Questões de Vestibular
Sobre radioatividade: reações de fissão e fusão nuclear, desintegração radioativa e radioisótopos. em química
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O radioisótopo
é inserido em cápsulas. Para realizar a
radioterapia, o paciente é isolado em instalação hospitalar
adequada onde ingere uma dessas cápsulas e permanece
internado até que a atividade do radioisótopo atinja valores
considerados seguros, o que ocorre após o tempo mínimo
correspondente a 3 meias-vidas do radioisótopo. A figura apresenta a curva de decaimento radioativo para
O radioisótopo
e o tempo mínimo que o paciente deve
permanecer internado e isolado quando é submetido a esse
tipo de radioterapia são, respectivamente,
SILVEIRA, Evanildo da. O ouro do século XXI. Planeta. São Paulo: Três, a. 45, e. 533, ago. 2017, p. 36-39. Adaptado.
Considerando-se as informações e as propriedades dos elementos químicos, é correto afirmar:
Um sistema contém 124 g de um radioisótopo hipotético abX cujo tempo de meia-vida é de 8 anos e que se transforma no elemento químico a-20b-8Y após o decaimento radioativo. O tempo, em anos, necessário para que a massa do radioisótopo seja reduzida a 25 % da massa inicial, e o número de partículas β emitidas no processo
Algumas categorias de câncer de tireoide podem ser tratadas por meio de um tipo de radioterapia em que o radioisótopo é disponibilizado no interior do organismo do paciente. Dessa forma, a radiação é emitida diretamente no órgão a ser tratado e os efeitos colaterais são diminuídos. O radioisótopo usado nesse tipo de radioterapia decai de acordo com a equação.

O radioisótopo
é inserido em cápsulas. Para realizar a
radioterapia, o paciente é isolado em instalação hospitalar
adequada onde ingere uma dessas cápsulas e permanece
internado até que a atividade do radioisótopo atinja valores
considerados seguros, o que ocorre após o tempo mínimo
correspondente a 3 meias-vidas do radioisótopo.
A figura apresenta a curva de decaimento radioativo para
.

(http://www.scielo.br/pdf/abem/v51n7/a02v51n7.pdf. Adaptado)
O radioisótopo
e o tempo mínimo que o paciente deve
permanecer internado e isolado quando é submetido a esse
tipo de radioterapia são, respectivamente,
, originário do decaimento radioativo do potássio 40,
, e o xenônio tem nove, a exemplo do
xenônio 129,
, obtido a partir do decaimento do iodo radiativo 129,
, que não existe mais nesse planeta.
(CLAUDE; STEPHEN, 2013, p. 13). Considerando-se as informações e os conhecimentos sobre estrutura atômica e radioatividade, é correto afirmar:
, e iodo-131,
(http://www.cnen.gov.br/radiofarmacos. Adaptado)
Os átomos de iodo-123 e iodo-131 possuem
Estima-se que, a cada segundo, 657 milhões de toneladas de hidrogênio estejam produzindo 653 milhões de toneladas de hélio. Supõe-se que a diferença, 4 milhões de toneladas, equivalha à energia liberada e enviada para o espaço.
(Angélica Ambrogi et al. Unidades modulares de química, 1987. Adaptado.)
Sobre a situação apresentada no texto foram feitas três afirmações:
I. A quantidade de energia enviada para o espaço a cada segundo, equivalente a aproximadamente 4 milhões de toneladas de hidrogênio, pode ser estimada pela equação de Einstein, E = mc2 .
II. Todas as reações de fusão nuclear representadas são endotérmicas.
III. No conjunto das equações apresentadas, nota-se a presença de 3 isótopos do hidrogênio e 2 do hélio.
É correto o que se afirma somente em
No que diz respeito aos ciclos de combustíveis nucleares empregados nos reatores, a expressão “fértil” refere-se ao material que produz um nuclídeo físsil após captura de nêutron, sendo que a expressão “físsil” refere-se ao material cuja captura de nêutron é seguida de fissão nuclear.
(José Ribeiro da Costa. Curso de introdução ao estudo dos ciclos de combustível, 1972. Adaptado.)
Assim, o nuclídeo Th-232 é considerado fértil, pois produz nuclídeo físsil, pela sequência de reações nucleares:
232Th + 1n → 233Th → 233Pa + β–
233Pa → nuclídeo físsil + β–
O nuclídeo físsil formado nessa sequência de reações é o
Tal afirmação é referente a:
O elemento de número atômico 117 foi o mais novo dos elementos artificiais obtidos em um acelerador de partículas. Recentemente, a IUPAC (União Internacional de Química Pura e Aplicada) anunciou que o nome sugerido para esse novo elemento é Tennessino. Alguns átomos do isótopo 293 desse elemento foram obtidos a partir do bombardeamento de um alvo contendo 13 mg de 249Bk por um feixe de núcleos de um isótopo específico. A reação produziu quatro nêutrons, além do isótopo 293 do elemento de número atômico 117.
• O isótopo que compõe o feixe de núcleos utilizado no acelerador de partículas para a obtenção do Tennessino é melhor representado por

A nova Tabela Periódica, atualizada em março de 2017 pela
IUPAC, contém os nomes e símbolos dos elementos químicos
niônio113, moscóvio115, tennessínio117 e oganessônio118,
em homenagem aos pesquisadores e descobridores
japoneses, russos e americanos. Os novos elementos são
transactinoides de existência efêmera, de frações de segundos
e foram sintetizados nos aceleradores de partículas. Assim,
completam o sétimo período da Tabela. A equipe de
pesquisadores do niônio113, vai em busca do 119 e de suas
propriedades, o primeiro elemento químico do oitavo período.
As propriedades periódicas dos elementos químicos,
organizados em grupos e períodos, estão relacionadas aos
números atômicos e configurações eletrônicas. As tendências
dessas propriedades são verificadas em um grupo ou de um
grupo para o outro, ou entre elementos de um período.
O livro “As Garotas da Cidade Atômica” (Denise Kiernan), lançado em 2015, aborda a presença de mulheres anônimas, que passaram despercebidas pela história, recrutadas em todos os Estados Unidos para trabalharem na cidade secreta de Oak Ridge em troca de bons salários. A cidade era sede do Projeto Manhattan, codinome de um plano criado para enriquecer urânio e criar bombas para uso bélico.
Eram secundaristas, químicas, estatísticas e secretárias, que pouco ou nada sabiam sobre o real propósito do que faziam e do misterioso projeto. A finalidade só foi divulgada ao mundo após o lançamento das bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em agosto de 1945.
Uma das possíveis reações de fissão nuclear, que ocorre na explosão da bomba atômica está representada a seguir:
92U235 + 0 n1 → 56 Ba141 + 36Kr 92 + 3 X + energia
Na equação apresentada, X representa a:
