Os textos V, VI, VII e VIII são comentários presentes na postagem, Texto IV. Leia-os com atenção para responder a questão.
TEXTO IV

Legenda: É oficial: o Brasil bateu a marca de mais de 500 mil influenciadores digitais, segundo levantamento feito pela multinacional Nielsen. O número já é equivalente à quantidade de médicos registrados no Conselho Federal de Medicina (CFM) em 2022. O que nos leva a refletir: além de bom profissional, a gente vai ter que virar influencer, TikToker, topvoice do LinkedIn também? Onde ficam os lowprofiles, quem não tem tanto tempo e nem acesso a tudo que as redes exigem e as pessoas que só querem desempenhar a própria profissão sem transformar as redes sociais em um negócio? Compartilhar as nossas expertises por aqui pode ser ótimo, mas quando isso vira uma obrigação que reflete na remuneração, se transforma em sobrecarga e se torna pré-requisito para ter um emprego e o mínimo de reconhecimento, aí é que a gente sabe que a cultura de trabalho não vai nada bem. No post de hoje queremos falar dos dois lados da moeda. Você que nutre o seu perfil profissional aqui e nas redes vizinhas: qual é a sua maior dificuldade? Como lida com a dupla jornada de fazer o seu trabalho e ainda postar? Você já enfrentou ou enfrenta comentários depreciativos de colegas de profissão, por exemplo? E quem é do time de não compartilhar o trabalho: já sentiu ou sente pressão para criar também? O medo de ficar de fora do mercado bate por aí?
Fonte: https://www.instagram.com/p/CftWaCzsi8T/?img index=1. Acesso em: 10 jul. 2024.
TEXTO V

Fonte: https://www.instagram.com/p/Cft WaCzsi8T/?img index=1. Acesso em: 10 jul. 2024.
TEXTO VI

Fonte: https://www.instagram.com/p/CftWa Czsi8T/?img index=1. Acesso em: 10 jul. 2024.
TEXTO VII

Fonte: https://www.instagram.com/p/C ftWaCzsi8T/?img index=1. Acesso em: 10 jul. 2024.
TEXTO VIII

Fonte: https://www.instagram.com/p/C ftWaCzsi8T/?img index=1. Acesso em: 10 jul. 2024.