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Temos um grande desafio: construir uma sociedade igualitária em termos raciais, em que o preconceito não opere em nenhum nível das relações intersubjetivas. E, nessa tarefa, precisamos nos orientar por uma ética da responsabilidade, que considere as consequências das ações propostas.
FAZZI, R. C. O drama racial de crianças brasileiras: socialização entre pares e preconceito. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

O bumba meu boi do Maranhão é uma celebração múltipla que congrega diversos bens associados, como as performances dramáticas, musicais e coreográficas associadas aos bordados do boi e à confecção de instrumentos musicais artesanais, entre outros.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br.
Acesso em: 12 set. 2013 (adaptado).
As transformações geradas pelas descobertas tecnológicas das últimas décadas estão na base das mudanças que ocorrem no mundo hoje. A descoberta da informática e, sobretudo, os avanços extremamente rápidos que se seguiram nessa área, a partir da década de 1970, foram tão significativos para a humanidade que se decidiu igualar sua importância à da descoberta da máquina a vapor ou do tear mecânico e da divisão do trabalho, chamando-os de Terceira Revolução Industrial.
FERREIRA, J. S. W. Os contrastes da mundialização: a economia como instrumento de poder em um sistema internacional excludente. Disponível em: www.usp.br. Acesso em: 4 set. 2014.
O desenvolvimento dos direitos do homem passou por três fases: 1) os direitos de liberdade, isto é, direitos que tendem a limitar o poder do Estado e a reservar para o indivíduo uma esfera de liberdade em relação ao Estado; 2) os direitos políticos, que tiveram como consequência a participação cada vez mais ampla, generalizada e frequente no poder político; 3) os direitos sociais, com novas exigências e novos valores, como os do bem-estar e da igualdade não apenas formal.
BOBBIO, N. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004 (adaptado).
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Mundo Estranho, n. 9, ago. 2013.
A tecnologia vem se tornando uma importante ferramenta didática de apoio aos alunos e educadores também nos dispositivos móveis. Existem vários aplicativos e games educativos para tirar o máximo de proveito de tablets e smartphones na hora de estudar, veja um exemplo.
Agenda do Estudante
É um aplicativo que ajuda a gerenciar a vida acadêmica do estudante. Ele permite cadastrar data das provas, data da entrega de trabalhos, fazer o controle das notas obtidas nas avaliações, agendar lembretes de eventos e alertas de devolução de livros.
Plataforma: Android (acesse aqui)
Preço: Gratuito
PRASS, R. Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 5 set. 2013 (adaptado).
Que o e-mail é importante no ambiente de trabalho, apesar das inúmeras opções de ferramentas de comunicação hoje disponíveis por conta do avanço tecnológico, isso ninguém pode negar. Enviamos e-mail para tudo na empresa, inclusive para o colega ao lado, quando uma simples conversa resolveria. Por isso, conhecer algumas regras de etiqueta ao lidar com tão importante ferramenta de comunicação é essencial no mundo do trabalho. Ignorar suas consequências pode ocasionar o que ocorreu com Vicki Walker, que trabalhava como contadora de plano de saúde, quando foi demitida por ter enviado a alguns colegas de trabalho um e-mail com palavras em caixa-alta, negrito e cor vermelha.
Disponível em: http://carreiradeti.com.br. Acesso em: 13 set. 2013 (adaptado).
Linguagem do morro
Tudo lá no morro é diferente
Daquela gente não se pode duvidar
Começando pelo samba quente
Que até um inocente
Sabe o que é sambar
Outro fato muito importante
E também interessante
É a linguagem de lá
Baile lá no morro é fandango
Nome de carro é carango
Discussão é bafafá
Briga de uns e outros
Dizem que é burburim
Velório no morro é gurufim
Erro lá no morro chamam de vacilação
Grupo do cachorro em dinheiro é um cão
Papagaio é rádio
Grinfa é mulher
Nome de otário é Zé Mané
PADEIRINHO & FERREIRA DOS SANTOS. Boca do povo.
Rio de Janeiro: Polydor, 1977 (fragmento).
Cinquenta anos! Não era preciso confessá-lo. Já se vai sentindo que o meu estilo não é tão lesto como nos primeiros dias. Naquela ocasião, cessado o diálogo com o oficial de marinha, que enfiou a capa e saiu, confesso que fiquei um pouco triste. Voltei à sala, lembrou-me dançar uma polca, embriagar-me das luzes, das flores, dos cristais, dos olhos bonitos, e do burburinho surdo e ligeiro das conversas particulares. E não me arrependo; remocei. Mas, meia hora depois, quando me retirei do baile, às quatro da manhã, o que é que fui achar no fundo do carro? Os meus cinquenta anos. Lá estavam eles, os teimosos, não tolhidos de frio, nem reumáticos, mas cochilando a sua fadiga, um pouco cobiçosos de cama e de repouso. Então — e vejam até que ponto pode ir a imaginação de um homem com sono — , então pareceu-me ouvir de um morcego encarapitado no tejadilho: Senhor Brás Cubas, a rejuvenescência estava na sala, nos cristais, nas luzes, nas sedas — enfim, nos outros.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Abril, 2010. p. 279.

Disponível em: www.encantado-rs.com.br. Acesso em: 14 ago. 2014 (adaptado).
TEXTO I
Periquito andino
Este colorido periquito colombiano, de cara marrom, testa azul, peito cinza, barriga azul e rabo vermelho, entrou em extinção. Visto pela última vez na natureza em 1949, ele não foi mais encontrado, apesar das constantes missões biológicas nos últimos anos para achá-lo.
TEXTO II
O pavãossauro
Não é novidade que, a cada nova descoberta da paleontologia, os dinossauros estejam mais parecidos com aves. O que não se sabia até agora é que algumas espécies de dinossauro tinham hábitos iguais aos do mais fabuloso dos pássaros: o pavão. É o que conclui um novo estudo.
Superinteressante, n. 346, maio 2015 (adaptado).
José se encontra com o velho amigo João:
— E aí João, quanto tempo! Como vai, meu amigo?
— Vou mal, muito mal!
— Por que, João, o que foi que aconteceu?
— Minha mãe morreu na semana passada!
— Não diga! Meus sentimentos! O que é que ela tinha?
— Infelizmente, pouca coisa. Uma casa, duas lojinhas no centro de cidade e um terreninho no interior!
TADEU, P. Olim-piadas: as melhores piadas para você escolher a medalha de ouro em gargalhadas. São Paulo: Matrix, 2012.

Disponível em: www.folhaojornal.com.br. Acesso em: 23 jul. 2014 (adaptado).
Ya yá Massemba
Que noite mais funda calunga
No porão de um navio negreiro
Que viagem mais longa candonga
Ouvindo o batuque das ondas
Compasso de um coração de pássaro
No fundo do cativeiro
É o semba do mundo calunga
Batendo samba em meu peito
Kabiecile Kawo Okê arô oke
Quem me pariu foi o ventre de um navio
Quem me ouviu foi o vento no vazio
Do ventre escuro de um porão
Vou baixar o seu terreiro
Epa raio, machado, trovão
Epa justiça de guerreiro
MENDES, R.; CAPINAM. Disponível em: http://multishow.globo.com.
Acesso em: 29 set. 2013 (fragmento).
Bálsamo ou veneno? Comida dos deuses ou maldição do diabo? Hábito natural ou desvio da sociedade moderna? Não há resposta certa ou fácil quando o assunto são as drogas. As pesquisas de opinião refletem essa ambiguidade. Quando abordam o tema, em geral mostram que estamos longe de um consenso. Mas as pesquisas revelam algo mais. Em meio aos números, nota-se que quase não há indecisos sobre o assunto. Ou seja, não importa de que lado as pessoas estejam, o fato é que todas elas têm opinião formada — e arraigada — sobre o uso de drogas.
VERGARA, R. Disponível em: http://super.abril.com.br. Acesso em: 2 out. 2013.
O convencional achará que um homem de cinquenta anos, pai e avô, capaz de tomar a última bala de uma criança de sete anos, é um monstro. Pois eu lhes direi que só um adulto de coração limpo, sem sentimento de culpa, é capaz de fazer uma tal monstruosidade.
CAMPOS, P. M. Homenzinho na ventania. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1970.
Poemas aos homens do nosso tempo
Amada vida, minha morte demora.
Dizer que coisa ao homem,
Propor que viagem? Reis, ministros
E todos vós, políticos,
Que palavra além de ouro e treva
Fica em vossos ouvidos?
Além de vossa RAPACIDADE
O que sabeis
Da alma dos homens?
Ouro, conquista, lucro, logro
E os nossos ossos
E o sangue das gentes
E a vida dos homens
Entre os vossos dentes.
HILST, H. Poesia. São Paulo: Quíron, 1980 (fragmento).
Poesia: 1970
Tudo o que eu faço
alguém em mim que eu desprezo
sempre acha o máximo.
Mal rabisco,
não dá mais pra mudar nada.
Já é um clássico.
LEMINSKI, P. Melhores poemas. São Paulo: Global, 2002.
Chegança
Eu atraquei
num porto muito seguro,
céu azul, paz e ar puro,
botei as pernas pro ar. [...]
Mas de repente
me acordei com a surpresa:
uma esquadra portuguesa
veio na praia atracar.
Da grande nau,
um branco de barba escura
vestindo uma armadura
me apontou pra me pegar.
Assustado
dei um pulo da rede,
pressenti a fome, a sede,
eu pensei: “vão me acabar”!
Me levantei
de borduna já na mão.
ai, senti no coração:
O Brasil vai começar.
NÓBREGA, A. Disponível em: www.antonio-nobrega.
Acesso em: 15 jul. 2014 (fragmento).
