A União Africana (UA) apoiou uma campanha para acabar com o uso por governos e organizações internacionais
do mapa-múndi de Mercator, do século XVI. Fara Ndiaye,
cofundadora da organização Speak Up Africa, disse que o
mapa afetou a identidade e o orgulho dos africanos, especialmente das crianças que podem encontrá-lo cedo na escola.
Selma Malika Haddadi, vice-presidente da UA, afirmou que
a sua instituição apoiou a campanha, acrescentando que ela
se alinha com seu objetivo de “reivindicar o lugar de direito da
África no cenário global”, em meio a crescentes pedidos de
reparação pelo colonialismo e pela escravidão.
(www.theguardian.com, 15.08.2025. Adaptado.)
A crítica à utilização da projeção de Mercator fundamenta-se