Questões de Vestibular UFPR 2023 para Jornalismo
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Leia o trecho a seguir: Na China e no Japão, a impressão já era praticada há muito tempo — desde o século VIII, se não antes —, mas o método geralmente utilizado era o chamado de ‘impressão em bloco’: usava-se um bloco de madeira entalhada para imprimir uma única página de um texto específico. O procedimento era apropriado para culturas que empregavam milhares de ideogramas, e não um alfabeto de 20 ou 30 letras.
BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. De Gutenberg a internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 24.
O modo de impressão em bloco é uma boa explicação dos limites de imprensa na China e no Japão. No ocidente, não havia esse limite, o que permitiu a principal inovação trazida por Johannes Gutenberg, os tipos móveis. Por qual motivo não havia esse limite na Alemanha, onde surgiu a imprensa?
Assinale a alternativa correta.
1. A monopolização é a ausência de contrapropaganda no espaço público. 2. A canalização é mobilização de atitudes básicas, de comportamentos predispostos. 3. A suplementação é a utilização de meios alternativos para ampliar o público atingido.
Assinale a alternativa correta.
Leia o trecho a seguir:
A mensagem de qualquer meio ou tecnologia é a mudança de escala ou ritmo ou padrão que introduz nos assuntos humanos... As consequências pessoais e sociais de qualquer meio – ou seja, de qualquer extensão de nós mesmos – é o resultado da nova escala que se introduz em nossos assuntos por cada extensão de nós, ou por cada tecnologia... A estrada de ferro não introduziu o movimento, o transporte, a roda ou estrada na sociedade humana, mas acelerou e aumentou a escala das funções humanas prévias, criando cidades totalmente novas e novos tipos de trabalhos e entretenimentos.
MCLUHAN, Marshall. Os Meios de Comunicação como Extensões do Homem. São Paulo: Editora Cultrix, 1996.
Esse trecho ilustra de maneira mais clara um dos postulados mais famosos do autor canadense. Qual?
Leia o trecho a seguir: Há casos em que seria impossível a cooperação de um entrevistado, não fosse o sigilo. Situações delicadas, aquelas em que a identificação da fonte a coloca em risco. Só assim para justificar um veículo usar recurso que atinge sua credibilidade – se não podemos atribuir paternidade a uma informação, como saber se não foi inventada? Mas o uso indiscriminado do off, nas reportagens em que não é evidente o risco à fonte, virou álibi à apuração preguiçosa, de quem aceita, por inércia, anonimato de qualquer entrevistado.
PEREIRA JUNIOR, Luiz Costa Pereira. Guia para a edição jornalística. Vozes, 2006, p. 59.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o tema, o sigilo de fonte ou off the record é:
Em relação a termos utilizados no telejornalismo, considere as seguintes definições:
1. Nota coberta: notícia rápida sem ilustração que o repórter faz. É fora da bancada. Pode ser simples ou com entrevistado.
2. Stand up: notícia sintética de introdução da reportagem, cuja última frase contém a deixa para o início do VT.
3. Teaser: aparição do repórter ou imagens durante a escalada.
4. Escalada: as manchetes do dia.
Assinale a alternativa correta.
Leia o trecho a seguir:
Os anos que passou em Nova York parecem ter sido uma etapa importante de sua formação e teriam exercido uma grande influência nas considerações sociológicas sobre a cidade que faria em sua carreira posterior. Park, como outros jornalistas, via a grande cidade como uma escola de aprendizagem. Por outro lado, a experiência de Manhattan desenvolveu em Park o sentido de uma organização em grande escala e da interdependência na vida da cidade.
CONDE, Maria Rosa Berganza. A contribuição de Robert E. Park, o jornalista que se converteu em sociólogo, à teoria da informação. In: BERGER, Christa; MAROCCO, Beatriz. A era glacial do jornalismo: teorias sociais da imprensa. Porto Alegre: Sulina, 2008. pp. 15-32.
Com base no princípio da cidade como laboratório social e da corrente de estudos da Escola de Chicago, criada e desenvolvida nos Estados Unidos na transição entre os séculos XIX e XX, assinale a alternativa correta.