Questões de Vestibular
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Onça e libra são unidades de massa do sistema inglês. Sabe-se que 16 onças equivalem a 1 libra e que 0,4 onças é igual a x libras.
O valor de x é igual a:
In the last two paragraphs, the author establishes a relationship between the ideas of self-worth and one’s looks.
This relationship is best expressed in:
Though I had seen them many times, (l. 21)
The typical use of the underlined verb form signals the following aspect of this action:
But I’ve been there, done that. (l. 14)
The underlined expression refers to the author’s experiencing the situation described below:
the exact number on the scale I was at that particular time in my life. (l. 5-6)
Concerning the author’s feelings, the statement above illustrates the following fact:
The texts “O poder criativo da imperfeição” and “Our (im)perfect bodies” discuss the concept of perfection, using examples from their respective areas.
The sentence that best represents the idea discussed in both texts is:
Solicito os reparos que se digne dar-me, a mim, servo do senhor, recente amigo, mas companheiro no amor da ciência, de seus transviados acertos e de seus esbarros titubeados. Sim?
No trecho final do conto, observa-se a ênfase de um recurso utilizado em todo o texto.
Esse recurso produz o seguinte efeito:
Que amedrontadora visão seria então aquela? Quem o Monstro?
Com base na leitura do conto, a visão retratada na pergunta desencadeia o seguinte sentimento:
Marcelo Gleiser, em “O poder criativo da imperfeição”, formula uma tese a respeito da relação entre ciência e realidade. O narrador do conto estabelece reflexões acerca do conhecimento que dialogam com essa tese.
O trecho do conto que melhor sintetiza esse diálogo é:
− Se quer seguir-me, narro-lhe; não uma aventura, mas experiência, a que me induziram, alternadamente, séries de raciocínios e intuições.
A fala inicial do conto anuncia que a história combina gêneros textuais distintos.
Além da narrativa, o outro gênero que se realiza nesse conto é o da:
De dia e de noite, com sol ou aguaceiros, calor, sereno, e nas friagens terríveis de meio-do-ano, sem arrumo, só com o chapéu velho na cabeça, por todas as semanas, e meses, e os anos – sem fazer conta do se-ir do viver.
A expressão sublinhada é um exemplo das recriações linguísticas do autor. Seu sentido, com base no trecho citado, pode ser definido como:
Guimarães Rosa afirmou, em uma entrevista, que somente renovando a língua é que se pode renovar o mundo. Visando a essa renovação, recorria a neologismos e inversões pouco usuais de termos, explorando novos sentidos em seus textos.
Um exemplo dessas inversões encontra-se em:
O conto constrói uma alegoria, ou seja, uma metáfora ampliada que o organiza.
Esse aspecto alegórico é reforçado pelo modo de identificação dos personagens, o que se faz por meio de:
Considere a hipótese de que o título “A terceira margem do rio” se refere também à própria ficção, que se desenvolve entre duas margens: a da realidade e a da imaginação.
O trecho do conto que melhor comprova essa hipótese de leitura é:
A literatura pode nos ajudar a amenizar o drama da paciente francesa. (l. 22)
No penúltimo parágrafo, a história do personagem citado pela autora reforça a seguinte tese central do texto:
É que o rosto não se reduz à dimensão da imagem: ele é a própria presentificação de um ser humano, em sua singularidade irrecusável. (l. 18-20)
Em relação à declaração feita antes dos dois-pontos, o trecho sublinhado possui valor de:
o espelho do humano é, antes de mais nada, o olhar do semelhante. (l. 15)
No trecho, a expressão sublinhada enfatiza uma ideia, tal como se observa em:
Ocorre que o poder do espelho – esse de vidro e aço pendurado na parede (l. 12)
O fragmento introduzido pelo travessão especifica o sentido de espelho.
Além da função de especificar o sentido de uma palavra, esse fragmento também cumpre, no parágrafo, o papel de:

A partir dos elementos contidos na imagem, trata-se de uma resposta que expressa o seguinte posicionamento:
Ao longo do texto, são mencionadas teorias que partem do princípio da unificação das forças da natureza.
Em relação a essas teorias, Marcelo Gleiser apresenta, no último parágrafo, uma atitude de:


