Questões de Vestibular Comentadas sobre não definido

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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747660 Inglês
INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.

What happens in the brain when people smoke?
When nicotine enters the lungs, it’s in the brain 20 seconds later. In this journey, nicotine has traveled through the cells in the lungs to the blood — and then from the blood to the brain, passing through the blood‑brain barrier. In all, nicotine passes through six membranes when it’s smoked or vaped.
Once nicotine is in the brain, it activates the most sensitive nicotinic receptors on membranes of nerve cells, or neurons, but it also travels through the membrane to enter the neuron. Finally, it passes into the organelles of the neuron, where proteins, including the nicotinic receptor, are being made. When a person smokes, nicotine actually helps the cell to assemble more nicotinic receptors, which travel out of the endoplasmic reticulum (part of the cellular transportation system) and onto the surface of the cell. It’s as though nicotine is acting as a pharmacological “chaperone” to bring those receptors to the surface of the cell.
We have labeled this process “inside out” pharmacology. In trying to unravel the cell biology of nicotine addiction, my lab and others study how this so‑called chaperoning or upregulating of nicotinic receptors is necessary for the early stages of nicotine dependence, ultimately underlying the brain’s addiction to nicotine. When a person stops taking nicotine, the natural acetylcholine cannot sufficiently activate the upregulated receptors. They produce craving and other symptoms of withdrawal.
Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/ neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brainwhen-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.
What is the primary function of nicotine in the process the author calls “inside out” pharmacology?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747659 Inglês
Read the following text.
Henry Lester, professor of biology at Caltech, discusses the effects of nicotine addiction on the brain.
Tobacco originated in the Americas, where humans have known some of its effects for at least 10,000 years. Beginning some 500 years ago, ocean crossings spread tobacco use to all other continents. We are essentially the only species that has learned how to use small amounts of plant toxins — which provide the selective advantage of sickening or poisoning animals who might eat them — for our own purposes. For tobacco, that toxin is nicotine. In addition to their historical medicinal and ritual uses, these substances, over time, have come to serve as guides, models, and touchstones for learning about the brain and opening many fields of neuroscience.
We have learned from tobacco and nicotine that it is possible to isolate single chemicals from plants that cause toxic effects on herbivores and valued effects on people. We’ve learned that it’s possible to define chemical processes in the human brain that are activated, inhibited, or otherwise manipulated by those substances.
Available at: https://scienceexchange.caltech.edu/topics/neuroscience/neuroscience-experts/nicotine-addictionneuroscience-henry-lester#what-happens-in-the-brain-when-people-smoke. Accessed on: Aug 1st, 2025.
According to the text, what is one of the main discoveries made from the study of tobacco and nicotine?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747658 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
Considerando o propósito comunicativo, predomina no texto II a função da linguagem cujo foco é 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747657 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
Releia o trecho a seguir.
“A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.”
Na oração em destaque, a colocação pronominal justifica‑se pela 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747656 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
O texto II apresenta uma finalidade motivacional ao 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747655 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.
TEXTO II
Raquel Castanharo, influenciadora e fisioterapeuta, foi diagnosticada com câncer de mama apenas 17 dias antes de sua primeira maratona. Apesar de já sentir um nódulo há anos, exames anteriores não indicaram a presença da doença. O tumor, classificado como luminal B, media 5 centímetros e crescia lentamente. Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.
Em julho, Raquel iniciou a quimioterapia, começando com os ciclos vermelhos a cada 15 dias. O exercício físico se tornou um aliado importante para lidar com os efeitos colaterais do tratamento. A influenciadora, que nunca se considerou uma corredora, encontrou prazer na corrida ao se permitir ser mais lenta, superando a pressão do desempenho.
Disponível em: https://www.portaltela.com/cotidiano/saude/2025/09/02/corredora-e-diagnosticada-com-cancer-demama-antes-da-estreia-em-maratona. Acesso em: 2 set. 2025
Releia o trecho a seguir.
“Os médicos permitiram que Raquel participasse da maratona do Rio de Janeiro, já que o tratamento começaria algumas semanas depois.”
Considerando a gramática normativa, assinale a alternativa que apresenta a reescrita desse trecho sem que haja alteração do sentido original.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747654 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Releia o trecho a seguir.


“Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747653 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Releia o trecho a seguir.
“A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.”
A função da oração subordinada em destaque no período é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747652 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.
Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747651 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747650 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: EMESCAM Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - EMESCAM - Vestibular Medicina - Primeiro Semestre |
Q3747649 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


TEXTO I


Inovação em saúde: os caminhos da evolução



No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747624 Química
O eugenol é um composto com propriedades antioxidantes, antissépticas e analgésicas presente no óleo de cravo‑da‑índia e usado nas indústrias farmacêutica, alimentícia e de cosméticos. Já a vanilina é um aromatizante‑chave no sabor de baunilha, aplicado em alimentos, bebidas e fármacos, além de ter ação antioxidante. A estruturas do eugenol e vanilina são representadas a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
As funções químicas em comum no eugenol e vanilina são 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747619 Matemática

A caminhada é uma atividade física aeróbica que possui muitos benefícios para a saúde, como diminuir o inchaço, prevenir doenças cardiovasculares, diminuir os sintomas de estresse e ansiedade, bem como promover o emagrecimento.


Disponível em: https://www.tuasaude.com/caminhada/. Acesso em: 15 ago. 2025 (adaptado).


Observe, a seguir, o gráfico da velocidade em função do tempo do treino de 40 minutos realizado por uma profissional da saúde.


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Analisando o gráfico, qual foi o valor da velocidade média, em m/s, da profissional durante a realização do seu treino? 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747616 Medicina
A rouquidão é uma alteração da voz que indica um funcionamento anormal das cordas vocais. Geralmente é causada pelo uso excessivo da voz, a inalação de ar de baixa temperatura, pelo hábito de fumar, mas também pode indicar uma lesão nos nervos ou câncer da laringe. A pessoa com rouquidão pode perder o folego e realizar muito esforço para falar, além de ter alterações na qualidade da voz, como no timbre e na diminuição de sua intensidade.
Disponível em: https://www.tuasaude.com/rouquidao/. Acesso em: 21 ago. 2025 (adaptado).
Quando uma pessoa está rouca, significa que a voz fica
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747614 Medicina
Na saliva do carrapato um novo caminho a seguir contra a febre maculosa
“Quando o carrapato infectado se alimenta, ele injeta na pele do hospedeiro tanto a bactéria causadora da febre maculosa quanto moléculas da saliva capazes de suprimir a resposta imune. Isso permite que a infecção avance de forma silenciosa”, explica Sá Nunes. No estudo, a molécula Amblyostatin‑1 demonstrou seletividade na inibição de catepsinas específicas, como a catepsina S e a catepsina L. A catepsina S é essencial para ativar células dendríticas, enquanto a catepsina L atua na resposta inflamatória dos neutrófilos. Ao inibir essas enzimas, a Amblyostatin‑1 demonstrou ser capaz de reduzir significativamente a ativação de células do sistema imunológico.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/na-saliva-do-carrapato-um-novo-caminho-a-seguircontra-a-febre-maculosa/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).
A descoberta indica que a molécula Amblyostatin‑1 reduz a
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747613 Medicina
Tratamento para hipertensão: 90% disseram seguir, mas exame laboratorial confirmou só um terço
A baixa adesão continua sendo uma barreira para o sucesso do tratamento e controle da pressão alta. Em busca de compreender melhor esse paradoxo, uma pesquisa aplicou um questionário de autorrelato junto a exames de urina para verificar a presença de medicamentos em 253 pessoas hipertensas. O contraste entre as metodologias foi contundente: enquanto 90,1% dos participantes disseram aderir ao tratamento, a análise de urina confirmou adesão em apenas 32,4% dos casos. O resultado indica que pacientes afirmam tomar os medicamentos, mas não o fazem na prática. Se não for tratada, a hipertensão arterial é um fator de risco para a ocorrência de infarto.
Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/tratamento-da-hipertensao-90-disseram-seguir-masexame-laboratorial-confirmou-so-um-terco/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).
A não adesão ao tratamento da hipertensão pode levar à morte porque
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Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747612 Biologia
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Cranberry em leite fermentado mostra potencial biotecnológico contra infecção urinária

A formulação combina os benefícios de bactérias probióticas, presentes no leite fermentado, com os compostos bioativos da cranberry, fruta pesquisada por sua ação na prevenção de infecções urinárias — condição que afeta cerca de 150 milhões de pessoas anualmente no mundo. Testes laboratoriais indicaram a presença significativa de proantocianidinas, especialmente do tipo A — substância associada à redução da aderência de bactérias como Escherichia coli à parede do trato urinário — e cepas de Lactobacillus acidophilus, conhecidas por contribuir para o equilíbrio da microbiota intestinal.

Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/cranberryem-leite-fermentado-mostra-potencial-contra-infeccaourinaria/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).
As bactérias presentes no leite fermentado apresentam qual tipo de relação com a microbiota intestinal? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747610 Biologia
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Pesquisa desvenda mecanismo dentro da célula que melhora produção de calor no tecido adiposo marrom


A pesquisa identificou que o fechamento do canal de potássio sensível ao ATP das usinas de energia das células é essencial para maximizar a produção de calor no tecido adiposo marrom. O estudo demonstrou que, em camundongos e células humanas, a inibição desse canal aumenta o consumo de oxigênio durante a ativação da termogênese — processo que libera energia na forma de calor em vez de adenosina trifosfato. A descoberta aponta caminhos para estratégias de combate à obesidade.


Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/pesquisa-desvendamecanismo-dentro-da-celula-que-melhora-producao-de-calor-notecido-adiposo-marrom/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).

Durante a termogênese, ocorre alto consumo de gás, que chega até as células
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: FAME Prova: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2025 - FAME - Vestibular - Primeiro Semestre - Medicina |
Q3747609 Biologia
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Pesquisa desvenda mecanismo dentro da célula que melhora produção de calor no tecido adiposo marrom


A pesquisa identificou que o fechamento do canal de potássio sensível ao ATP das usinas de energia das células é essencial para maximizar a produção de calor no tecido adiposo marrom. O estudo demonstrou que, em camundongos e células humanas, a inibição desse canal aumenta o consumo de oxigênio durante a ativação da termogênese — processo que libera energia na forma de calor em vez de adenosina trifosfato. A descoberta aponta caminhos para estratégias de combate à obesidade.


Disponível em: https://jornal.usp.br/ciencias/pesquisa-desvendamecanismo-dentro-da-celula-que-melhora-producao-de-calor-notecido-adiposo-marrom/. Acesso em: 16 ago. 2025 (adaptado).

De acordo com a pesquisa, a organela responsável pela produção de calor é
Alternativas
Respostas
1581: D
1582: B
1583: D
1584: A
1585: A
1586: B
1587: C
1588: B
1589: A
1590: C
1591: D
1592: B
1593: B
1594: B
1595: A
1596: C
1597: C
1598: D
1599: D
1600: A