“O Brasil é o café e o café é o negro”. Essa frase, comum
nos círculos dominantes da primeira metade do século XIX,
só em parte é verdadeira. O Brasil não era só café, como não
fora só açúcar. Além disso, a produção cafeeira iria prosseguir no futuro, sem o concurso do trabalho escravo. Mas não
há dúvida de que nesse período boa parte da expansão do
tráfico de escravizados se deveu às necessidades da lavoura
cafeeira.
(Boris Fausto. História do Brasil, 2012. Adaptado.)
A primeira frase, citada no início do excerto,