Questões de Vestibular
Sobre redação - reescritura de texto em português
Foram encontradas 251 questões
1. “Portanto” (linha 02) para depois de “falo” (linha 03), entre vírgulas.
2. “Nessa perspectiva” (linha 04) para depois de “desencadeou” (linha 06), sem vírgulas.
3. “novamente” (linha 31) para depois de “refexivo” (linha 30), sem vírgulas.
4. “assim” (linha 35) para antes de “O aluno” (linha 33), seguido de vírgula.
5. “talvez” (linha 36) para depois de “preconceito” (linha 37), precedido de vírgula.
O sentido e a correção das frases fcaria mantido apenas nos casos:
Assinale a alternativa em que o verso é reescrito, de acordo com o uso formal da língua portuguesa.
Considerando o enunciado “A coordenadora exigiu que adiasse o encontro até que as infrações que o funcionário cometeu fossem solucionadas.”, assinale a alternativa em que a substituição do “que” por substantivos e/ou orações reduzidas pode deixar o texto mais leve, sem alterar o sentido.

Com base no texto acima e nos aspectos por ele suscitados, julgue os seguintes itens.

julgue os itens de 35 a 47.

julgue os itens de 35 a 47.

Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

Com base nos trechos apresentados acima, julgue os itens seguintes.

Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54
Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser
um masoquista” (linhas 17-19), a construção
destacada em negrito também poderia ser
reescrita da seguinte forma: “o fato do sujeito”.



Nota: O texto 1 contém trechos da carta, datada de 1º de maio de 1500, que Pero Vaz de Caminha
escreveu ao rei D. Manuel, relatando os primeiros contatos com a terra e os habitantes do que viria a
ser o Brasil. O texto foi adaptado para a ortografia atual. O texto 2, extraído de uma reportagem de
revista, trata de Chiloé, um arquipélago no sul do Chile.
Considerando a variedade padrão escrita da língua portuguesa, marque a proposição CORRETA relativamente aos textos 1 e 2.
Os períodos “As construções não ultrapassam três andares. São todas de madeira e
ganharam uma suave pátina produzida pelo tempo” (texto 2, linhas 1-3) poderiam ser
reunidos em apenas um com a seguinte redação: “As construções, que são todas de
madeira não ultrapassam três andares, os quais ganharam uma suave pátina produzida
pelo tempo”.
TEXTO I

Considere o trecho abaixo para responder à questão,
“Esses episódios são lembrados com notável clareza mesmo anos depois, porque nosso cérebro evoluiu para fazer isto: extrair informação de eventos relevantes e tal conhecimento para guiar nossa resposta a situações semelhantes no futuro.” (l. 04-07).
Assinale a opção na qual a oração “porque nosso cérebro evoluiu” está reescrita sem que tenha havido alteração de sentido.

(SOUZA, Laura de Mello. Colombo, a América e o Conhecimento. Ciência Hoje, julho 2011, p. 83.)
Mais perto do senso comum, (l. 25)
A expressão que inicia o trecho transcrito acima introduz uma comparação em relação ao comentário anterior, feito por Décio Pignatari.
O emprego da expressão comparativa revela que o autor considera o exemplo dos filmes de cowboy como algo que teria a seguinte caracterização:
Instrução: A questão toma por base uma passagem da Proposta Curricular do Estado de São Paulo (2008).
Prioridade para a competência da leitura e da escrita
A humanidade criou a palavra, que é constitutiva do humano, seu traço distintivo. O ser humano constitui-se assim um ser de linguagem e disso decorre todo o restante, tudo o que transformou a humanidade naquilo que é. Ao associar palavras e sinais, criando a escrita, o homem construiu um instrumental que ampliou exponencialmente sua capacidade de comunicar-se, incluindo pessoas que estão longe no tempo e no espaço.
Representar, comunicar e expressar são atividades de construção de significado relacionadas a vivências que se incorporam ao repertório de saberes de cada indivíduo. Os sentidos são construídos na relação entre a linguagem e o universo natural e cultural em que nos situamos. E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.
A ampliação das capacidades de representação, comunicação e expressão está articulada ao domínio não apenas da língua mas de todas as outras linguagens e, principalmente, ao repertório cultural de cada indivíduo e de seu grupo social, que a elas dá sentido. A escola é o espaço em que ocorre a transmissão, entre as gerações, do ativo cultural da humanidade, seja artístico e literário, histórico e social, seja científico e tecnológico. Em cada uma dessas áreas, as linguagens são essenciais.
As linguagens são sistemas simbólicos, com os quais recortamos e representamos o que está em nosso exterior, em nosso interior e na relação entre esses âmbitos; é com eles também que nos comunicamos com os nossos iguais e expressamos nossa articulação com o mundo.
Em nossa sociedade, as linguagens e os códigos se multiplicam: os meios de comunicação estão repletos de gráficos, esquemas, diagramas, infográficos, fotografias e desenhos. O design diferencia produtos equivalentes quanto ao desempenho ou à qualidade. A publicidade circunda nossas vidas, exigindo permanentes tomadas de decisão e fazendo uso de linguagens sedutoras e até enigmáticas. Códigos sonoros e visuais estabelecem a comunicação nos diferentes espaços. As ciências construíram suas próprias linguagens, plenas de símbolos e códigos. A produção de bens e serviços foi em grande parte automatizada e cabe a nós programar as máquinas, utilizando linguagens específicas. As manifestações artísticas e de entretenimento utilizam, cada vez mais, diversas linguagens que se articulam.
Para acompanhar tal contexto, a competência de leitura e de escrita vai além da linguagem verbal, vernácula – ainda que esta tenha papel fundamental – e refere-se a sistemas simbólicos como os citados, pois essas múltiplas linguagens estão presentes no mundo contemporâneo, na vida cultural e política, bem como nas designações e nos conceitos científicos e tecnológicos usados atualmente.
(Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Língua Portuguesa / Coord.
Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008. p. 16. Adaptado.)
E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.
Neste período do texto, considerando que o verbo compreender não pede a preposição sobre, como ocorre com agir, a construção ficaria sintaticamente mais adequada com a substituição da sequência “para compreender e agir sobre o mundo real” por:
A alternativa em que se reescreve o fragmento retirado do texto, sem alterar o sentido original ou comprometer a estrutura linguística, é a
Sobre ele afirma-se que
I. poderia ser reescrito da seguinte maneira, para evitar repetição do verbo pensar: E não só raciocinam, como também pensam que raciocinam! E além de acharem que raciocinam, supõem que têm razão!
II. tem o ritmo acentuado em decorrência do eco provocado pela repetição da forma verbal pensam.
III. alcança, com a repetição do verbo pensar, dois objetivos: enfatizar o ato de raciocinar ou refletir e, ao mesmo tempo, ironizar o exercício do raciocínio praticado por pessoas supostamente ignorantes.
Está correto o que se diz em






