Questões de Vestibular Sobre tipos de discurso: direto, indireto e indireto livre em português

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Q1342082 Português

TEXTO

Estudantes contam como é morar em república

Fernanda Bassette

Do G1, em São Paulo

26/2/2007 

(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>. Acesso em 23/8/2011)

Assinale o que for correto a respeito do texto


Uma estratégia utilizada pela autora do texto para apresentar o que é a vida em república é organizar os depoimentos de estudantes que vivem em república ou que já passaram por essa experiência na forma de discurso direto. 

Alternativas
Ano: 2010 Banca: ULBRA Órgão: ULBRA Prova: ULBRA - 2010 - ULBRA - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1379427 Português
Em quais das alternativas abaixo, as aspas foram utilizadas com o fim exclusivo de marcar emprego de discurso direto?
I – “The 99” (linha 4); II – “As palavras do presidente Obama serviram de empurrão” (linhas 11-12); III – “O que posso dizer é que tudo começa com desconfiança entre os dois lados, que mais tarde é superada para salvar o mundo.” (linhas 13-14);
Alternativas
Ano: 2010 Banca: COPERVE - UFSC Órgão: UFSC Prova: COPERVE - UFSC - 2010 - UFSC - Vestibular - Prova 1 |
Q1307861 Português


RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 58. ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 1986. p. 92-94.

Considerando a leitura do texto 2 e do romance Vidas secas, bem como o contexto em que a obra foi produzida, assinale a proposição CORRETA.


O discurso indireto livre, utilizado no segundo e no quarto parágrafos do texto, visa mostrar ao leitor o que Fabiano pensa, mas que não chega a verbalizar, tal o seu temor pelo patrão.

Alternativas
Q1275754 Português

Leia o enunciado a seguir e responda à questão.

“Um comediante popular, como Tom Cavalcante, costuma dizer que a diferença está no uso da voz, não na idade da piada.” (linhas 16-18)

Pode-se afirmar que no enunciado:

I - Há um discurso direto explicitado pelo autor que cita uma informação, introduzida por um verbo “dicendi”.

II - Existe um verbo de elocução que introduz uma oração completiva precedida de um conectivo integrante.

III - Há um enunciado completivo, antecedido por uma locução verbal, cujo verbo principal introduz um discurso apelativo.


Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).

Alternativas
Ano: 2010 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2010 - UECE - Vestibular - Inglês - 1ª fase |
Q1275124 Português

TEXTO

CIDADE SEM LUZ 

(Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

Atente para os segmentos do texto: Esta noite está assim. (linha 09); Bonitão, casadão, quarentão, espalhou esperanças até agora, quando topou com o primeiro problema: a luz. (linhas 39-41); Ali está há mais de hora fixado no negrume da noite (linhas 106-107). Considerando que a postura do narrador diante da narrativa se reconhece pelas referências feitas no texto, assinale (V) ou (F), conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma a seguir.
( ) Os verbos “espalhar” e “topar”, empregados na terceira pessoa do singular, indicam que a narrativa é feita em terceira pessoa, por um narrador não personagem. ( ) O emprego do advérbio agora, um elemento que indica a posição do falante, sugere um narrador que se imiscui nos fatos narrados. ( ) Os vocábulos esta e assim, na medida em que são próprios do discurso direto, parecem misturar a fala do narrador com a fala da personagem. ( ) O uso do advérbio ali indica o distanciamento do narrador em relação à cena enunciativa.
A sequência correta, de cima para baixo, é
Alternativas
Ano: 2010 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2010 - UNESP - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q577796 Português
Instrução: A questão  toma por base uma passagem do romance regionalista Vidas secas, de Graciliano Ramos (1892-1953).

                                                                               Contas

Fabiano recebia na partilha a quarta parte dos bezerros e a terça dos cabritos. Mas como não tinha roça e apenas se limitava a semear na vazante uns punhados de feijão e milho, comia da feira, desfazia-se dos animais, não chegava a ferrar um bezerro ou assinar a orelha de um cabrito.
Se pudesse economizar durante alguns meses, levantaria a cabeça. Forjara planos. Tolice, quem é do chão não se trepa.
Consumidos os legumes, roídas as espigas de milho, recorria à gaveta do amo, cedia por preço baixo o produto das sortes. Resmungava, rezingava, numa aflição, tentando espichar os recursos minguados, engasgava-se, engolia em seco. Transigindo com outro, não seria roubado tão descaradamente. Mas receava ser expulso da fazenda. E rendia-se. Aceitava o cobre e ouvia conselhos. Era bom pensar no futuro, criar juízo. Ficava de boca aberta, vermelho, o pescoço inchando. De repende estourava:
– Conversa. Dinheiro anda num cavalo e ninguém pode viver sem comer. Quem é do chão não se trepa.
Pouco a pouco o ferro do proprietário queimava os bichos de Fabiano. E quando não tinha mais nada para vender, o sertanejo endividava-se. Ao chegar a partilha, estava encalacrado, e na hora das contas davam-lhe uma ninharia.
Ora, daquela vez, como das outras, Fabiano ajustou o gado, arrependeu-se, enfim deixou a transação meio apalavrada e foi consultar a mulher. Sinha Vitória mandou os meninos para o barreiro, sentou-se na cozinha, concentrou-se, distribuiu no chão sementes de várias espécies, realizou somas e diminuições. No dia seguinte Fabiano voltou à cidade, mas ao fechar o negócio notou que as operações de Sinha Vitória, como de costume, diferiam das do patrão. Reclamou e obteve a explicação habitual: a diferença era proveniente de juros.
Não se conformou: devia haver engano. Ele era bruto, sim senhor, via-se perfeitamente que era bruto, mas a mulher tinha miolo. Com certeza havia um erro no papel do branco. Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!
O patrão zangou-se, repeliu a insolência, achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço noutra fazenda.
Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou. Bem, bem. Não era preciso barulho não. Se havia dito palavra à toa, pedia desculpa. Era bruto, não fora ensinado. Atrevimento não tinha, conhecia o seu lugar. Um cabra. Ia lá puxar questão com gente rica? Bruto, sim senhor, mas sabia respeitar os homens. Devia ser ignorância da mulher, provavelmente devia ser ignorância da mulher. Até estranhara as contas dela. Enfim, como não sabia ler (um bruto, sim senhor), acreditara na sua velha. Mas pedia desculpa e jurava não cair noutra.

                                                               (Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1974.)
Identifique, entre os quatro exemplos extraídos do texto, aqueles que se apresentam em discurso indireto livre:
I. Fabiano recebia na partilha a quarta parte dos bezerros e a terça dos cabritos.
II. – Conversa. Dinheiro anda num cavalo e ninguém pode viver sem comer.
III. Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!
IV. Não era preciso barulho não.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2010 - UNESP - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q577789 Português
Instrução: A questão  toma por base o seguinte fragmento do diálogo Fedro, de Platão (427-347 a.C.).
                                               
                                                                        Fedro

SÓCRATES: – Vamos então refletir sobre o que há pouco estávamos discutindo; examinaremos o que seja recitar ou escrever bem um discurso, e o que seja recitar ou escrever mal.

FEDRO: – Isso mesmo.

SÓCRATES: – Pois bem: não é necessário que o orador esteja bem instruído e realmente informado sobre a verdade do assunto de que vai tratar?

FEDRO: – A esse respeito, Sócrates, ouvi o seguinte: para quem quer tornar-se orador consumado não é indispensável conhecer o que de fato é justo, mas sim o que parece justo para a maioria dos ouvintes, que são os que decidem; nem precisa saber tampouco o que é bom ou belo, mas apenas o que parece tal – pois é pela aparência que se consegue persuadir, e não pela verdade.

SÓCRATES: – Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa. O que acabas de dizer merece toda a nossa atenção.

FEDRO: – Tens razão.

SÓCRATES: – Examinemos, pois, essa afirmação.

FEDRO: – Sim.

SÓCRATES: – Imagina que eu procuro persuadir-te a comprar um cavalo para defender-te dos inimigos, mas nenhum de nós sabe o que seja um cavalo; eu, porém, descobri por acaso uma coisa: “Para Fedro, o cavalo é o animal doméstico que tem as orelhas mais compridas”...

FEDRO: – Isso seria ridículo, querido Sócrates.

SÓCRATES: – Um momento. Ridículo seria se eu tratasse seriamente de persuadir-te a que escrevesses um panegírico do burro, chamando-o de cavalo e dizendo que é muitíssimo prático comprar esse animal para o uso doméstico, bem como para expedições militares; que ele serve para montaria de batalha, para transportar bagagens e para vários outros misteres.

FEDRO: – Isso seria ainda ridículo.

SÓCRATES: – Um amigo que se mostra ridículo não é preferível ao que se revela como perigoso e nocivo?

FEDRO: – Não há dúvida.

SÓCRATES: – Quando um orador, ignorando a natureza do bem e do mal, encontra os seus concidadãos na mesma ignorância e os persuade, não a tomar a sombra de um burro por um cavalo, mas o mal pelo bem; quando, conhecedor dos preconceitos da multidão, ele a impele para o mau caminho, – nesses casos, a teu ver, que frutos a retórica poderá recolher daquilo que ela semeou?

FEDRO: – Não pode ser muito bom fruto.

SÓCRATES: – Mas vejamos, meu caro: não nos teremos excedido em nossas censuras contra a arte retórica? Pode suceder que ela responda: “que estais a tagarelar, homens ridículos? Eu não obrigo ninguém – dirá ela – que ignore averdade a aprender a falar. Mas quem ouve o meu conselho tratará de adquirir primeiro esses conhecimentos acerca da verdade para, depois, se dedicar a mim. Mas uma coisa posso afirmar com orgulho: sem as minhas lições a posse da verdade de nada servirá para engendrar a persuasão”.

FEDRO: – E não teria ela razão dizendo isso?

SÓCRATES: – Reconheço que sim, se os argumentos usuais provarem que de fato a retórica é uma arte; mas, se não me engano, tenho ouvido algumas pessoas atacá-la e provar que ela não é isso, mas sim um negócio que nada tem que ver com a arte. O lacônio declara: “não existe arte retórica propriamente dita sem o conhecimento da verdade, nem haverá jamais tal coisa”.

(Platão. Diálogos. Porto Alegre: Editora Globo, 1962.)
Não se deve desdenhar, caro Fedro, da palavra hábil, mas antes refletir no que ela significa.
Nesta frase, Sócrates, para rotular o tipo de discurso que acaba de ser sugerido por Fedro, emprega palavra hábil com o sentido de:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: COPESE - UFT Órgão: UFT Prova: COPESE - UFT - 2010 - UFT - Vestibular - Prova 01 |
Q228612 Português
Considere as afirmações a seguir:

I. Na sequência de tirinhas, vemos uma mescla de discurso direto e discurso indireto.

II. O discurso direto representa a fala do personagem, enquanto o indireto reporta a fala do personagem.

III. No último quadro da sequência de tirinhas, a palavra "FIM" tem duplo sentido: de 1fim da história‘ e de 'pôr fim às enganações dos políticos‘.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q216905 Português
Instrução: Leia o texto de Flávio José Cardozo para responder às questões de números 27 e 28.

Imagem 013.jpg

Em discurso indireto, as informações iniciais do texto assumem a seguinte redação:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2008 - UFRN - Vestibular - Português - Literatura - História -Geografia |
Q218338 Português
As questões 15 e 16 referem-se ao livro Vidas secas, de Graciliano Ramos.

No romance, uma das funções do narrador é dar voz a seus personagens. Em Vidas secas, isso acontece, principalmente, por meio do discurso indireto livre, o que se verifica no trecho:
Alternativas
Ano: 2007 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2007 - UEG - Vestibular - Prova 1 |
Q228200 Português
Da leitura do texto, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q342219 Português
Só me perguntava o que era, se nunca os vira...

O trecho, transposto para discurso direto, em norma padrão, assume a seguinte forma:

Só me perguntava:
Alternativas
Respostas
49: C
50: B
51: E
52: C
53: D
54: C
55: E
56: D
57: A
58: C
59: C
60: E