Questões de Vestibular UEMA 2023 para Vestibular

Foram encontradas 5 questões

Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728691 História
As imagens a seguir ilustram o período medieval nos séculos XI-XV.

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Atividades Femininas na Idade Média
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Women_activities_in_middle_ages.JPG

Leia o trecho para responder à questão.
“Nas sociedades europeias da Idade Média, a situação das mulheres não foi única. Ela era diferente no campo e na cidade, em cada reino, e mudou de acordo com a época. Além disso, a vida, os costumes e as funções desempenhadas pelas mulheres dependiam do grupo social a que pertenciam”.
VAZ, Maria Luisa; PANAZZO, Sílvia. Jornadas.hist. São Paulo: Saraiva, 2015.

No período medieval, as mulheres tinham várias ocupações, de acordo com a sua camada social. Caracterizam- se como funções femininas nos âmbitos
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Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728692 História
Analise as imagens e leia os trechos abaixo sobre o período ditatorial na Argentina (1976-1983) e no Brasil (1964-1985).
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A Associação das Avós (e Mães) da Praça de Maio foi criada em 1977, quando mulheres argentinas passaram a ocupar a Praça de Maio, no centro de Buenos Aires, exigindo descobrir o paradeiro dos seus filhos e netos. Cada caso solucionado recebe um número - como o 132 de José Morales (filho de pais mortos na ditadura) - e se calcula que ainda existam centenas deles a serem finalizados.
No Brasil, a Lei da Anistia foi aprovada em 1979, no governo do general Figueiredo. Seu lema era “ampla, geral e irrestrita”, cunhado pelo jurista Aloysio Picanço.
O relatório da Comissão da Verdade no Brasil foi divulgado em 10 de dezembro de 2014, no Palácio do Planalto. Esta comissão foi criada para apurar as violações contra os direitos humanos, especialmente durante a ditadura civil-militar (1964-1985) no Brasil.
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/comissao-da-verdade-criada-para-apurar-crimes-da-ditadura-militar-faz-10-anos/  (Adaptado)

Em relação às ações tomadas, após o fim da ditadura civil-militar na Argentina e no Brasil, pode-se afirmar que
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Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728693 História
Leia o texto sobre a participação feminina na luta de independência de Moçambique, ocorrida em 1975. Analise, também, a imagem da famosa guerrilheira Josina Machel.
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A combatente Maconde se identificou como moradora de Namaua, do distrito de Mueda em Cabo Delgado e pertencente a uma família de sete irmãos. Em seu depoimento fez a seguinte consideração: “Quando nós mulheres começamos a trabalhar, houve forte oposição à nossa participação porque isso era contrário à nossa tradição. Iniciamos então uma grande campanha, explicando por que razão nós também devíamos combater, [...] que nós mulheres éramos mesmo mais oprimidas que os homens, que tínhamos os mesmos direitos e a mesma determinação de combater. Insistimos para que nos fosse dado treino militar e armas (Voz da Revolução, mar. 1979, p. 28).
Josina Machel ocupou cargos importantes na FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique) e participou da luta armada. Acreditava que as mulheres deveriam lutar ao lado dos homens para a libertação de Moçambique da dominação colonial. Em 1968, estimulou a criação de centros de saúde para soldados feridos e traumatizados e de escolas e creches para as crianças e órfãos. Considerava a educação de meninos e de meninas importante para a construção da nação. [...]Em 1972, o dia de sua morte foi declarado como o Dia Nacional das Mulheres Moçambicanas. Ela até hoje é lembrada como heroína da Luta de Libertação Nacional, sendo homenageada em monumentos, logradouros e estabelecimentos públicos.
Para o presidente Samora Machel, a emancipação feminina não consistia em igualar homens e mulheres e criticava o feminismo, acusando de ser um grupo de mulheres liberais que confundiam os propósitos de libertação e apontava os riscos de uma emancipação espelhada nos países capitalistas [...].   https://www.mozambiquehistory.net/people/josina/images/josina_marching.jpg

As mulheres moçambicanas participaram ativamente da luta armada pela libertação de Moçambique, na África, contra a dominação colonial portuguesa. Sobre a situação das mulheres na sociedade moçambicana do pós- independência, é correto afirmar que
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Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728694 História
Veja em imagem e no cordel uma figura poderosa maranhense.
24.png (308×280)    Cordel
Todo mundo quer saber Quando vem ao Maranhão A história de Ana Jansen E a sua maldição Vou contar neste livrinho Que o prezado tem na mão
Mas adianto ao leitor Pra tomar certo cuidado Se o sujeito é medroso Com tudo fica alterado É melhor ler Walt Disney Pra não sair borrado
MARQUES, Wilson. A verdadeira história de Ana Jansen e sua carruagem encantada. São Luís, Casa do autor maranhense, s/d.   Ana Jansen, a “Rainha do Maranhão”, é uma personagem histórica da sociedade maranhense do século XIX, retratada como uma mulher autoritária, maquiavélica e cruel, com sua imagem sendo mais temida do que respeitada, tendo, por isso, se tornado enredo de uma lenda de assombração. Esse imaginário sobre Ana Jansen se deve a sua
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Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728695 História
O poeta maranhense Gonçalves Dias, da geração do romantismo brasileiro, no século XIX, é o símbolo máximo do Indianismo pela centralidade da temática indígena em suas poesias, a exemplo de O Canto do Piaga, poema no qual idealiza o indígena como representante da identidade nacional.
Veja o indígena nas palavras de Gonçalves Dias.

O primeiro tópico de que havemos de tratar na história do Brasil é o dos Índios. [...] Eles são instrumento do quanto aqui se praticou de útil ou de glorioso; são o princípio de todas as nossas cousas; são os que deram a base para o nosso caráter nacional; ainda mal desenvolvido, e será a coroa da nossa prosperidade o dia da sua inteira reabilitação (sic) (Gonçalves Dias, 1850, p. 28-29).

A idealização do poeta não escondia a situação vivida pelas populações indígenas no Pós-Independência, ao longo da construção do Estado nacional brasileiro, caracterizada por
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Respostas
1: B
2: C
3: D
4: A
5: E