. Entretanto, as marchinhas somente ganharam notoriedade vinte anos depois e mantiveram esse prestígio popular até os anos 1960.

       A marchinha de carnaval é um estilo musical originário das marchas populares portuguesas, que possuíam um compasso binário típico das marchas militares. Entretanto, as marchinhas de carnaval são mais aceleradas que as marchas populares portuguesas, com melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido.

         A partir da década de 1950, o sucesso das marchinhas de carnaval foi tão grande que muitos artistas do Brasil se arriscaram a compor marchinhas. Foi o caso de Chico Buarque, que escreveu A banda para o carnaval de 1966 e Caetano Veloso, que escreveu A filha da Chiquita Bacana, em 1977, em homenagem a Carlos Alberto Ferreira Braga, também conhecido como Braguinha ou João de Barro, que haviam escrito a marcha Chiquita Bacana, em 1949.


Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).




          Uma das marchinhas mais populares de todos os tempos é a marcha Allah-la-ô, de Haroldo Lobo e Antônio Nássara, composta para o carnaval de 1941. Sua criação é narrada por Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, em A canção no tempo.

           A história de Alláh-lá-ô começou no carnaval de 1940, quando um bloco do bairro da Gávea cantou nas ruas a marcha Caravana, de autoria de seu patrono Haroldo Lobo, que tinha apenas estes versos: Chegou, chegou a nossa caravana / viemos do deserto / sem pão e sem banana pra comer / o sol estava de amargar / queimava a nossa cara / fazia a gente suar.

       Meses depois, preparando o repertório para o carnaval de 1941, Haroldo pediu a Antônio Nássara para completar a composição. Achando a ideia (a caravana, o deserto, o calor…) bem melhor do que os versos, ele logo faria esta segunda parte: Viemos do Egito / e muitas vezes nós tivemos que rezar / Alá, Alá, Alá, meu bom Alá / mande água pra Ioiô / mande água pra Iaiá / Alá, meu bom Alá.

        Conta Nássara - em depoimento realizado para o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, em 1983 - que, quando Haroldo tomou conhecimento dos versos, com a palavra “Alá” repetida várias vezes, entusiasmou-se: “Mas que palavra você me arranjou, rapaz!” E ali, na hora, criou o refrão Alá-lá-ô, ô-ô-ô ô-ô-ô / mas que calor, ô-ô-ô ô-ô-ô’, ponto alto da composição.




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Tendo como referência os textos precedentes, julgue o item a seguir.

A marchinha Allah-la-ô, apesar de ter sido composta na primeira metade do século XX, traz à tona um tema atual, acentuado, ano a ano, devido ao aumento da emissão de carbono e, consequentemente, da deterioração da camada de ozônio da atmosfera terrestre. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111416 Atualidades
           A marchinha de carnaval é um gênero de música popular surgido no Brasil, em 1899 com a canção Ó abre alas, de Chiquinha Gonzaga, para o desfile de carnaval do Cordão Rosas de Ouro, do bairro do Andaraí no Rio de Janeiro. Entretanto, as marchinhas somente ganharam notoriedade vinte anos depois e mantiveram esse prestígio popular até os anos 1960.

       A marchinha de carnaval é um estilo musical originário das marchas populares portuguesas, que possuíam um compasso binário típico das marchas militares. Entretanto, as marchinhas de carnaval são mais aceleradas que as marchas populares portuguesas, com melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido.

         A partir da década de 1950, o sucesso das marchinhas de carnaval foi tão grande que muitos artistas do Brasil se arriscaram a compor marchinhas. Foi o caso de Chico Buarque, que escreveu A banda para o carnaval de 1966 e Caetano Veloso, que escreveu A filha da Chiquita Bacana, em 1977, em homenagem a Carlos Alberto Ferreira Braga, também conhecido como Braguinha ou João de Barro, que haviam escrito a marcha Chiquita Bacana, em 1949.


Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).




          Uma das marchinhas mais populares de todos os tempos é a marcha Allah-la-ô, de Haroldo Lobo e Antônio Nássara, composta para o carnaval de 1941. Sua criação é narrada por Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, em A canção no tempo.

           A história de Alláh-lá-ô começou no carnaval de 1940, quando um bloco do bairro da Gávea cantou nas ruas a marcha Caravana, de autoria de seu patrono Haroldo Lobo, que tinha apenas estes versos: Chegou, chegou a nossa caravana / viemos do deserto / sem pão e sem banana pra comer / o sol estava de amargar / queimava a nossa cara / fazia a gente suar.

       Meses depois, preparando o repertório para o carnaval de 1941, Haroldo pediu a Antônio Nássara para completar a composição. Achando a ideia (a caravana, o deserto, o calor…) bem melhor do que os versos, ele logo faria esta segunda parte: Viemos do Egito / e muitas vezes nós tivemos que rezar / Alá, Alá, Alá, meu bom Alá / mande água pra Ioiô / mande água pra Iaiá / Alá, meu bom Alá.

        Conta Nássara - em depoimento realizado para o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, em 1983 - que, quando Haroldo tomou conhecimento dos versos, com a palavra “Alá” repetida várias vezes, entusiasmou-se: “Mas que palavra você me arranjou, rapaz!” E ali, na hora, criou o refrão Alá-lá-ô, ô-ô-ô ô-ô-ô / mas que calor, ô-ô-ô ô-ô-ô’, ponto alto da composição.




Internet: <https://musicaemprosa.com> (com adaptações). 

Tendo como referência os textos precedentes, julgue o item a seguir.

Chico Buarque e Caetano Veloso iniciaram suas carreiras como compositores de marchinhas de carnaval. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111415 Conhecimentos Gerais
           A marchinha de carnaval é um gênero de música popular surgido no Brasil, em 1899 com a canção Ó abre alas, de Chiquinha Gonzaga, para o desfile de carnaval do Cordão Rosas de Ouro, do bairro do Andaraí no Rio de Janeiro. Entretanto, as marchinhas somente ganharam notoriedade vinte anos depois e mantiveram esse prestígio popular até os anos 1960.

       A marchinha de carnaval é um estilo musical originário das marchas populares portuguesas, que possuíam um compasso binário típico das marchas militares. Entretanto, as marchinhas de carnaval são mais aceleradas que as marchas populares portuguesas, com melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido.

         A partir da década de 1950, o sucesso das marchinhas de carnaval foi tão grande que muitos artistas do Brasil se arriscaram a compor marchinhas. Foi o caso de Chico Buarque, que escreveu A banda para o carnaval de 1966 e Caetano Veloso, que escreveu A filha da Chiquita Bacana, em 1977, em homenagem a Carlos Alberto Ferreira Braga, também conhecido como Braguinha ou João de Barro, que haviam escrito a marcha Chiquita Bacana, em 1949.


Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).




          Uma das marchinhas mais populares de todos os tempos é a marcha Allah-la-ô, de Haroldo Lobo e Antônio Nássara, composta para o carnaval de 1941. Sua criação é narrada por Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, em A canção no tempo.

           A história de Alláh-lá-ô começou no carnaval de 1940, quando um bloco do bairro da Gávea cantou nas ruas a marcha Caravana, de autoria de seu patrono Haroldo Lobo, que tinha apenas estes versos: Chegou, chegou a nossa caravana / viemos do deserto / sem pão e sem banana pra comer / o sol estava de amargar / queimava a nossa cara / fazia a gente suar.

       Meses depois, preparando o repertório para o carnaval de 1941, Haroldo pediu a Antônio Nássara para completar a composição. Achando a ideia (a caravana, o deserto, o calor…) bem melhor do que os versos, ele logo faria esta segunda parte: Viemos do Egito / e muitas vezes nós tivemos que rezar / Alá, Alá, Alá, meu bom Alá / mande água pra Ioiô / mande água pra Iaiá / Alá, meu bom Alá.

        Conta Nássara - em depoimento realizado para o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, em 1983 - que, quando Haroldo tomou conhecimento dos versos, com a palavra “Alá” repetida várias vezes, entusiasmou-se: “Mas que palavra você me arranjou, rapaz!” E ali, na hora, criou o refrão Alá-lá-ô, ô-ô-ô ô-ô-ô / mas que calor, ô-ô-ô ô-ô-ô’, ponto alto da composição.




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Tendo como referência os textos precedentes, julgue o item a seguir.

Cordões carnavalescos são agremiações recreativas de bairros, predecessores das escolas de samba, os quais, no final do século XIX, desfilavam inicialmente pelas ruas do Rio de Janeiro e, posteriormente, pelas de São Paulo e de outras cidades brasileiras, e o nome “cordão” deve-se ao fato de seus integrantes dançarem enfileirados, mas sem a existência real de um cordão que os una.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111414 Educação Artística
           A marchinha de carnaval é um gênero de música popular surgido no Brasil, em 1899 com a canção Ó abre alas, de Chiquinha Gonzaga, para o desfile de carnaval do Cordão Rosas de Ouro, do bairro do Andaraí no Rio de Janeiro. Entretanto, as marchinhas somente ganharam notoriedade vinte anos depois e mantiveram esse prestígio popular até os anos 1960.

       A marchinha de carnaval é um estilo musical originário das marchas populares portuguesas, que possuíam um compasso binário típico das marchas militares. Entretanto, as marchinhas de carnaval são mais aceleradas que as marchas populares portuguesas, com melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido.

         A partir da década de 1950, o sucesso das marchinhas de carnaval foi tão grande que muitos artistas do Brasil se arriscaram a compor marchinhas. Foi o caso de Chico Buarque, que escreveu A banda para o carnaval de 1966 e Caetano Veloso, que escreveu A filha da Chiquita Bacana, em 1977, em homenagem a Carlos Alberto Ferreira Braga, também conhecido como Braguinha ou João de Barro, que haviam escrito a marcha Chiquita Bacana, em 1949.


Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).




          Uma das marchinhas mais populares de todos os tempos é a marcha Allah-la-ô, de Haroldo Lobo e Antônio Nássara, composta para o carnaval de 1941. Sua criação é narrada por Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, em A canção no tempo.

           A história de Alláh-lá-ô começou no carnaval de 1940, quando um bloco do bairro da Gávea cantou nas ruas a marcha Caravana, de autoria de seu patrono Haroldo Lobo, que tinha apenas estes versos: Chegou, chegou a nossa caravana / viemos do deserto / sem pão e sem banana pra comer / o sol estava de amargar / queimava a nossa cara / fazia a gente suar.

       Meses depois, preparando o repertório para o carnaval de 1941, Haroldo pediu a Antônio Nássara para completar a composição. Achando a ideia (a caravana, o deserto, o calor…) bem melhor do que os versos, ele logo faria esta segunda parte: Viemos do Egito / e muitas vezes nós tivemos que rezar / Alá, Alá, Alá, meu bom Alá / mande água pra Ioiô / mande água pra Iaiá / Alá, meu bom Alá.

        Conta Nássara - em depoimento realizado para o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, em 1983 - que, quando Haroldo tomou conhecimento dos versos, com a palavra “Alá” repetida várias vezes, entusiasmou-se: “Mas que palavra você me arranjou, rapaz!” E ali, na hora, criou o refrão Alá-lá-ô, ô-ô-ô ô-ô-ô / mas que calor, ô-ô-ô ô-ô-ô’, ponto alto da composição.




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Tendo como referência os textos precedentes, julgue o item a seguir.

A marchinha de carnaval é uma música puramente europeia, embasada em ritmos, harmonias, melodias e instrumental advindos do velho continente, portanto suas melodias possuem uma alta complexidade técnica, sendo difícil cantá-las. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111413 Música
           A marchinha de carnaval é um gênero de música popular surgido no Brasil, em 1899 com a canção Ó abre alas, de Chiquinha Gonzaga, para o desfile de carnaval do Cordão Rosas de Ouro, do bairro do Andaraí no Rio de Janeiro. Entretanto, as marchinhas somente ganharam notoriedade vinte anos depois e mantiveram esse prestígio popular até os anos 1960.

       A marchinha de carnaval é um estilo musical originário das marchas populares portuguesas, que possuíam um compasso binário típico das marchas militares. Entretanto, as marchinhas de carnaval são mais aceleradas que as marchas populares portuguesas, com melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido.

         A partir da década de 1950, o sucesso das marchinhas de carnaval foi tão grande que muitos artistas do Brasil se arriscaram a compor marchinhas. Foi o caso de Chico Buarque, que escreveu A banda para o carnaval de 1966 e Caetano Veloso, que escreveu A filha da Chiquita Bacana, em 1977, em homenagem a Carlos Alberto Ferreira Braga, também conhecido como Braguinha ou João de Barro, que haviam escrito a marcha Chiquita Bacana, em 1949.


Internet: <https://brasilescola.uol.com.br> (com adaptações).




          Uma das marchinhas mais populares de todos os tempos é a marcha Allah-la-ô, de Haroldo Lobo e Antônio Nássara, composta para o carnaval de 1941. Sua criação é narrada por Jairo Severiano e Zuza Homem de Mello, em A canção no tempo.

           A história de Alláh-lá-ô começou no carnaval de 1940, quando um bloco do bairro da Gávea cantou nas ruas a marcha Caravana, de autoria de seu patrono Haroldo Lobo, que tinha apenas estes versos: Chegou, chegou a nossa caravana / viemos do deserto / sem pão e sem banana pra comer / o sol estava de amargar / queimava a nossa cara / fazia a gente suar.

       Meses depois, preparando o repertório para o carnaval de 1941, Haroldo pediu a Antônio Nássara para completar a composição. Achando a ideia (a caravana, o deserto, o calor…) bem melhor do que os versos, ele logo faria esta segunda parte: Viemos do Egito / e muitas vezes nós tivemos que rezar / Alá, Alá, Alá, meu bom Alá / mande água pra Ioiô / mande água pra Iaiá / Alá, meu bom Alá.

        Conta Nássara - em depoimento realizado para o Arquivo da Cidade do Rio de Janeiro, em 1983 - que, quando Haroldo tomou conhecimento dos versos, com a palavra “Alá” repetida várias vezes, entusiasmou-se: “Mas que palavra você me arranjou, rapaz!” E ali, na hora, criou o refrão Alá-lá-ô, ô-ô-ô ô-ô-ô / mas que calor, ô-ô-ô ô-ô-ô’, ponto alto da composição.




Internet: <https://musicaemprosa.com> (com adaptações). 

Tendo como referência os textos precedentes, julgue o item a seguir.


A marchinha de carnaval tem sua origem rítmica nas marchas militares, compostas em compasso de dois tempos com acentuação no segundo tempo. 


Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108580 Inglês
Literature, Environment,
Activism – Module description 



      The Literature, Environment, Activism module explores the creative and quietly subversive political performances of environmental writing-as-advocacy, within a predominantly North American context. This module explores how nature and environmental writing can be politicised in defence of local, state, and federal land protections — whether by writers themselves, or by conservationists, activists, policymakers, and others. We will study the intersections of page and place through a selection of nonfiction environmental texts from the mid-nineteenth century onwards that have informed and moulded on-the-ground land conservation practices, or contributed to environmental regulation and legislation. We will also look at how fiction — such as climate fiction, speculative fiction, and graphic novels — has emerged as another platform for commentary on the environmental condition. This module offers geographical approaches and tools to help students explore the contributions of environmental writing to conservation campaigns, and its place in wider environmental activism and protest narratives. We will ask questions of ‘literature,’ ‘environment,’ and ‘activism,’ and the intersections between them.


Internet: <geography.exeter.ac.uk> (adapted). 

According to the previous text, judge the items from 27 through 29 and concerning the item 30 choose the correct option.
The passage “We will ask questions of ‘literature,’ ‘environment,’ and ‘activism,’ and the intersections between them”, at the end of the text, means that students will

B study and discuss topics in these areas. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108579 Inglês
Literature, Environment,
Activism – Module description 



      The Literature, Environment, Activism module explores the creative and quietly subversive political performances of environmental writing-as-advocacy, within a predominantly North American context. This module explores how nature and environmental writing can be politicised in defence of local, state, and federal land protections — whether by writers themselves, or by conservationists, activists, policymakers, and others. We will study the intersections of page and place through a selection of nonfiction environmental texts from the mid-nineteenth century onwards that have informed and moulded on-the-ground land conservation practices, or contributed to environmental regulation and legislation. We will also look at how fiction — such as climate fiction, speculative fiction, and graphic novels — has emerged as another platform for commentary on the environmental condition. This module offers geographical approaches and tools to help students explore the contributions of environmental writing to conservation campaigns, and its place in wider environmental activism and protest narratives. We will ask questions of ‘literature,’ ‘environment,’ and ‘activism,’ and the intersections between them.


Internet: <geography.exeter.ac.uk> (adapted). 

According to the previous text, judge the items from 27 through 29 and concerning the item 30 choose the correct option.

The module focuses on American authors who wrote fiction during the 19th century. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108578 Inglês
Literature, Environment,
Activism – Module description 



      The Literature, Environment, Activism module explores the creative and quietly subversive political performances of environmental writing-as-advocacy, within a predominantly North American context. This module explores how nature and environmental writing can be politicised in defence of local, state, and federal land protections — whether by writers themselves, or by conservationists, activists, policymakers, and others. We will study the intersections of page and place through a selection of nonfiction environmental texts from the mid-nineteenth century onwards that have informed and moulded on-the-ground land conservation practices, or contributed to environmental regulation and legislation. We will also look at how fiction — such as climate fiction, speculative fiction, and graphic novels — has emerged as another platform for commentary on the environmental condition. This module offers geographical approaches and tools to help students explore the contributions of environmental writing to conservation campaigns, and its place in wider environmental activism and protest narratives. We will ask questions of ‘literature,’ ‘environment,’ and ‘activism,’ and the intersections between them.


Internet: <geography.exeter.ac.uk> (adapted). 

According to the previous text, judge the items from 27 through 29 and concerning the item 30 choose the correct option.

The text informs the reader about a course offered to students interested in writing their own literary works on nature. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108577 Inglês
Literature, Environment,
Activism – Module description 



      The Literature, Environment, Activism module explores the creative and quietly subversive political performances of environmental writing-as-advocacy, within a predominantly North American context. This module explores how nature and environmental writing can be politicised in defence of local, state, and federal land protections — whether by writers themselves, or by conservationists, activists, policymakers, and others. We will study the intersections of page and place through a selection of nonfiction environmental texts from the mid-nineteenth century onwards that have informed and moulded on-the-ground land conservation practices, or contributed to environmental regulation and legislation. We will also look at how fiction — such as climate fiction, speculative fiction, and graphic novels — has emerged as another platform for commentary on the environmental condition. This module offers geographical approaches and tools to help students explore the contributions of environmental writing to conservation campaigns, and its place in wider environmental activism and protest narratives. We will ask questions of ‘literature,’ ‘environment,’ and ‘activism,’ and the intersections between them.


Internet: <geography.exeter.ac.uk> (adapted). 

According to the previous text, judge the items from 27 through 29 and concerning the item 30 choose the correct option.


At the beginning of the text, the expression “quietly subversive” means that the authors associated to environmental writing establish their point of view on environmental topics in a discreet and subtle way. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108565 Inglês
         Gender inequality coupled with the climate crisis is one of the greatest challenges of our time. It poses threats to ways of life, livelihoods, health, safety and security for women and girls around the world.

        It is important to acknowledge that the climate crisis is not “gender neutral”. Across the world, women depend more on, yet have less access to, natural resources. In many regions, women bear a disproportionate responsibility for securing food, water, and fuel. Agriculture is the most important employment sector for women in low- and lower-middle income countries. During periods of drought and erratic rainfall, women, as agricultural workers and primary procurers, work harder to secure income and resources for their families. This puts added pressure on girls, who often have to leave school to help their mothers manage the increased burden.

        Climate change is a “threat multiplier”, meaning it escalates social, political and economic tensions in fragile and conflict-affected settings. As climate change drives conflict across the world, women and girls face increased vulnerabilities to all forms of gender-based violence, including conflict-related sexual violence, human trafficking, child marriage, and other forms of violence. 


UNWomen. Explainer: How gender inequality and climate
change are interconnected. Explainer (adapted). 
According to the previous text, judge the item below.  

The expression “the increased burden”, which closes the second paragraph, refers to women’s difficulties and responsibilities that increase because of the climate crisis in agricultural countries.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108564 Inglês
         Gender inequality coupled with the climate crisis is one of the greatest challenges of our time. It poses threats to ways of life, livelihoods, health, safety and security for women and girls around the world.

        It is important to acknowledge that the climate crisis is not “gender neutral”. Across the world, women depend more on, yet have less access to, natural resources. In many regions, women bear a disproportionate responsibility for securing food, water, and fuel. Agriculture is the most important employment sector for women in low- and lower-middle income countries. During periods of drought and erratic rainfall, women, as agricultural workers and primary procurers, work harder to secure income and resources for their families. This puts added pressure on girls, who often have to leave school to help their mothers manage the increased burden.

        Climate change is a “threat multiplier”, meaning it escalates social, political and economic tensions in fragile and conflict-affected settings. As climate change drives conflict across the world, women and girls face increased vulnerabilities to all forms of gender-based violence, including conflict-related sexual violence, human trafficking, child marriage, and other forms of violence. 


UNWomen. Explainer: How gender inequality and climate
change are interconnected. Explainer (adapted). 
According to the previous text, judge the item below.  

The sentence “Across the world (…) resources” (second sentence of the second paragraph) can be correctly rewritten as In the whole world, women are more dependent on natural resources, even though they have less access to.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108563 Inglês
         Gender inequality coupled with the climate crisis is one of the greatest challenges of our time. It poses threats to ways of life, livelihoods, health, safety and security for women and girls around the world.

        It is important to acknowledge that the climate crisis is not “gender neutral”. Across the world, women depend more on, yet have less access to, natural resources. In many regions, women bear a disproportionate responsibility for securing food, water, and fuel. Agriculture is the most important employment sector for women in low- and lower-middle income countries. During periods of drought and erratic rainfall, women, as agricultural workers and primary procurers, work harder to secure income and resources for their families. This puts added pressure on girls, who often have to leave school to help their mothers manage the increased burden.

        Climate change is a “threat multiplier”, meaning it escalates social, political and economic tensions in fragile and conflict-affected settings. As climate change drives conflict across the world, women and girls face increased vulnerabilities to all forms of gender-based violence, including conflict-related sexual violence, human trafficking, child marriage, and other forms of violence. 


UNWomen. Explainer: How gender inequality and climate
change are interconnected. Explainer (adapted). 
According to the previous text, judge the item below.  

In the second sentence of the first paragraph, the word “livelihoods” refers to means of support or sources of money people need to survive.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108562 Inglês
         Gender inequality coupled with the climate crisis is one of the greatest challenges of our time. It poses threats to ways of life, livelihoods, health, safety and security for women and girls around the world.

        It is important to acknowledge that the climate crisis is not “gender neutral”. Across the world, women depend more on, yet have less access to, natural resources. In many regions, women bear a disproportionate responsibility for securing food, water, and fuel. Agriculture is the most important employment sector for women in low- and lower-middle income countries. During periods of drought and erratic rainfall, women, as agricultural workers and primary procurers, work harder to secure income and resources for their families. This puts added pressure on girls, who often have to leave school to help their mothers manage the increased burden.

        Climate change is a “threat multiplier”, meaning it escalates social, political and economic tensions in fragile and conflict-affected settings. As climate change drives conflict across the world, women and girls face increased vulnerabilities to all forms of gender-based violence, including conflict-related sexual violence, human trafficking, child marriage, and other forms of violence. 


UNWomen. Explainer: How gender inequality and climate
change are interconnected. Explainer (adapted). 
According to the previous text, judge the item below.  

The text states that the combination of gender inequality and climate change is the most serious problem humans face in current time. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108561 Inglês
         Gender inequality coupled with the climate crisis is one of the greatest challenges of our time. It poses threats to ways of life, livelihoods, health, safety and security for women and girls around the world.

        It is important to acknowledge that the climate crisis is not “gender neutral”. Across the world, women depend more on, yet have less access to, natural resources. In many regions, women bear a disproportionate responsibility for securing food, water, and fuel. Agriculture is the most important employment sector for women in low- and lower-middle income countries. During periods of drought and erratic rainfall, women, as agricultural workers and primary procurers, work harder to secure income and resources for their families. This puts added pressure on girls, who often have to leave school to help their mothers manage the increased burden.

        Climate change is a “threat multiplier”, meaning it escalates social, political and economic tensions in fragile and conflict-affected settings. As climate change drives conflict across the world, women and girls face increased vulnerabilities to all forms of gender-based violence, including conflict-related sexual violence, human trafficking, child marriage, and other forms of violence. 


UNWomen. Explainer: How gender inequality and climate
change are interconnected. Explainer (adapted). 
According to the previous text, judge the item below.  

Even though climate change increases risks for women around the world, women in poorer countries are faced with more severe scenarios. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108560 Inglês
         Gender inequality coupled with the climate crisis is one of the greatest challenges of our time. It poses threats to ways of life, livelihoods, health, safety and security for women and girls around the world.

        It is important to acknowledge that the climate crisis is not “gender neutral”. Across the world, women depend more on, yet have less access to, natural resources. In many regions, women bear a disproportionate responsibility for securing food, water, and fuel. Agriculture is the most important employment sector for women in low- and lower-middle income countries. During periods of drought and erratic rainfall, women, as agricultural workers and primary procurers, work harder to secure income and resources for their families. This puts added pressure on girls, who often have to leave school to help their mothers manage the increased burden.

        Climate change is a “threat multiplier”, meaning it escalates social, political and economic tensions in fragile and conflict-affected settings. As climate change drives conflict across the world, women and girls face increased vulnerabilities to all forms of gender-based violence, including conflict-related sexual violence, human trafficking, child marriage, and other forms of violence. 


UNWomen. Explainer: How gender inequality and climate
change are interconnected. Explainer (adapted). 
According to the previous text, judge the item below.  

Climate change can both worsen existing conflicts between nations and peoples as well as cause new ones.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108559 Inglês
         Gender inequality coupled with the climate crisis is one of the greatest challenges of our time. It poses threats to ways of life, livelihoods, health, safety and security for women and girls around the world.

        It is important to acknowledge that the climate crisis is not “gender neutral”. Across the world, women depend more on, yet have less access to, natural resources. In many regions, women bear a disproportionate responsibility for securing food, water, and fuel. Agriculture is the most important employment sector for women in low- and lower-middle income countries. During periods of drought and erratic rainfall, women, as agricultural workers and primary procurers, work harder to secure income and resources for their families. This puts added pressure on girls, who often have to leave school to help their mothers manage the increased burden.

        Climate change is a “threat multiplier”, meaning it escalates social, political and economic tensions in fragile and conflict-affected settings. As climate change drives conflict across the world, women and girls face increased vulnerabilities to all forms of gender-based violence, including conflict-related sexual violence, human trafficking, child marriage, and other forms of violence. 


UNWomen. Explainer: How gender inequality and climate
change are interconnected. Explainer (adapted). 

According to the previous text, judge the item below.  


The passage “periods of drought and erratic rainfall” (fourth sentence of the second paragraph) means periods when there is no rain and periods when there is too much rain.


Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108558 Inglês
          Israel and the Palestinian territories are among the most climate vulnerable places on the planet. Whereas worldwide temperatures have increased by an average of 1.1 °C (1.9 °F) since pre-industrial times, in Israel and the surrounding areas, average temperatures have risen by 1.5 °C (2.7 °F) between 1950 and 2017, with a forecasted increase of 4 °C (7.2 °F) by the end of the century. Meanwhile, rising sea levels — projected by Israel’s Environment Ministry to be as high as a meter by 2050, according to a new investigative report by Haaretz newspaper — threaten to obliterate Israel’s famed beaches, damage its desalination plants and undermine the sewage and drainage systems of many coastal cities. In the densely populated Gaza strip, where 2.1 million Palestinians are crammed into 365 square km (141 sq. mi.), sea level rise means a loss of precious real estate as well as saltwater intrusion into an already overtaxed aquifer.

         In an arid region already threatened by desertification and declining precipitation, one would think that the looming climate catastrophe would catalyze a powerful climate movement. Instead, the whole thing is largely an afterthought. In Israel and the Palestinian territories the threat is both existential and more acute. In this contested land, climate action is hamstrung by zerosum battles over territorial, political and historic rights, even as a warming climate exacerbates those tensions. 


Aryn Baker. The Israeli-Palestinian conflict is also
a looming climate disaster. Time, January 2023 (adapted). 
Based on the preceding text, judge the following item.  

When the author states “the whole thing is largely an afterthought” (second sentence of the last paragraph), it can be correctly inferred that environmental concerns are not being considered as important as “battles over territorial, political and historic rights” in Israel and the Palestinian territories. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos I - 1° dia - Inglês |
Q3108557 Inglês
          Israel and the Palestinian territories are among the most climate vulnerable places on the planet. Whereas worldwide temperatures have increased by an average of 1.1 °C (1.9 °F) since pre-industrial times, in Israel and the surrounding areas, average temperatures have risen by 1.5 °C (2.7 °F) between 1950 and 2017, with a forecasted increase of 4 °C (7.2 °F) by the end of the century. Meanwhile, rising sea levels — projected by Israel’s Environment Ministry to be as high as a meter by 2050, according to a new investigative report by Haaretz newspaper — threaten to obliterate Israel’s famed beaches, damage its desalination plants and undermine the sewage and drainage systems of many coastal cities. In the densely populated Gaza strip, where 2.1 million Palestinians are crammed into 365 square km (141 sq. mi.), sea level rise means a loss of precious real estate as well as saltwater intrusion into an already overtaxed aquifer.

         In an arid region already threatened by desertification and declining precipitation, one would think that the looming climate catastrophe would catalyze a powerful climate movement. Instead, the whole thing is largely an afterthought. In Israel and the Palestinian territories the threat is both existential and more acute. In this contested land, climate action is hamstrung by zerosum battles over territorial, political and historic rights, even as a warming climate exacerbates those tensions. 


Aryn Baker. The Israeli-Palestinian conflict is also
a looming climate disaster. Time, January 2023 (adapted). 
Based on the preceding text, judge the following item.  

The word “Whereas” (second sentence of the first paragraph) can be correctly replaced, without changing the meaning of the text, by While
Alternativas
Respostas
2501: C
2502: E
2503: C
2504: E
2505: C
2506: E
2507: C
2508: C
2509: E
2510: E
2511: C
2512: C
2513: E
2514: C
2515: E
2516: C
2517: C
2518: E
2519: C
2520: C