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Ano: 2021 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2021 - CEDERJ - Vestibular - 2021.2 |
Q1795853 Português
Sujeito de Sorte
Belchior 

Presentemente eu posso me
Considerar um sujeito de sorte
Porque apesar de muito moço
Me sinto são, e salvo, e forte.

E tenho comigo pensado
Deus é brasileiro e anda do meu lado
E assim já não posso sofrer
No ano passado.

Tenho sangrado demais
Tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri
Mas esse ano eu não morro
(...)

Disponível em https://www.letraz.com.br/belchior/sujeito-de-sorte/. Acesso em:
04 de maio de 2021
“Ano passado eu morri Mas esse ano eu não morro.”
A relação entre os versos destacados do texto II, com base na presença da conjunção “mas”, define um valor semântico de
Alternativas
Ano: 2021 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2021 - CEDERJ - Vestibular - 2021.2 |
Q1795852 Português
A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
(...)
Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
(...)
A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
(...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
(...)

Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
maio de 2021.
O texto I é um artigo de opinião de natureza jornalística. Dessa forma, é possível afirmar que a função da linguagem predominante no texto é a
Alternativas
Ano: 2021 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2021 - CEDERJ - Vestibular - 2021.2 |
Q1795851 Português
A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
(...)
Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
(...)
A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
(...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
(...)

Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
maio de 2021.
“Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.”
No fragmento em destaque, assim como em outras passagens do texto I, percebe-se o uso do “você”.
O objetivo do uso desse pronome de tratamento é
Alternativas
Ano: 2021 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2021 - CEDERJ - Vestibular - 2021.2 |
Q1795850 Português
A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
(...)
Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
(...)
A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
(...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
(...)

Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
maio de 2021.
“A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não.”
O fragmento em destaque sinaliza uma estratégia argumentativa com base em
Alternativas
Ano: 2021 Banca: CECIERJ Órgão: CEDERJ Prova: CECIERJ - 2021 - CEDERJ - Vestibular - 2021.2 |
Q1795849 Português
A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
(...)
Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
(...)
A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
(...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
(...)

Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
maio de 2021.
O texto I estabelece uma relação entre ciência e religião. De acordo com o autor, é possível afirmar que tanto a ciência quanto a religião são
Alternativas
Q1263775 Espanhol
AMAZONÍA INCENDIOS

Las reservas concentran la mitad de los incendios en el estado brasileño de Amazonas
EFE Humaitá (Brasil) - 8 sep. 2019

Las reservas, tanto ambientales como indígenas y de recolectores artesanales, han sido las víctimas del 44 % de los incendios forestales registrados este año en Amazonas, el mayor de los nueve estados brasileños en la Amazonía, según datos oficiales divulgados este domingo.
De los 8.915 incendios forestales contabilizados entre el 1 de enero y el 7 de septiembre en el estado de Amazonas, 3.923 fueron registrados en unidades de conservación ambiental, reservas indígenas o áreas de asentamiento para recolectores, según los datos del Instituto de Protección Ambiental de Amazonas (Ipaam).
Los incendios en la Amazonía alcanzaron en los ocho primeros meses de 2019 su mayor nivel para el período en siete años y las imágenes de la mayor selva tropical del mundo ardiendo han dado la vuelta al mundo, generado una gran alarma mundial y provocado protestas contra el presidente brasileño, el ultraderechista Jair Bolsonaro, cuestionado por su retórica antiambientalista.
La concentración de los incendios en reservas ha llevado al gobierno regional de Amazonas a invertir en la formación de brigadas antiincendio entre los indios de la región para facilitar el combate inmediato a los focos de fuego que se registren en sus tierras. El intenso y efectivo trabajo de los bomberos indígenas de la etnia Tenharim en el combate al fuego fue constatado por Efe en una visita a áreas boscosas de Humaitá, uno de los principales municipios del sur del estado de Amazonas.
Amazonas es el tercer estado que más ha sufrido con los incendios este año pero, por su ubicación más alejada de las principales áreas de cultivo, su situación no es tan grave como la registrada por los estados de Mato Grosso (18.399 incendios este año) y el vecino Pará (13.236 focos de fuego).
Sin embargo, los 6.669 incendios registrados en agosto en el estado de Amazonas constituyeron un récord para el mes y un salto expresivo en comparación con los 1.371 focos de calor contabilizados en julio, los 57 de junio o los 21 de mayo.
Para combatir los incendios en el estado este año, el gobierno regional de Amazonas montó una fuerza tarea con 800 hombres, incluyendo los bomberos indígenas, que es enviada a los diferentes municipios de la región sur del estado según las necesidades y la identificación de nuevos focos.
La movilización militar fue la primera -y hasta ahora más efectiva- medida adoptada por el jefe de Estado brasileño tras la alarma mundial generada por la multiplicación de los incendios.
"Con los nuevos equipos reforzando la acción en las áreas afectadas conseguimos una significativa reducción del número de incendios en los primeros días de septiembre", afirmó el director del Ipaam, Juliano Valente. De acuerdo con los datos del organismo, el estado de Amazonas registró entre el 1 y el 5 de septiembre 525 incendios, con una reducción de 70% frente al mismo período de 2018 (1.776 focos).
Esa reducción permitió que Amazonas cayera en septiembre del tercer al quinto lugar en la lista de los estados de Brasil con más incendios y que ningún municipio de este estado apareciera en la lista de los 10 con más focos en el país. La reducción de los incendios en los últimos días fue generalizada en todo Brasil gracias a la tardía reacción del Gobierno y permitió que el número de focos de fuego entre el 1 de enero y el 7 de septiembre de este año se ubicara en 97.972, aún muy por encima del mismo período de 2018 (68.319) pero no tan superior al mismo período en 2017 (89.008) o 2016 (90.493).

Disponible en: <https://www.efe.com/efe/america/sociedad/las-reservas-
-concentran-la-mitad-de-los-incendios-en-el-estado-brasileno-amazonas/20000013-4059448#>. Acesso em 7 out. 2019.

La agencia de noticias EFE constató, en una visita al sur del Estado de Amazonas, la
Alternativas
Q1263774 Espanhol
AMAZONÍA INCENDIOS

Las reservas concentran la mitad de los incendios en el estado brasileño de Amazonas
EFE Humaitá (Brasil) - 8 sep. 2019

Las reservas, tanto ambientales como indígenas y de recolectores artesanales, han sido las víctimas del 44 % de los incendios forestales registrados este año en Amazonas, el mayor de los nueve estados brasileños en la Amazonía, según datos oficiales divulgados este domingo.
De los 8.915 incendios forestales contabilizados entre el 1 de enero y el 7 de septiembre en el estado de Amazonas, 3.923 fueron registrados en unidades de conservación ambiental, reservas indígenas o áreas de asentamiento para recolectores, según los datos del Instituto de Protección Ambiental de Amazonas (Ipaam).
Los incendios en la Amazonía alcanzaron en los ocho primeros meses de 2019 su mayor nivel para el período en siete años y las imágenes de la mayor selva tropical del mundo ardiendo han dado la vuelta al mundo, generado una gran alarma mundial y provocado protestas contra el presidente brasileño, el ultraderechista Jair Bolsonaro, cuestionado por su retórica antiambientalista.
La concentración de los incendios en reservas ha llevado al gobierno regional de Amazonas a invertir en la formación de brigadas antiincendio entre los indios de la región para facilitar el combate inmediato a los focos de fuego que se registren en sus tierras. El intenso y efectivo trabajo de los bomberos indígenas de la etnia Tenharim en el combate al fuego fue constatado por Efe en una visita a áreas boscosas de Humaitá, uno de los principales municipios del sur del estado de Amazonas.
Amazonas es el tercer estado que más ha sufrido con los incendios este año pero, por su ubicación más alejada de las principales áreas de cultivo, su situación no es tan grave como la registrada por los estados de Mato Grosso (18.399 incendios este año) y el vecino Pará (13.236 focos de fuego).
Sin embargo, los 6.669 incendios registrados en agosto en el estado de Amazonas constituyeron un récord para el mes y un salto expresivo en comparación con los 1.371 focos de calor contabilizados en julio, los 57 de junio o los 21 de mayo.
Para combatir los incendios en el estado este año, el gobierno regional de Amazonas montó una fuerza tarea con 800 hombres, incluyendo los bomberos indígenas, que es enviada a los diferentes municipios de la región sur del estado según las necesidades y la identificación de nuevos focos.
La movilización militar fue la primera -y hasta ahora más efectiva- medida adoptada por el jefe de Estado brasileño tras la alarma mundial generada por la multiplicación de los incendios.
"Con los nuevos equipos reforzando la acción en las áreas afectadas conseguimos una significativa reducción del número de incendios en los primeros días de septiembre", afirmó el director del Ipaam, Juliano Valente. De acuerdo con los datos del organismo, el estado de Amazonas registró entre el 1 y el 5 de septiembre 525 incendios, con una reducción de 70% frente al mismo período de 2018 (1.776 focos).
Esa reducción permitió que Amazonas cayera en septiembre del tercer al quinto lugar en la lista de los estados de Brasil con más incendios y que ningún municipio de este estado apareciera en la lista de los 10 con más focos en el país. La reducción de los incendios en los últimos días fue generalizada en todo Brasil gracias a la tardía reacción del Gobierno y permitió que el número de focos de fuego entre el 1 de enero y el 7 de septiembre de este año se ubicara en 97.972, aún muy por encima del mismo período de 2018 (68.319) pero no tan superior al mismo período en 2017 (89.008) o 2016 (90.493).

Disponible en: <https://www.efe.com/efe/america/sociedad/las-reservas-
-concentran-la-mitad-de-los-incendios-en-el-estado-brasileno-amazonas/20000013-4059448#>. Acesso em 7 out. 2019.

El alto número de incendios en la Amazonía y las imágenes del fuego en la selva que fueron divulgadas provocaron
Alternativas
Q1263773 Espanhol
AMAZONÍA INCENDIOS

Las reservas concentran la mitad de los incendios en el estado brasileño de Amazonas
EFE Humaitá (Brasil) - 8 sep. 2019

Las reservas, tanto ambientales como indígenas y de recolectores artesanales, han sido las víctimas del 44 % de los incendios forestales registrados este año en Amazonas, el mayor de los nueve estados brasileños en la Amazonía, según datos oficiales divulgados este domingo.
De los 8.915 incendios forestales contabilizados entre el 1 de enero y el 7 de septiembre en el estado de Amazonas, 3.923 fueron registrados en unidades de conservación ambiental, reservas indígenas o áreas de asentamiento para recolectores, según los datos del Instituto de Protección Ambiental de Amazonas (Ipaam).
Los incendios en la Amazonía alcanzaron en los ocho primeros meses de 2019 su mayor nivel para el período en siete años y las imágenes de la mayor selva tropical del mundo ardiendo han dado la vuelta al mundo, generado una gran alarma mundial y provocado protestas contra el presidente brasileño, el ultraderechista Jair Bolsonaro, cuestionado por su retórica antiambientalista.
La concentración de los incendios en reservas ha llevado al gobierno regional de Amazonas a invertir en la formación de brigadas antiincendio entre los indios de la región para facilitar el combate inmediato a los focos de fuego que se registren en sus tierras. El intenso y efectivo trabajo de los bomberos indígenas de la etnia Tenharim en el combate al fuego fue constatado por Efe en una visita a áreas boscosas de Humaitá, uno de los principales municipios del sur del estado de Amazonas.
Amazonas es el tercer estado que más ha sufrido con los incendios este año pero, por su ubicación más alejada de las principales áreas de cultivo, su situación no es tan grave como la registrada por los estados de Mato Grosso (18.399 incendios este año) y el vecino Pará (13.236 focos de fuego).
Sin embargo, los 6.669 incendios registrados en agosto en el estado de Amazonas constituyeron un récord para el mes y un salto expresivo en comparación con los 1.371 focos de calor contabilizados en julio, los 57 de junio o los 21 de mayo.
Para combatir los incendios en el estado este año, el gobierno regional de Amazonas montó una fuerza tarea con 800 hombres, incluyendo los bomberos indígenas, que es enviada a los diferentes municipios de la región sur del estado según las necesidades y la identificación de nuevos focos.
La movilización militar fue la primera -y hasta ahora más efectiva- medida adoptada por el jefe de Estado brasileño tras la alarma mundial generada por la multiplicación de los incendios.
"Con los nuevos equipos reforzando la acción en las áreas afectadas conseguimos una significativa reducción del número de incendios en los primeros días de septiembre", afirmó el director del Ipaam, Juliano Valente. De acuerdo con los datos del organismo, el estado de Amazonas registró entre el 1 y el 5 de septiembre 525 incendios, con una reducción de 70% frente al mismo período de 2018 (1.776 focos).
Esa reducción permitió que Amazonas cayera en septiembre del tercer al quinto lugar en la lista de los estados de Brasil con más incendios y que ningún municipio de este estado apareciera en la lista de los 10 con más focos en el país. La reducción de los incendios en los últimos días fue generalizada en todo Brasil gracias a la tardía reacción del Gobierno y permitió que el número de focos de fuego entre el 1 de enero y el 7 de septiembre de este año se ubicara en 97.972, aún muy por encima del mismo período de 2018 (68.319) pero no tan superior al mismo período en 2017 (89.008) o 2016 (90.493).

Disponible en: <https://www.efe.com/efe/america/sociedad/las-reservas-
-concentran-la-mitad-de-los-incendios-en-el-estado-brasileno-amazonas/20000013-4059448#>. Acesso em 7 out. 2019.

Sin embargo, los 6.669 incendios registrados en agosto en el estado de Amazonas constituyeron un récord para el mes y un salto expresivo en comparación con los 1.371 focos de calor contabilizados en julio, los 57 de junio o los 21 de mayo.” (7º párrafo).
La palabra subrayada explicita que la relación del fragmento arriba reproducido con el párrafo que lo antecede es de:
Alternativas
Q1263772 Espanhol
AMAZONÍA INCENDIOS

Las reservas concentran la mitad de los incendios en el estado brasileño de Amazonas
EFE Humaitá (Brasil) - 8 sep. 2019

Las reservas, tanto ambientales como indígenas y de recolectores artesanales, han sido las víctimas del 44 % de los incendios forestales registrados este año en Amazonas, el mayor de los nueve estados brasileños en la Amazonía, según datos oficiales divulgados este domingo.
De los 8.915 incendios forestales contabilizados entre el 1 de enero y el 7 de septiembre en el estado de Amazonas, 3.923 fueron registrados en unidades de conservación ambiental, reservas indígenas o áreas de asentamiento para recolectores, según los datos del Instituto de Protección Ambiental de Amazonas (Ipaam).
Los incendios en la Amazonía alcanzaron en los ocho primeros meses de 2019 su mayor nivel para el período en siete años y las imágenes de la mayor selva tropical del mundo ardiendo han dado la vuelta al mundo, generado una gran alarma mundial y provocado protestas contra el presidente brasileño, el ultraderechista Jair Bolsonaro, cuestionado por su retórica antiambientalista.
La concentración de los incendios en reservas ha llevado al gobierno regional de Amazonas a invertir en la formación de brigadas antiincendio entre los indios de la región para facilitar el combate inmediato a los focos de fuego que se registren en sus tierras. El intenso y efectivo trabajo de los bomberos indígenas de la etnia Tenharim en el combate al fuego fue constatado por Efe en una visita a áreas boscosas de Humaitá, uno de los principales municipios del sur del estado de Amazonas.
Amazonas es el tercer estado que más ha sufrido con los incendios este año pero, por su ubicación más alejada de las principales áreas de cultivo, su situación no es tan grave como la registrada por los estados de Mato Grosso (18.399 incendios este año) y el vecino Pará (13.236 focos de fuego).
Sin embargo, los 6.669 incendios registrados en agosto en el estado de Amazonas constituyeron un récord para el mes y un salto expresivo en comparación con los 1.371 focos de calor contabilizados en julio, los 57 de junio o los 21 de mayo.
Para combatir los incendios en el estado este año, el gobierno regional de Amazonas montó una fuerza tarea con 800 hombres, incluyendo los bomberos indígenas, que es enviada a los diferentes municipios de la región sur del estado según las necesidades y la identificación de nuevos focos.
La movilización militar fue la primera -y hasta ahora más efectiva- medida adoptada por el jefe de Estado brasileño tras la alarma mundial generada por la multiplicación de los incendios.
"Con los nuevos equipos reforzando la acción en las áreas afectadas conseguimos una significativa reducción del número de incendios en los primeros días de septiembre", afirmó el director del Ipaam, Juliano Valente. De acuerdo con los datos del organismo, el estado de Amazonas registró entre el 1 y el 5 de septiembre 525 incendios, con una reducción de 70% frente al mismo período de 2018 (1.776 focos).
Esa reducción permitió que Amazonas cayera en septiembre del tercer al quinto lugar en la lista de los estados de Brasil con más incendios y que ningún municipio de este estado apareciera en la lista de los 10 con más focos en el país. La reducción de los incendios en los últimos días fue generalizada en todo Brasil gracias a la tardía reacción del Gobierno y permitió que el número de focos de fuego entre el 1 de enero y el 7 de septiembre de este año se ubicara en 97.972, aún muy por encima del mismo período de 2018 (68.319) pero no tan superior al mismo período en 2017 (89.008) o 2016 (90.493).

Disponible en: <https://www.efe.com/efe/america/sociedad/las-reservas-
-concentran-la-mitad-de-los-incendios-en-el-estado-brasileno-amazonas/20000013-4059448#>. Acesso em 7 out. 2019.

Según el texto, el hecho de estar lejos de regiones agrícolas
Alternativas
Q1263771 Química
Em uma célula eletrolítica contendo solução de CoSO4 , dois eletrodos inertes foram imersos. Sabe-se que as semi reações são:

Co+2 + 2e- → Co(s)   Eº = - 0.28 V

4e- + O2 (g) + 4 H+ → 2H2O   Eº = 1.23V

Após a passagem, pela célula, de uma corrente de 5.0 A durante 1.5 h, as massas de cobalto metálico e de gás oxigênio produzidas são, respectivamente:
Alternativas
Q1263770 Química
Em um balão volumétrico de 1 L, foi preparada uma solução aquosa, adicionando-se uma massa correspondente a 0.06 mol de dihidrogenofosfato de potássio (KH2 PO4 ) sólido a 300 mL de uma solução aquosa de hidróxido de potássio (KOH) 0.1 mol.L-1 e completando-se o volume do balão com água destilada. Adicionando-se a 100 mL dessa solução 1 mL de solução aquosa de KOH 0.1 mol.L-1 obtem-se uma segunda solução.
Sabe-se pKa = - logKa = 7.20, em que Ka é a constante de dissociação do H2 PO4 - em água a 25 ºC.


O pH da primeira solução e a relação do pH da segunda solução com o pH da primeira são, respectivamente:
Alternativas
Q1263769 Química
São processos com ΔH positivo:
Alternativas
Q1263768 Química

A capsantina é um corante vermelho natural da classe das xantofilas . Ela é o principal carotenoide no pimentão vermelho ( Capsicum annuum ) e um componente da oleorresina de pimentão .


Imagem associada para resolução da questão


A molécula de capsantina apresenta

Alternativas
Q1263767 Química
Algumas amostras, que apresentam teores da espécie SO4 = que variam de 20.0 a 48.0%, foram analisadas pelo método BaSO4 (que consiste na precipitação como BaSO4 ). Para produzir um precipitado de BaSO4 de massa 3.0g, a menor quantidade de amostra a ser utilizada e a correspondente quantidade máxima de BaSO4 a ser precipitada são, respectivamente:
Alternativas
Q1263766 Química
Uma mistura entre Na2CO3 + NaHCO3 e materiais inertes foi analisada da seguinte maneira:

(i) Uma amostra de massa 0.3 g foi dissolvida em água e titulada com solução padrão de HCl 0.1 M.
(ii) Até que o ponto final da titulação fosse marcado pela fenolftaleína, foram consumidos 9.0 mL do volume do titulante (HCl).
(iii) O indicador metilorange foi adicionado. Com as duas titulações, até o ponto final marcado pela mudança de cor do indicador metilorange, foram consumidos 30 mL do volume do titulante.

Respectivamente, os percentuais de carbonato e de bicarbonato na amostra original são de:
Alternativas
Q1263765 Química
Tem-se dois balões A e B, ligados por um tubo de comunicação munido de torneira. O balão A contém 3.2 g de O2 (g) e o balão B está vazio (vácuo). Abrindo-se a torneira de comunicação, depois de um tempo prolongado, a pressão do O2 (g) nos balões interligados é igual a 0.41 atm.
Considerando-se desprezível o volume do tubo de comunicação e sabendo-se que o volume do balão A é igual a 4.1 L e que a temperatura foi mantida em 27 ºC durante todo processo, o volume do balão B corresponde a:
Alternativas
Q1263764 Química

Um dos mais importantes processos industriais é a fixação do nitrogênio através de sua transformação em amônia, podendo ser representado pela equação a seguir:


N2 (g) + 3H2 (g) Imagem associada para resolução da questão 2NH3(g) ΔH = - 92kJ.mol-1



Em relação a esse processo, haverá maior concentração do produto quando ocorrer

Alternativas
Q1263763 Matemática
Os valores: 3,0(três); 3,5(três e meio); 5,5(cinco e meio); 6,5(seis e meio); 7,0(sete); 7,5(sete e meio) representam as notas de seis estud((antes em um teste.
O desvio padrão desse conjunto de dados é um número que pertence ao intervalo:
Alternativas
Q1263762 Matemática
O perímetro de um triângulo retângulo e o produto das medidas de seus catetos são ambos numericamente iguais a 15. Calculando-se a medida da hipotenusa desse triângulo, encontra-se o valor numérico:
Alternativas
Q1263761 Matemática
O domínio da função ƒ (x) = √1 - ex / x+2 é o intervalo:
Alternativas
Respostas
401: A
402: B
403: A
404: B
405: C
406: A
407: A
408: D
409: B
410: B
411: D
412: D
413: C
414: C
415: C
416: B
417: D
418: D
419: B
420: A