Questões de Vestibular EMESCAM 2025 para Vestibular Medicina - Primeiro Semestre

Foram encontradas 60 questões

Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747649 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747650 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747651 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747652 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.
Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747653 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Releia o trecho a seguir.
“A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.
A função da oração subordinada em destaque no período é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747654 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Releia o trecho a seguir.


“Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747655 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
Releia o trecho a seguir.
“Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.”
Considerando a gramática normativa, assinale a alternativa que apresenta a reescrita desse trecho sem que haja alteração do sentido original.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747656 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
O texto II apresenta uma finalidade motivacional ao 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747657 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
Releia o trecho a seguir.
“A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.”
Na oração em destaque, a colocação pronominal justifica‑se pela 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747658 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
Considerando o propósito comunicativo, predomina no texto II a função da linguagem cujo foco é 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747659 Inglês
Read the following text.
Henry Lester, professor of biology at Caltech, discusses the effects of nicotine addiction on the brain.
Tobacco originated in the Americas, where humans have known some of its effects for at least 10,000 years. Beginning some 500 years ago, ocean crossings spread tobacco use to all other continents. We are essentially the only species that has learned how to use small amounts of plant toxins — which provide the selective advantage of sickening or poisoning animals who might eat them — for our own purposes. For tobacco, that toxin is nicotine. In addition to their historical medicinal and ritual uses, these substances, over time, have come to serve as guides, models, and touchstones for learning about the brain and opening many fields of neuroscience.
We have learned from tobacco and nicotine that it is possible to isolate single chemicals from plants that cause toxic effects on herbivores and valued effects on people. We’ve learned that it’s possible to define chemical processes in the human brain that are activated, inhibited, or otherwise manipulated by those substances.
Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brain-when-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.
According to the text, what is one of the main discoveries made from the study of tobacco and nicotine?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747660 Inglês
INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

What happens in the brain when people smoke?
When nicotine enters the lungs, it’s in the brain 20 seconds later. In this journey, nicotine has traveled through the cells in the lungs to the blood — and then from the blood to the brain, passing through the blood‑brain barrier. In all, nicotine passes through six membranes when it’s smoked or vaped.
Once nicotine is in the brain, it activates the most sensitive nicotinic receptors on membranes of nerve cells, or neurons, but it also travels through the membrane to enter the neuron. Finally, it passes into the organelles of the neuron, where proteins, including the nicotinic receptor, are being made. When a person smokes, nicotine actually helps the cell to assemble more nicotinic receptors, which travel out of the endoplasmic reticulum (part of the cellular transportation system) and onto the surface of the cell. It’s as though nicotine is acting as a pharmacological “chaperone” to bring those receptors to the surface of the cell.
We have labeled this process “inside out” pharmacology. In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction, my lab and others study how this so‑called chaperoning or upregulating of nicotinic receptors is necessary for the early stages of nicotine dependence, ultimately underlying the brain’s addiction to nicotine. When a person stops taking nicotine, the natural acetylcholine cannot sufficiently activate the upregulated receptors. They produce craving and other symptoms of withdrawal.
Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/ neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.
What is the primary function of nicotine in the process the author calls “inside out” pharmacology?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747661 Inglês
INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

What happens in the brain when people smoke?
When nicotine enters the lungs, it’s in the brain 20 seconds later. In this journey, nicotine has traveled through the cells in the lungs to the blood — and then from the blood to the brain, passing through the blood‑brain barrier. In all, nicotine passes through six membranes when it’s smoked or vaped.
Once nicotine is in the brain, it activates the most sensitive nicotinic receptors on membranes of nerve cells, or neurons, but it also travels through the membrane to enter the neuron. Finally, it passes into the organelles of the neuron, where proteins, including the nicotinic receptor, are being made. When a person smokes, nicotine actually helps the cell to assemble more nicotinic receptors, which travel out of the endoplasmic reticulum (part of the cellular transportation system) and onto the surface of the cell. It’s as though nicotine is acting as a pharmacological “chaperone” to bring those receptors to the surface of the cell.
We have labeled this process “inside out” pharmacology. In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction, my lab and others study how this so‑called chaperoning or upregulating of nicotinic receptors is necessary for the early stages of nicotine dependence, ultimately underlying the brain’s addiction to nicotine. When a person stops taking nicotine, the natural acetylcholine cannot sufficiently activate the upregulated receptors. They produce craving and other symptoms of withdrawal.
Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/ neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.
The word unravel in the sentence “In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction...” is closest in meaning to 
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747662 Inglês
INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

How can neuroscience lead to treatments for nicotine addiction?
Around a billion people still smoke, so we clearly have more to learn about effective treatments for nicotine addiction. Medications that can help include bupropion, a classical antidepressant, which mostly helps people who are depressed to stop smoking; and varenicline, which imitates nicotine in some ways but prevents nicotinic receptors from being fully activated.
Some nicotine cessation products, such as gums and patches and inhalers, use nicotine itself in the hope that it can be delivered in small enough quantities and over a long enough period of time that nicotine receptors will only be partially chaperoned, helping to reduce upregulation while the individual works on quitting smoking.
We still need more and better science to figure out the pharmacokinetics of nicotine: How fast does it enter the body? How long does it stay in the body? To that end, along with a team of collaborators — including Caltech professors Wei Gao (professor of medical engineering), Dennis Dougherty (George Grant Hoag Professor of Chemistry), and Stephen Mayo (Bren Professor of Biology and Chemistry), and Professor Neal Benowitz of UC San Francisco — we have been working to develop a wearable device that resembles the continuous glucose monitor used by Type 1 diabetes patients.
We will use this monitor to measure nicotine while a person smokes or vapes or uses a nicotine pouch so that we can fully understand how an individual metabolizes nicotine and relate this knowledge to a century’s worth of work on nicotinic receptors and nicotine addiction.
Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025
The text suggests that products designed to help people quit nicotine, such as gums and patches, are effective by 
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747663 Inglês
INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

How can neuroscience lead to treatments for nicotine addiction?
Around a billion people still smoke, so we clearly have more to learn about effective treatments for nicotine addiction. Medications that can help include bupropion, a classical antidepressant, which mostly helps people who are depressed to stop smoking; and varenicline, which imitates nicotine in some ways but prevents nicotinic receptors from being fully activated.
Some nicotine cessation products, such as gums and patches and inhalers, use nicotine itself in the hope that it can be delivered in small enough quantities and over a long enough period of time that nicotine receptors will only be partially chaperoned, helping to reduce upregulation while the individual works on quitting smoking.
We still need more and better science to figure out the pharmacokinetics of nicotine: How fast does it enter the body? How long does it stay in the body? To that end, along with a team of collaborators — including Caltech professors Wei Gao (professor of medical engineering), Dennis Dougherty (George Grant Hoag Professor of Chemistry), and Stephen Mayo (Bren Professor of Biology and Chemistry), and Professor Neal Benowitz of UC San Francisco — we have been working to develop a wearable device that resembles the continuous glucose monitor used by Type 1 diabetes patients.
We will use this monitor to measure nicotine while a person smokes or vapes or uses a nicotine pouch so that we can fully understand how an individual metabolizes nicotine and relate this knowledge to a century’s worth of work on nicotinic receptors and nicotine addiction.
Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025
What is the primary purpose of the new wearable gadget being developed by the author and his tea 
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747664 Matemática
Uma criança de oito anos de idade pesa 42 kg e está recebendo um medicamento intravenoso diluído em soro fisiológico. Segundo a bula do medicamento, a dose completa a ser recebida deve ser de 5 mg para cada kg de massa corporal do paciente.
Se a solução é administrada com vazão constante de 1 mg/min, o tempo necessário para a sua conclusão é de
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747665 Matemática

Observe os gráficos das funções f(x)=ax+5 e g(x)=2x+b no plano cartesiano a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Se as duas funções interceptam‑se no ponto (4, 3), a soma a+b dos coeficientes desconhecidos nas funções dadas vale

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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747666 Medicina
Em uma pesquisa para aprovação de uma vacina em fase experimental para prevenir a infecção pelo vírus X, participaram 2 500 voluntários. Destes, 500 receberam um placebo (substância sem efeito no organismo), e o restante recebeu a vacina, propriamente. Todos os voluntários foram testados um ano depois de receberem as doses (de vacina ou de placebo). Nos testes, verificou‑se que 1% dos que receberam a vacina contraíram o vírus X no período, enquanto 10% dos que receberam o placebo também contraíram o vírus X.
Escolhendo‑se ao acaso um voluntário que contraiu o vírus, a probabilidade de que ele tenha recebido a vacina é de
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747667 Matemática
A prefeitura de uma cidade de 40 mil habitantes está colocando em prática um plano de vacinação contra Gripe H1N1. No atual estágio da campanha, espera‑se vacinar 70% da população. Nesse cenário, já foram vacinadas 21 mil pessoas.
Considerando a população esperada nesse estágio da campanha para vacinação, a porcentagem de pessoas que ainda não receberam a vacina é igual a
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747668 Raciocínio Lógico
Após uma pesquisa de mercado, uma empresa de cosméticos resolveu lançar uma linha de protetores solares em diversas formas e modelos. O produto em spray foi lançado em versões de 90 mL e 150 mL, ambas com 3 fatores de proteção solar (FPS): 30, 50 ou 70. Já o produto em creme foi lançado em versões de 90 g, 120 g e 200 g, cada uma delas com FPS 15, 30 ou 50.
Uma pessoa deseja comprar três itens diferentes (considerando todas as especificações mencionadas), sendo um em spray e dois em creme, dentre os protetores solares lançados pela empresa.
De quantas maneiras distintas essa escolha pode ser feita?
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: C
4: A
5: B
6: C
7: B
8: A
9: A
10: D
11: B
12: D
13: B
14: C
15: B
16: C
17: A
18: D
19: A
20: B