Uma órbita é considerada geoestacionária quando é circular e se processa exatamente sobre o plano
que contém a linha do equador; a sua rotação acompanha exatamente a rotação da Terra. Desta forma,
um observador que estiver situado sobre a superfície verá que um satélite pertencente a uma órbita
geoestacionária permanece sempre na mesma posição aparente. É o caso da maioria dos satélites artificiais
de comunicações e de televisão, que ficam em órbitas geoestacionárias a fim de permanecerem sempre sobre
a mesma posição aparente e, desta forma, sempre poderem receber e transmitir dados para uma mesma
região o tempo todo. Assim, uma antena terrestre pode permanecer fixa apontando sempre para uma dada
direção do céu, sem necessitar ser redirecionada periodicamente. Para que um satélite permaneça sempre
sobre um determinado ponto da superfície da Terra sem a necessidade de propulsão vertical e horizontal ele
deve orbitar sempre a uma distância fixa de 35.786 km acima do nível do mar, no plano do equador da Terra.
Isso é independente da massa do satélite.
Disponível em: httpt.wikipedia.org/wiki/Órbita_geoestacionária. Acesso em: 04 nov. 2021.
Para que um satélite entre em órbita geoestacionária, é necessário que ele permaneça a uma certa altitude
do equador terrestre com uma velocidade perpendicular à força gravitacional da Terra, pois assim não há
realização de trabalho, logo o módulo da velocidade do satélite pode ser mantido constante por inércia.
Nesse caso da órbita geoestacionária, o movimento orbital do satélite é circular (excentricidade igual a zero).
Desprezando-se todos os atritos entre o satélite e o espaço sideral, sendo G a constante de gravitação universal,
M a massa da Terra e T o período de rotação da Terra ao redor de seu próprio eixo, assinale a alternativa que
indica a expressão para o raio R da órbita (distância entre o centro do satélite e o centro terrestre) de modo
que o satélite entre em órbita geoestacionária.