Questões de Vestibular UERJ 2010 para Vestibular - Primeiro Exame
Foram encontradas 16 questões
- Foi o pai de Amanda que morreu! Disse, mostrando-lhe o livro aberto.
Compreendeu o Padre Carlos e soltou uma gargalhada, (l. 21-22)
De acordo com o texto, a compreensão que o padre teve da situação foi possível pela combinação das palavras do narrador com:
Com a inacreditável capacidade humana de ter ideias, sonhar, imaginar, observar, descobrir, constatar, enfim, refletir sobre o mundo e com isso ir crescendo, a produção textual vem se ampliando ao longo da história. (l. 1-3)
O trecho destacado acima estabelece uma relação de sentido com o restante da frase.
Essa relação de sentido pode ser definida como:
O texto é todo construído por meio do emprego de uma figura de estilo.
Essa figura é denominada de:
De acordo com esses versos, um dos efeitos da compreensão da leitura é :
Essa pressuposição está ligada ao fato de que a obra literária, como texto público, apresenta o seguinte traço:
A diferença entre a reação das senhoras e a do Padre Carlos é indicada pelo uso das seguintes palavras:
Este é um conhecido processo retórico, pelo qual o autor adota o procedimento indicado em:
Essa relação entre a memória da infância e uma reflexão sobre o presente está mais claramente estabelecida em:
A reescritura que preserva o sentido original do fragmento é:
que rompiam-lhes o seio. (l. 11)
O vocábulo sublinhado faz referência a uma palavra já enunciada no texto.
ssa palavra a que se refere o vocábulo lhes é:
Esse procedimento está explicitado em:
Esse pressuposto está sintetizado em:
Esse ponto de vista se relaciona com a seguinte constatação:
Esse processo de mistura e combinação pode ser relacionado diretamente ao seguinte trecho do texto de Ana Maria Machado:
A figura da mão saindo do computador e oferecendo ao possível leitor um objeto característico de outro espaço de leitura sugere principalmente o sentido de:
Falamos a todo momento em dois mundos, em sua possível guerra, esquecendo quase sempre que existe um terceiro. É o conjunto daqueles que são chamados, no estilo Nações Unidas, de países subdesenvolvidos. Pois esse Terceiro Mundo ignorado, explorado, desprezado como o Terceiro Estado, deseja também ser alguma coisa.
ALFRED SAUVY
Adaptado de France-Observateur, 14/08/1952
Com essas palavras, o demógrafo e economista francês Alfred Sauvy caracterizou, na década de 1950, a expressão Terceiro Mundo.
No contexto das relações internacionais a que se refere o texto, esse conceito foi utilizado para a
crítica da:







