Questões de Vestibular UFJF 2024 para Vestibular - Módulo 1 - Dia 2
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A partir dessa informação, tendo como base o poema de Jarid Arraes e a canção de Chico Buarque (Texto II), marque a opção cujos versos, de ambos os textos, melhor indiquem a representação da expressão do racismo na sociedade brasileira:
Observe a figura abaixo.

Fonte: https://www.facebook.com/tirasarmandinho. Acesso em 28 jun. 2024.
A ciência analisa fatos científicos, que terão sua veracidade ou falsidade comprovadas, sustentados pelas evidências científicas. Qual a sequência de passos CORRETA para a comprovação do processo de investigação científica?
Observe a tirinha abaixo:

Disponível em https://www. researchgate.net/figure/Figura-3- Tirinha-publicada-em-15-dez-2012 fig2 348310155. Acessado em 12 jun. 2024.
Em relação à questão abordada na tirinha, sabe-se que a hidrólise de tal intolerância produz dois monossacarídeos, sendo um deles a galactose. Marque a alternativa que identifica o outro monossacarídeo resultante da hidrólise.
Um automóvel percorre o primeiro trecho de uma rodovia de 200 km a 100 km/h e, logo em seguida, o segundo trecho de 70 km a 70 km/h. De acordo com esses dados, a velocidade média no percurso total é igual a
Dois ciclistas, A e B, estão treinando em uma ciclovia retilínea, e o gráfico abaixo apresenta dados sobre o movimento de ambos, no mesmo sentido da ciclovia.

Sabendo que, no instante de tempo t = 0 s, A e B se encontram um ao lado do outro (mesma posição na ciclovia). Assinale a afirmativa CORRETA.
Leia atentamente o trecho abaixo:
(...) o século VII, talvez a centúria medieval que menos obras escritas nos legou, produziu mais livros do que toda a Antiguidade junta, com exceção do século IV depois de Cristo. Ou seja, as trevas da Alta Idade Média certamente não podem ser vistas como o recuo da cultura, do letramento (...)
Fonte: WICKHAM,C. O Legado de Roma:iluminando a Idade das Trevas. Campinas: Editora da Unicamp, Imprensa Oficial do estado de São Paulo, SP, 2019.
Com relação à associação entre Alta Idade Média (séculos V ao X) como Idade das Trevas assinale a alternativa CORRETA:
Observe a tabela abaixo para responder a questão.

Disponível em: https://www.scielo.br/j/topoi/a/q4JLZ8GD6tXTdJR5CY7gzhz/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 17 jun. 2024 (Adaptado)
Observe a tabela acima.
Esses dados podem ser explicados pelo conceito de “diáspora africana” pelo qual se entende o tráfico forçado de indivíduos das áreas de relações comerciais e alvos da expansão colonial dos europeus em diferentes regiões geográficas do continente africano enviados para o Novo Mundo.
Tomando como referência a tabela, assinale a alternativa CORRETA:
TEXTO I
A primeira referência a quilombo que surge em documento oficial português data de 1559, mas somente em 1740 (...) as autoridades portuguesas definem, ao seu modo, o que significa quilombo: “toda habitação de negros fugidos que passem de cinco, em parte desprovida, ainda que não tenham ranchos levantados nem se achem pilões neles”.
Disponível em: https://tinyurl.com/bsj4s9y9 Acesso em: 18/06/2024
TEXTO II
“Quilombismo não significa escravo fugido. Quilombo quer dizer reunião fraterna e livre, solidariedade, convivência, comunhão existencial”. “(...) “o quilombismo é um movimento político dos negros brasileiros”.
Disponível em: https://kn.org.br/oq/2019/02/14/um-pouco-dehistoria-o-quilombismo/ Acesso em: 18/06/24.
Observe a Imagem abaixo.

Retrato de Luís XIV. Disponível em: https://collections.louvre. fr/en/ark:/53355/cl010066115. Acesso em: 08/06/24.
Analise o Retrato de Luís XIV e assinale a alternativa CORRETA:
Leia a poesia abaixo, de autoria da escritora indígena, Eliane Potiguara.
Brasil
Que fao com a minha cara de índia?
E meus cabelos
E minhas rugas
E minha história
E meus segredos?
Que fao com a minha cara de índia?
E meus espíritos
E minha força
E meu tupã
E meus círculos?
(...)Que faço com a minha cara de índia?
E meu sangue
E minha consciência
E minha luta
E nossos filhos
Brasil, o que faço com a minha cara de índia?
Não sou violência
Ou estupro
Eu sou história
Eu sou cunhã
Barriga brasileira
(...) Ventre que gerou
O povo brasileiro
Hoje está só...
A barriga da mãe fecunda
E os cânticos que outrora cantavam
Hoje são gritos de guerra
Contra o massacre imundo.
Fonte: POTIGUARA, Eliane. Metade Cara, Metade Máscara. 3ª ed. Rio de Janeiro, Grumin Edições, 2018.