Questões de Vestibular
Comentadas sobre sintaxe em português
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Sobre aspectos morfossintáticos e coesivos, no texto II, é INCORRETO afirmar:


Com base na leitura dos excertos da entrevista, responda às questões de 1 a 7.
( ) a função de adjunto adverbial de tempo, tendo em vista que semanticamente fazem referência a um tempo cronológico.
( ) funções sintáticas distintas, pois seus circunstantes diferem no contexto em relação ao aspecto do tempo.
( ) funções sintáticas idênticas, embora seus circunstantes apresentem matizes temporais diferenciados.
( ) funções sintáticas diferentes, pois o sintagma preposicional na primeira expressão matiza o tempo propriamente dito, enquanto na segunda, apresenta a quantificação temporal.
Analise as proposições acima, e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
Marque a alternativa CORRETA


Com base na leitura dos excertos da entrevista, responda às questões de 1 a 7.
( ) a expressão “não só [...] mas também” apresenta um acréscimo na direção argumentativa do texto, funcionando como pista para o que o autor quer dizer.
( ) o sujeito de “está discutindo [...] em identidades” está indeterminado na oração e interfere no sentido do texto.
( ) as expressões “[...] que se mexem, que se juntam [...]”, além de exercerem uma função sintática oracional, desempenham também uma função discursiva na sequência do texto.
Analise as proposições acima, e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas, e marque a alternativa CORRETA.

Os espaços da frase devem ser preenchidos, respectivamente, com
Leia o texto a seguir.
ANGELINA
I
É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham.
E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.
Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno!
Nunca mais a alegria voltou à estância.
Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!