Questões de Vestibular UFU-MG 2026 para Vestibular - Segundo Semestre 2026

Questões Discursivas

Foram encontradas 11 questões

Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200508 Português
    Eu já quis ser bióloga marinha, internacionalista, advogada e, claro, jornalista. O que nunca me ocorreu é que, para todos esses cargos, eu teria que ser uma coisa antes: estagiária.
    Nem uma trabalhadora por completo, nem só uma estudante. Alguma coisa no meio disso. O estágio é uma experiência peculiar, e cada um tem uma história diferente, com realidades que variam de bolsas generosas a valores simbólicos, de jornadas presenciais a regimes remotos, com ou sem benefícios.
    Essas divergências têm uma origem comum: a Lei do Estágio, de 2008, que o definiu como uma atividade educativa ligada a determinado curso. Estudantes já trabalhavam antes em modelos similares, é claro – mas foi a primeira vez que se estabeleceram os limites e as responsabilidades entre a empresa, o aluno e a instituição de ensino.
    A lei dividiu os estágios em duas categorias: obrigatório (uma disciplina prática, muitas vezes na própria faculdade e sem remuneração) e não obrigatório, em geral feito numa empresa, que deve garantir bolsa, recesso remunerado e auxílio-transporte. A jornada é de até seis horas diárias e 30 horas semanais. O contrato pode durar, no máximo, dois anos.
    Tudo isso, na teoria, visa garantir o equilíbrio entre estudo e trabalho, impedir a exploração e evitar o vínculo empregatício – afinal, o estágio não se enquadra na CLT. Na prática, não é bem assim.
    “Se observarmos como o estágio realmente se desenvolve no dia a dia, todos os elementos típicos de um emprego estão presentes: a pessoalidade [o contrato diz respeito a uma única pessoa física], a habitualidade [é uma atividade constante] e a subordinação”, diz Júlia Lenzi Silva, professora doutora do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP.
    Além disso, a Lei do Estágio é uma “lei órfã” em termos de fiscalização: não está claro quem deve garantir o seu cumprimento. Nem o Ministério do Trabalho nem o da Educação dispõem de estrutura voltada para fazer isso de forma ativa.
    Então, temos: uma legislação pouco específica, desatualizada e sem braço para fiscalização.

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/a-culpa-e-do-estagiario-so-que-nao/. Acesso em: 6 dez. 2025.

A articulação de diferentes perspectivas ao longo do texto permite inferir um direcionamento argumentativo que busca 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200509 Português

Q2.png (408×261)

Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2025/12/06/marilia-marz.shtml. Acesso em: 8 dez. 2025.



A presença da flor sob uma redoma estabelece um diálogo intertextual com representações ficcionais em que esse objeto simboliza proteção ou encantamento. Na charge, esse diálogo contribui para a construção do sentido de que o Estado  

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Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200510 Português
O que fez você ter vontade de ser uma das 154 jovens que se inscreveram para ter a chance de ocupar essa posição?

Ninguém se torna ativista climática por escolha. É um pouco por obrigação e um pouco por necessidade. Eu comecei a acompanhar as conferências do clima por causa do racismo ambiental no meu território, e eu entendia a importância da participação da juventude, não só assistindo, mas também contribuindo para a solução à crise do clima. Vi a construção do cargo de Campeão da Juventude a partir das COPs 27 e 28, acompanhei o mandato da COP29. Então, fiquei mais animada em poder construir e contribuir. Não fazia ideia se eu ia fazer isso bem, mas achava que, enquanto uma jovem mulher negra do Brasil, com um time de pessoas de todos os biomas, talvez fosse possível construir uma narrativa em torno da justiça climática dentro e fora dos espaços da COP. E não fui só eu que tive essa ideia, outras pessoas também se candidataram. Mas fizemos um acordo de que, independentemente de quem fosse a pessoa nomeada, teríamos esse time de jovens de todos os biomas do Brasil.

MARASCIULO, M. “Precisamos de caminhos para as próximas gerações não terem que repetir o óbvio”. Entrevista a Marcele Oliveira. Galileu, São Paulo, p. 18–32, 1 dez. 2025.

O emprego das expressões em negrito na resposta da entrevistada contribui para a construção do sentido do texto ao 
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Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200511 Português
    Parem as máquinas porque o momento chegou e o hype é real. A CCXP25 está batendo na porta e... vamos ser sinceras? O maior evento de cultura pop do planeta finalmente entendeu que o nosso mundinho asiático não é nicho, é potência global! O Palco Universe retorna consolidadíssimo como o espaço para quem respira cultura pop do leste e sudeste asiático. De 04 a 07 de dezembro, o São Paulo Expo vai virar o nosso playground com debates, batalhas de fandom e aquela energia caótica e maravilhosa que a gente ama.
    E o plot twist que a gente precisava? A curadoria afiadíssima saiu do óbvio! A CCXP expandiu a visão para muito além do eixo tradicional japonês, abraçando com força as narrativas da Coreia, Tailândia e China. A responsável por esse upgrade cultural é Carol Pardini, do Na Coreia Tem - NCT Lab, que assinou uma curadoria focada na pluralidade das narrativas asiáticas. Como a própria organização destaca, o público brasileiro já provou que consome (e muito!) essas potências globais do entretenimento, e o palco deste ano nasce para valorizar exatamente essa força. É sobre representatividade e aclamação.
    Agora, segura esse spoiler de milhões: eu vou estar lá brilhando! Marquem na agenda: sexta-feira, 05/12, às 13h00, eu subo ao palco para o painel “A revolução da literatura e dos webtoons coreanos”. Eu e um time de peso vamos discutir como a produção coreana, dos clássicos aos webtoons que viram k-dramas de sucesso, está renovando a narrativa contemporânea e conectando tradição com tecnologia.

Disponível em: https://uol.com.br/splash/noticias/2025/12/01/nao-e-mais-nicho-e-potencia-cultura-asiatica-cresce-na-ccxp-2025.htm. Acesso em: 3 dez. 2025.

Os diferentes termos em negrito no texto evidenciam um uso da língua que se caracteriza por 
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Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200512 Português
    [...] me fizeram pensar no que realmente significa inclusão digital. O mundo vive uma revolução sem sirene — nem passeata, nem panelaço —, mas que muda tudo, em silêncio, por meio de códigos e telas que reorganizam o trabalho, a comunicação e o poder. É a revolução da inteligência artificial. E, como toda revolução, ela também escolhe quem participa — e quem fica para trás. No Brasil, essa fronteira tem um nome antigo: o CEP.
     Enquanto as máquinas aprendem em velocidade exponencial, muita gente desaprende a sonhar. Discutimos automação de empregos, mas milhões ainda lutam por uma conexão que não caia, um celular que não trave e uma formação que vá além do “arrasta pra cima”. É o retrato de um país que importa chips de ponta, mas exporta gente desinformada. O risco é criar um novo apartheid: a favela digital, onde milhões se tornam invisíveis para os algoritmos que decidem o futuro.

Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/preto-zeze/coluna/2025/10/ia-tem-de-ser-democratizada.ghtml. Acesso em: 29 nov. 2025.

Considerando o trecho em negrito no texto, o recurso expressivo empregado corresponde a
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Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200513 Português
    Hoje falaremos de “Ponta a Ponta”, EP da Funmilayo Afrobeat Orquestra, que se vale da sonoridade do afrobeat com influências de rap, reggae e música popular brasileira. Uma de suas maiores forças é que se trata de um grupo integrado só por mulheres, plenas em sua negritude [...]. Engajadas na luta pelos direitos das mulheres, elas vieram ao mundo para serem o que bem desejarem… e viver, amar e cantar. Quando tocam, são possuídas por tal arrebatamento que faz da música uma mensagem sagrada do que pensam e professam. Instrumentistas virtuosas, seus solos, tanto instrumentais quanto vocais, reacendem a força das deusas e deuses das águas, matas e florestas. [...]
     "O Encanto e a Maquinária" (Jasper Okan) se vale do sintetizador para antecipar a entrada dos metais que vêm com tudo. Arrepiante! A percussão atiça o clima. O pau quebra! Logo os versos chamam a atenção do ouvinte para a questão do racismo ambiental, aquele que aponta como "aceitáveis" os desastres ambientais desde que atinjam mais os pobres do que os ricos.
    “Ponta a Ponta” (Sthe Araujo) trata dos desafios de viver numa cidade múltipla como São Paulo. A letra de Araujo revela sua vivência de mulher negra que cresceu no extremo sul da cidade e circulou em busca do sonho de se realizar como artista. O arranjo é poderoso: a cara da Funmilayo. O grave do sax barítono se destaca no naipe dos metais. Soando adequada à harmonia, a melodia vem com tudo. Meu Deus!
    Enquanto o grito libertário soa impulsionado pelo talento de vozes e acordes iluminados, energéticas, as canções demonstram plena noção de sua força, envoltas que estão por uma profunda fé na vida.

Disponível em: https://immub.org/noticias/a-orquestra-das-mulheres-fantasticas. Acesso em: 10 dez. 2025.

O texto configura-se como um(a)  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200514 Português
    A Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher (11ª edição) mostra ser três vezes mais comum mulheres fora da força de trabalho sofrerem violência doméstica (12%) do que as brasileiras empregadas (4%). O estudo traz ainda que 66% das mulheres que já sofreram agressões recebem até 2 salários mínimos.
    “Quando cruzamos esses dados socioeconômicos com os indicadores de violência, vemos com mais nitidez como a desigualdade molda o risco e a permanência das mulheres em ciclos de agressão. Isso mostra que a autonomia econômica não é apenas uma condição desejável, mas uma política estratégica de enfrentamento”, ressalta a diretora executiva da Associação Gênero e Número, Vitória Régia da Silva.
     Segundo a líder de Políticas Públicas pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas no Instituto Natura, a pesquisa deixa clara a necessidade de implementação de políticas públicas que promovam a independência financeira e qualificação profissional das mulheres.
     “O que precisamos é de políticas integrais, que articulem segurança pública, saúde, assistência, educação e renda, e que ofereçam respostas reais que dialoguem com demandas e vulnerabilidades diversas. Não podemos continuar transferindo para as mulheres a tarefa de superar, sozinhas, estruturas que são coletivas”, disse.

Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-11/mulher-fora-do-trabalho-tem-3-vezes-mais-chancesde-sofrer-violencia. Acesso em: 28 nov. 2025.

Assinale a alternativa em que o termo em negrito introduz uma informação que, de acordo com a gramática normativa, restringe e limita o sentido do termo antecedente a que se refere.  
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200516 Português
Texto I

    Atualmente, estamos enfrentando a questão das inteligências artificiais (IAs), particularmente em seu uso como companheiras digitais ou como mediadoras de psicoterapias.
    Em um curto período, já podemos perceber seu impacto, transformando a maneira pela qual os jovens aprendem e se relacionam. IAs podem oferecer suporte imediato, auxiliar na organização de informações e até servir como uma ponte para a expressão emocional de jovens em sofrimento psíquico ou com dificuldades de socialização.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/letra-de-medico/o-dilema-das-companhias-artificiais-na-adolescencia/. Acesso em: 13 nov. 2025. 

Texto II 

    Alicie Camargo, publicitária de 27 anos, conta que usa o ChatGPT em momentos de ansiedade. Ela avalia que a interação é em geral positiva — por exemplo quando a ferramenta a ajuda a acertar o tom de uma mensagem que deseja enviar a alguém e não sabe como, quando indica exercícios de respiração em momentos de crise e quando aponta algo que ela não enxergaria sozinha em uma situação.
    "Mas eu entendo as limitações", diz ela, citando sugestões oferecidas pela IA que não condizem com a sua personalidade. "Se o problema for cobrar alguém, óbvio que ele [ChatGPT] vai dar a solução de cobrar a atitude, mas emocionalmente eu não estaria pronta para isso. Então o conselho não me serviu de nada." [...]
    L., jornalista e redatora publicitária de 21 anos que não quis se identificar, conta que conseguiu contornar o problema das respostas genéricas da tecnologia de forma prática [...] ela diz que desenvolveu técnicas para aprimorar os comandos e, consequentemente, as respostas do robô.
     A jovem começou a usar o chatbot para suporte emocional durante um período de luto, após a psicóloga com quem se consultava havia cinco anos morrer. Ela diz ser consciente dos riscos que a IA pode trazer, mas conta que na época foi o único recurso que se via capaz de utilizar, já que não conseguia procurar outro terapeuta. Depois de quatro meses usando a ferramenta, L. diz que se sentiu bem o suficiente para procurar tratamento psicológico e psiquiátrico, retomado há três meses.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/01/pessoas-buscam-inteligencia-artificial-para-conversar-e-aliviarsofrimento-psiquico.shtml. Acesso em: 6 jan. 2026. 

Considerando o uso de estratégias argumentativas, assinale a alternativa que evidencia a correta relação entre os textos. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200517 Português
    Comecei a escrever muito cedo, menina. A escrita pra mim sempre foi um suporte para lidar com o mundo e, ao mesmo tempo, também colocar um questionamento para o mundo. Muitas das minhas perguntas de infância, de adolescência, foram respondidas ou aprofundadas através da escrita e da leitura. Todas as minhas questões da adolescência, aquelas dúvidas, eu só aguentei com a ajuda da escrita. Além das perguntas da adolescência, pelas quais todo mundo passa nessa fase da vida, também foi marcante o momento em que percebi as questões raciais. Eu como menina negra. O que havia de estranho nisso tudo, notar a questão racial, a pobreza em que a gente vivia. Naquele momento eu já sabia que queria alguma coisa, só não sabia o quê. Mas uma coisa eu tinha certeza: que aquela vida que eu tinha não podia ser eterna. Eu tinha a certeza que aquela vida não era justa. Eu não sabia se a escrita poderia ser um caminho para mim, mas a escrita já era uma necessidade. Já era um alento e ao mesmo tempo também um local de tormento, um lugar onde eu colocava todas as minhas dúvidas. [...]
    Eu digo que tudo que escrevo, seja de um ponto de vista crítico, como pesquisadora, ou de um ponto de vista da criação literária, é profundamente marcado pela minha condição de mulher negra na sociedade brasileira. O que tenho percebido é o seguinte: essa “escrevivência” tem ajudado outras mulheres a se perceberem. Percebo cada vez mais que, na medida em que essas mulheres se encontram nos meus textos e encontram os meus textos, elas se apossam da vida com muito mais certeza. Acho que a minha escrita tem possibilitado que essas mulheres acreditem mais em si mesmas, que se reconheçam, que sabemos ser muito difícil. A literatura que nós conhecemos, essa literatura canônica, ela não nos representa e quando nos representa é sempre de uma maneira limitada, de uma maneira estereotipada. Então o meu texto é um lugar onde as mulheres se sentem em casa, se sentem reconhecidas de verdade.

Disponível em: https://medium.com/mulheres-que-escrevem/mulheres-que-escrevem-entrevista-conceicao-evaristo-fa243ff84284. Acesso em: 6 jan. 2026.

Na entrevista, a escritora, poetisa, professora e pesquisadora brasileira Conceição Evaristo usa o termo “escrevivência” para se referir ao processo de  
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Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200520 Português
Texto I

    Filho (para os homens-coiotes, objetivo): Vamos.
    Os homens-coiotes atravessam a pequena praça junto com o filho do verdugo. Quando estão saindo, um foco de luz violenta incide sobre as mãos dos homens-coiotes. As mãos estão cruzadas na altura dos rins, e deve ser visto claramente que são patas de lobo com grandes garras.

HILST, H. O verdugo seguido de A morte do patriarca. Porto Alegre: L&PM Pocket, p. 70. (Teatro Completo, v. 2).

Texto II

    Hilst também consegue desenhar um tom poético em suas didascálias, [...] ou seja, opera indicações subjetivas, tanto para o leitor quanto para o ator/diretor [...] transforma as indicações em algo muito particular, pois é a imaginação, a sensação, a criação imagética da autora transposta poeticamente na indicação das didascálias.

Disponível em: https://periodicosonline.uems.br/REV/article/view/3143. Acesso em: 11 dez. 2025.

A didascália do texto I apresenta uma função poética, conforme descrito no texto II, pois 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: UFU-MG Órgão: UFU-MG Prova: UFU-MG - 2026 - UFU-MG - Vestibular - Segundo Semestre 2026 |
Q4200552 Português
    O processo Kraft é um método químico de obtenção de celulose. A madeira é picada e cozida em um meio alcalino chamado licor branco, uma solução composta principalmente por hidróxido de sódio (NaOH) e sulfeto de sódio (Na₂S). Esse licor promove a quebra das ligações da lignina, permitindo a liberação das fibras de celulose. Após o cozimento, a mistura resultante — contendo celulose e o licor que dissolveu a lignina — forma o licor negro, rico em lignina degradada, compostos orgânicos e reagentes químicos remanescentes. A celulose é separada, lavada e segue para branqueamento. O licor negro é então concentrado e queimado em caldeiras especiais, permitindo recuperar parte dos reagentes químicos, que são posteriormente reprocessados para regenerar o licor branco, fechando o ciclo químico do processo.

Disponível em: https://www.quimica.com.br/producao-de-acido-sulfurico-a-partir-de-gases-odoriferos/. Acesso em: 5 de dez. 2025.

Com base no texto sobre o processo Kraft de obtenção de celulose, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
1: B
2: B
3: C
4: A
5: C
6: D
7: D
8: B
9: B
10: C
11: D