"Criada vida artificial” e “Ciência cria primeira célula
sintética” foram algumas das manchetes que citaram o
trabalho de Craig Venter, publicado na revista Science.
Na realidade, foi uma bela obra de engenharia genética,
mas não se criou vida. A equipe de cientistas utilizou
vidas existentes, tanto de bactérias como de leveduras,
para conseguir esse feito. Foram 15 anos de trabalho,
envolvendo 24 cientistas, a um custo de US$ 40
milhões. (...) A estratégia para criar a bactéria de Craig
Venter poderá permitir aprimorar as técnicas de
engenharia genética, produzindo novos microrganismos
úteis ao homem, como, por exemplo, bactérias mais
eficientes em degradar a celulose ou o plástico, gerando
novas formas de combustível biodegradável. Mayana Zatz, Pesquisa Fapesp,
Edição impressa nº 172, Junho 2010. Adaptado.
Considere as seguintes afirmações, elaboradas com
base na leitura do texto:
I. O cientista Craig Venter criou vida artificial ao
empregar técnicas de engenharia genética.
II. As bactérias sintetizadas pelos pesquisadores são
capazes de degradar celulose e plástico.
III. Leveduras e bactérias foram os organismos
empregados nos experimentos de Craig Venter.
IV. Novos microrganismos, úteis ao homem, poderão
ser criados com o aprimoramento das técnicas de
engenharia genética.
São corretas apenas as afirmações