Questões de Vestibular UFPR 2022 para Prova de Conhecimentos Gerais

Foram encontradas 4 questões

Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2022 - UFPR - Prova de Conhecimentos Gerais |
Q3265601 Filosofia
Pintar um rosto como “objeto” não é despojá-lo do que “traz pensado”. “Acho que o pintor o interpreta”, diz Cézanne, “o pintor não é imbecil”. Mas esta interpretação não deve ser pensada separadamente da visão. “[Ao] pintar todos os pequenos azuis e todos os pequenos marrons, [ele faz] olhar como ele olha ... Ao diabo se duvidarem como, casando um verde matizado com um vermelho, entristece-se uma boca ou faz-se sorrir uma face”.

(MERLEAU-PONTY, Maurice. A dúvida de Cézanne. São Paulo: Abril Cultural, 1975. p. 118. Coleção Os Pensadores.)

De acordo com essa passagem e com o ensaio de que foi retirada, é correto afirmar que cabe ao pintor:
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Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2022 - UFPR - Prova de Conhecimentos Gerais |
Q3265602 Filosofia
As afirmações a seguir são de Hylas e foram todas retiradas do Diálogo entre Hylas e Philonous, de George Berkeley. Qual delas mostra que Hylas finalmente admitiu o idealismo defendido por seu interlocutor, Philonous?

(BERKELEY, George. Três diálogos entre Hylas e Philonous. Curitiba: UFPR. SCHLA, 2012, p. 29, 73, 37, 63 e 51, respectivamente.) 
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Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2022 - UFPR - Prova de Conhecimentos Gerais |
Q3265603 Filosofia

Os homens supõem comumente que todas as coisas da natureza agem, como eles mesmos, em consideração de um fim, e até chegam a ter por certo que o próprio Deus dirige todas as coisas para determinado fim, pois dizem que Deus fez todas as coisas em consideração do homem, e que criou o homem para que lhe prestasse culto.


(ESPINOSA, B. Ética. São Paulo: Abril Cultural, 1973. Livro I. Apêndice. p. 117. Coleção Os Pensadores.)


Nesta passagem, Espinosa:

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Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2022 - UFPR - Prova de Conhecimentos Gerais |
Q3265605 Filosofia
[As] experiências comuns resultantes do lugar social que ocupam impedem que a população negra acesse certos espaços. […] Quando falamos de direito à existência digna, à voz, estamos falando de locus [lugar] social, de como este lugar imposto dificulta a possibilidade de transcendência. Absolutamente não tem a ver com uma visão essencialista de que somente o negro pode falar de racismo, por exemplo.
(RIBEIRO, Djamila. O que é lugar de fala? Belo Horizonte: Editora Letramento, 2017. p. 64.)

De acordo com a passagem acima e com a obra de que foi retirada, locus social é o lugar: 
Alternativas
Respostas
1: E
2: B
3: C
4: D