Questões de Vestibular
Para inep e encceja
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Há uma evidência cada vez maior da existência de um número significativo de formas comunitárias de apropriação de espaços, recursos naturais em várias regiões e ecossistemas brasileiros. Essas formas, até recentemente, tiveram pouca visibilidade social, seja pelo pouco poder político das comunidades locais, seja pelas agressões e investidas da grande propriedade fundiária, das empresas mineradoras e madeireiras, que frequentemente resultam na expropriação das terras de uso comunitário ou coletivo.
Disponível em: http://nupaub.fflch.usp.br. Acesso em: 4 ago. 2014.

Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 8 jul. 2015.
Dentro de um Brasil admirado no mundo inteiro por seu desenvolvimento econômico, há outro país contaminado por um problema crônico — a aridez — que só faz piorar. A nação da Caatinga, formada por 1 482 municípios espalhados por 1,3 milhão de quilômetros quadrados, vive sua maior estiagem dos últimos trinta anos. Só na Bahia, mais de 214 cidades já declararam estado de emergência. Rios secaram, a ponto de se restringirem à areia fina.
Disponível em: www.oglobo.globo.com. Acesso em: 21 ago. 2013 (adaptado).
O termo quilombo vem expressar alguma necessidade de parte da sociedade brasileira de mudar o olhar sobre si própria, de reconhecer as diferenças que são produzidas como raciais ou étnicas. Através da luta e de uma complexa dinâmica iniciada no período colonial, o quilombo chega até os dias atuais para falar de algo ainda por se resolver, por se definir, que é a própria cidadania dos afrodescendentes quilombolas.
LEITE, I. B. Os quilombos no Brasil: questões conceituais e normativas. Etnográfica, n. 2, 2000.
Estado violência
Estado violência
Deixem-me querer
Estado violência
Deixem-me pensar
Estado violência
Deixem-me sentir
Estado violência
Deixem-me em paz
TITÃS. Cabeça dinossauro ao vivo. Rio de Janeiro: Universal, 2012 (fragmento).
As pesquisas indicam que os pobres são as principais vítimas da onda de criminalidade violenta, pois não têm os recursos políticos e econômicos que lhes garantam acesso à justiça e à segurança.
ZALUAR, A. Crime, medo e política. In: ZALUAR, A.; ALVITO, M. (Org.).
Um século de favela. São Paulo: Editora FGV, 2008.
Qual fator determina a situação apontada no texto?
TEXTO I
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma. Todas as pessoas têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
DECLARAÇÃO Universal dos Direitos Humanos. Disponível em: www.humanrights.com. Acesso em: 4 ago. 2015 (adaptado).
TEXTO II
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. Disponível em: www.planalto.gov.br. Acesso em: 21 set. 2015.
Construídas entre o fim do século XIX e início do século XX, as estações de trem perderam espaço ao longo do tempo. Com algumas exceções, as estações da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ganharam novas utilidades, e a maioria foi transformada em espaços culturais.
BACCHETTI, B. Estações de trem viram espaços culturais na RMC. Correio Popular, 14 abr. 2014.
A proposta identificada no texto valoriza aspectos ligados ao conceito de paisagem cultural, pois constitui um instrumento de

Na época indicada, o alto valor impresso na cédula era indicativo do(s)

A Produção Tradicional e Práticas Socioculturais Associadas à Cajuína, no Piauí, foi inscrita no Livro de Registro dos saberes, em maio de 2014. O modo de fazer e as práticas socioculturais associadas à cajuína são bens imateriais devido à sua imersão nos rituais de hospitalidade das famílias no Piauí. As garrafas de cajuína, atualmente também vendidas, eram dadas de presente ou servidas às visitas e oferecidas em comemorações. A cajuína — bebida genuinamente piauiense — é considerada de relevante interesse cultural para o Piauí, onde se comemora a safra do caju.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 19 jul. 2015 (adaptado).
Um impacto ambiental resultante da intervenção humana visualizado na imagem acima é a
ampliação do seguinte processo natural no bioma afetado:
Ouro Preto, na região central de Minas, comemorou em 5 de setembro de 2010, trinta anos como patrimônio cultural da humanidade. O título foi concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na quarta sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada em Paris, em 1980.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 9 ago. 2015 (adaptado).
Criado em 2010, o projeto Eco Fun busca promover um processo eficiente, viável e inovador para reciclagem de tubos usados de pasta de dente. As embalagens vazias feitas de plástico e alumínio são utilizadas na confecção de tábuas “sustentáveis” que podem ter várias aplicações ecologicamente corretas, desde a construção de paredes, bancos e até brinquedos para praças, além de possibilitar o trabalho em educação ambiental com crianças.
Disponível em: www.construirsustentavel.com.br. Acesso em: 15 ago. 2015 (adaptado).
A viabilidade do projeto descrito tem como pressuposto a seguinte iniciativa de caráter ambiental:
É possível elaborar um quadro sobre cada fase da formação inicial do território brasileiro. Dando início com a ocupação da faixa litorânea, com poucos núcleos de fixação e economia baseada no extrativismo, e a tão próspera empresa açucareira, até a tão sonhada expansão territorial, introduzindo ainda mais a pecuária e atraindo um grande contingente de europeus e colonos em busca de metais preciosos.
OLIVEIRA, R. T.; SANTOS, F. K. S. O início da formação territorial brasileira: uma reflexão sobre o território em Suape. Revista de Geografia, n. 3, 2014 (adaptado).
A causa socioeconômica motivadora do processo de colonização descrito no texto é o(a)
Meu nome é favela
É do povo do gueto a minha raiz
Becos e vielas
Eu encanto e canto uma história feliz
De humildade verdadeira
Gente simples de primeira.
DELGADO, R. Meu nome é favela. In: CRUZ, A. Batuques e romances. Rio de Janeiro: Sony, 2011 (fragmento).
O trecho da canção faz referência a um tipo de organização espacial urbana que surge por meio da

Disponível em: http://fotos.noticias.bol.uol.com.br. Acesso em: 3 ago. 2014.

Disponível em: www.trekearth.com. Acesso em: 3 ago. 2014.

Disponível em: www.institutoiab.org.br. Acesso em: 11 ago. 2015.
Um americano usuário de uma rede social tem usado sua conta para denunciar o que enfrenta no dia a dia. O jovem tem filmado o comportamento de atendentes de lojas de conveniência que o seguem pelos corredores e editado os flagrantes em microvídeos de sete segundos, em que as vendedoras vigiam o rapaz negro durante todo o tempo em que ele está fazendo (ou tentando fazer) compras.
O Globo, 21 jul. 2014.
Na notícia, o uso da rede social tem servido para denunciar qual prática discriminatória?
Há várias visões da Independência do Brasil: uma de D. Pedro I como herói; outra de que foi um arranjo familiar entre D. João VI e D. Pedro I, que se acertaram e o Brasil aceitou; e uma terceira, de que foi um complô das elites para fazer a Independência e manter a escravidão.
CARVALHO, J. M. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 27 jul. 2015 (adaptado).
As três visões mencionadas são elitistas, isto é, desconsideram a contribuição dos(as)

