Questões de Vestibular Comentadas sobre português

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Q1401619 Português

Menina Thayara conta mitos indígenas em escolas públicas de Manaus


    Curitibana e neta de índios guaranis, a menina vive atualmente em Manaus, onde se diverte narrando histórias em escolas públicas.

    Mas as apresentações têm uma pitada especial. Honrando o sangue de seus ancestrais, Thayara mostra a magia das lendas e dos mitos indígenas para as crianças da Amazônia.

    [...]

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 4 set. 2013 (adaptado).

No trecho “Mas as apresentações têm uma pitada especial”, o conectivo mas tem a função de:
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Q1401618 Português

    O sedentarismo é um desafio para a saúde: seus custos financeiros são enormes. Globalmente, a inatividade física custa 54 bilhões de dólares por ano em assistência médica. O plano da Organização Mundial da Saúde busca aumentar a prática das atividades físicas em 15% no período entre 2018 e 2030. A estratégia visa tornar espaços públicos mais favoráveis à prática de exercícios para pessoas de diferentes idades e habilidades motoras. O objetivo é incentivar mais caminhadas, ciclismo, esportes, recreação ativa, dança e jogos.

Disponível em: https://nacoesunidas.org. Acesso em: 27 set. 2018 (adaptado).

O sedentarismo é um estado físico caracterizado pela
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Q1401616 Português

    Marta marcou a história ao vencer seu sexto prêmio de melhor jogadora do mundo. Nenhum outro conseguiu o que a camisa 10 fez. O recorde de conquistas do troféu vem do futebol feminino e do Brasil. No entanto, a modalidade no país não pode viver na expectativa de novas Martas. Quando criança, Marta queria jogar futebol, mas a família considerava isso “anormal”. A craque encarou outros preconceitos. É injusto que meninas precisem passar por cima da família, amigos e outras barreiras para jogarem futebol. Há meninas que vencem as barreiras, mas não nos esqueçamos da dificuldade de seguirem no esporte.

Disponível em: https://globoesporte.globo.com. Acesso em: 27 set. 2018 (adaptado).

De acordo com o texto, a premiação de Marta como melhor jogadora do mundo é relevante por
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Q1401611 Português

    RINS: (do latim renes) é a parte inferior da região lombar dos vertebrados. Mas não muito inferior... O célebre humorista brasileiro Aparício Torelli, o Barão de Itararé, prestava exame no curso de medicina, quando o professor lhe perguntou: “Quantos rins nós temos?” O aluno Aparício respondeu: “Quatro, professor”. Diante do olhar espantado do mestre e das gargalhadas dos colegas, emendou: “Quatro. Dois meus e dois seus”. O examinador, querendo ser engraçado também, pediu um feixe de capim... Mas Aparício foi mais rápido ainda: “E para mim um cafezinho”.

SILVA, D. De onde vêm as palavras: frases e curiosidades da língua portuguesa.

São Paulo: Mandarim, 1997.

Nesse texto, a mistura de gêneros textuais foi utilizada para
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Q1401610 Português

Imagem associada para resolução da questão


Analisando-se a parte escrita e a imagem, conclui-se que o objetivo principal do texto é

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Q1401609 Português

Repense seus hábitos de consumo


    Nossos hábitos de consumo estão muito relacionados com a sociedade em que vivemos. Mas a atitude de cada um de nós é muito importante e faz toda a diferença para ajudar a reduzir a pressão do consumo sobre o planeta.

    Sabemos que é impossível não consumir. Entretanto, podemos repensar nossos hábitos, modificá-los e adotar atitudes mais amigáveis e saudáveis, para nós e para o meio ambiente.

    O primeiro passo é, antes de consumir um produto, se perguntar: eu preciso mesmo disso? E caso precise, de onde ele vem e como foi produzido? Quando paramos para pensar e não agimos por impulso, podemos fazer escolhas mais conscientes. Temos esse poder em nossas mãos.

MAGELA, G. In: WWF-BRASIL. Pegada ecológica: nosso estilo de vida deixa marcas no planeta. Brasília: WWF-Brasil, 2013 (adaptado).

No texto, o principal recurso para engajar o leitor é o(a)
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Q1401608 Português

Projeto horta


    Bateu a fome bem no meio da madrugada e fiquei por alguns minutos naquela disputa mental entre a fome e a preguiça. Até que a fome me venceu e eu me levantei, totalmente sonada e faminta. Ainda calçando os chinelos me convenci de que não ligaria o fogão de forma alguma, resolveria o problema no máximo com uma salada ou algumas bolachas com requeijão.

    Abri a geladeira e avistei uma cenoura e um tomate na gaveta transparente. Pronto! Salada de cenoura ralada com tomate picado, saudável e fácil. Mas, ao abrir a tal gaveta, também avistei uma cebola bem no fundo, esquecida. Tão esquecida que um broto pequeno surgia de uma superfície, ainda tímido. Fiquei fascinada com aquele broto, esqueci a cenoura, o tomate e, bem, até a fome.

FRENDER, C. Glamour, n. 35, fev. 2015.

Um dos elementos que caracteriza esse texto como um diário é o(a)
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Ano: 2019 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2019 - UFRN - Vestibular - Técnico em Massoterapia |
Q1401442 Português

Para responder à questão, considere o excerto abaixo.


“[...] Depois desse tempo, enxágue em água corrente antes de consumir", indica a nutricionista Maria Eduarda MeIo (SP). No entanto[1], ela ressalta que essa higienização tem o objetivo de diminuir os riscos microbiológicos, mas[2] não de eliminar resíduos de agrotóxicos.

Os elementos linguísticos [1] e [2]



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Ano: 2019 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2019 - UFRN - Vestibular - Técnico em Massoterapia |
Q1401441 Português

Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

“[...] Depois desse tempo, enxágue em água corrente antes de consumir", indica a nutricionista Maria Eduarda MeIo (SP). No entanto[1], ela ressalta que essa higienização tem o objetivo de diminuir os riscos microbiológicos, mas[2] não de eliminar resíduos de agrotóxicos.


O elemento linguístico [1] interliga

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Ano: 2019 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2019 - UFRN - Vestibular - Técnico em Massoterapia |
Q1401440 Português

Para responder à questão, considere o excerto abaixo.


“[...] Depois desse tempo, enxágue em água corrente antes de consumir", indica a nutricionista Maria Eduarda MeIo (SP). No entanto[1], ela ressalta que essa higienização tem o objetivo de diminuir os riscos microbiológicos, mas[2] não de eliminar resíduos de agrotóxicos.


O elemento linguístico [1] pode ser substituído, sem alteração de sentido, por

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Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Medicina |
Q1400629 Português
Considerando as normas de concordância verbal, assinale o item incorreto:
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Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Medicina |
Q1400628 Português
Em cada item seguinte, a parte destacada é classificada como aposto, exceto na alternativa:
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Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Medicina |
Q1400627 Português
Marque a alternativa na qual as palavras completam, corretamente, as lacunas do período a seguir: “____ muitas pessoas no ________ do ________ pianista, visto que trata-se de uma ___________ beneficente.”
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Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Medicina |
Q1400626 Português
A palavra “que” em língua portuguesa possui funções diversas. Nos períodos abaixo, assinale aquele em que o “que” é pronome relativo:
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Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Medicina |
Q1400625 Português
Como o uso de redes sociais impacta nossa saúde mental? Pesquisas indicam que tempo demais na internet tem relação com aumento da ansiedade e da depressão, mas que redes sociais também têm efeitos positivos.

22/04/2019 (Adaptado)

(1) “Eu sei que não deveria, mas não posso evitar” ou “ter este objeto perto de mim enquanto estou dormindo é um conforto” são frases típicas de quem sofre de algum tipo de dependência. Neste caso, o vício é em redes sociais. As duas declarações foram ouvidas pela professora de psicologia da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, Jean Twenge, autora do livro “The Narcissism Epidemic”, ou “A Epidemia do Narcisismo”, em tradução livre (Free Press, 2010).

(6) Em um artigo de opinião publicado na revista ‘The Atlantic’, Twenge afirmou que o uso exagerado de internet e redes sociais pode ter relação direta com o aumento exponencial de ansiedade e depressão – de acordo com a ONU, elas incidem em 3,6% e 4,4% da população mundial, respectivamente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ligada à ONU, a depressão é vista como “mal do século”.

(11) A conclusão de Twenge encontra eco na mais recente pesquisa sobre o tema publicada pela ‘Royal Society for Public Health’, uma organização sem fins lucrativos inglesa que se dedica ao estudo de melhorias na saúde pública há mais de 140 anos. O estudo ouviu 1.500 jovens britânicos com idades entre 14 anos e 24 anos e reportou dados importantes sobre impacto das redes sociais em suas vidas. De forma geral, a maioria desses jovens acredita que o uso de Facebook, Instagram e outras redes faz mal a seu bem-estar, embora também contribua positivamente em suas vidas.

(18) De acordo com o documento, o vício em mídias sociais afeta 5% dos jovens britânicos, e o poder de dependência desse canal de comunicação é superior ao do cigarro e do álcool. Um outro estudo conduzido por neurocientistas da University of Southern California e da Beijing Normal University, entre outras, e publicado em edição de 2014 da ‘Psychological Reports’, concluiu que o Facebook aciona a mesma parte do cérebro que o jogo e o abuso de substâncias.

(23) Largar o prazer efêmero dos “likes” e das interações é difícil mesmo nos casos em que os jovens se sentem mal. Uma enquete online conduzida pelo ‘Moment’, um aplicativo de monitoramento consentido para smartphones, perguntou a 1 milhão de usuários do Instagram se eles estavam felizes com o tempo gasto nas plataformas online: 63% daqueles que passam mais de uma hora por dia no aplicativo relataram infelicidade. Já o FaceTime, da Apple, aplicativo que, como o Skype, da Microsoft e o Hangouts, do Google, tem a função de realizar chamadas e promover uma interação mais longa e pessoal, teve o melhor desempenho: 91% de felicidade entre seus usuários.

(31) Para a pesquisa, o Instagram é o maior vilão da saúde mental dos jovens: ele está relacionado a problemas de sono, FoMO (“Fear of Missing Out”, expressão equivalente a “medo de estar por fora”), bullying, ansiedade, depressão, solidão e imagem corporal. “Aquilo que vejo no outro, é o que eu quero ser. No Instagram, muitas imagens são produzidas e tratadas, mas quando as observamos, não notamos isso instintivamente e o que fica é uma imagem de perfeição, impossível de atingir”, explica Luciana Ruffo, do Núcleo em Pesquisa em Psicologia e Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (NPPI-PUC/SP), e especialista em tecnologia. “Mas aquilo não é real”, afirma. 


Disponível em: https://bluevisionbraskem.com/desenvolvimento-humano/como-o-uso-de-redessociais-impacta-nossa-saude-mental/. Acesso em 24 ago. 2019. 

Nos períodos abaixo, os termos sublinhados são complementos verbais, exceto:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Medicina |
Q1400624 Português
Como o uso de redes sociais impacta nossa saúde mental? Pesquisas indicam que tempo demais na internet tem relação com aumento da ansiedade e da depressão, mas que redes sociais também têm efeitos positivos.

22/04/2019 (Adaptado)

(1) “Eu sei que não deveria, mas não posso evitar” ou “ter este objeto perto de mim enquanto estou dormindo é um conforto” são frases típicas de quem sofre de algum tipo de dependência. Neste caso, o vício é em redes sociais. As duas declarações foram ouvidas pela professora de psicologia da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, Jean Twenge, autora do livro “The Narcissism Epidemic”, ou “A Epidemia do Narcisismo”, em tradução livre (Free Press, 2010).

(6) Em um artigo de opinião publicado na revista ‘The Atlantic’, Twenge afirmou que o uso exagerado de internet e redes sociais pode ter relação direta com o aumento exponencial de ansiedade e depressão – de acordo com a ONU, elas incidem em 3,6% e 4,4% da população mundial, respectivamente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ligada à ONU, a depressão é vista como “mal do século”.

(11) A conclusão de Twenge encontra eco na mais recente pesquisa sobre o tema publicada pela ‘Royal Society for Public Health’, uma organização sem fins lucrativos inglesa que se dedica ao estudo de melhorias na saúde pública há mais de 140 anos. O estudo ouviu 1.500 jovens britânicos com idades entre 14 anos e 24 anos e reportou dados importantes sobre impacto das redes sociais em suas vidas. De forma geral, a maioria desses jovens acredita que o uso de Facebook, Instagram e outras redes faz mal a seu bem-estar, embora também contribua positivamente em suas vidas.

(18) De acordo com o documento, o vício em mídias sociais afeta 5% dos jovens britânicos, e o poder de dependência desse canal de comunicação é superior ao do cigarro e do álcool. Um outro estudo conduzido por neurocientistas da University of Southern California e da Beijing Normal University, entre outras, e publicado em edição de 2014 da ‘Psychological Reports’, concluiu que o Facebook aciona a mesma parte do cérebro que o jogo e o abuso de substâncias.

(23) Largar o prazer efêmero dos “likes” e das interações é difícil mesmo nos casos em que os jovens se sentem mal. Uma enquete online conduzida pelo ‘Moment’, um aplicativo de monitoramento consentido para smartphones, perguntou a 1 milhão de usuários do Instagram se eles estavam felizes com o tempo gasto nas plataformas online: 63% daqueles que passam mais de uma hora por dia no aplicativo relataram infelicidade. Já o FaceTime, da Apple, aplicativo que, como o Skype, da Microsoft e o Hangouts, do Google, tem a função de realizar chamadas e promover uma interação mais longa e pessoal, teve o melhor desempenho: 91% de felicidade entre seus usuários.

(31) Para a pesquisa, o Instagram é o maior vilão da saúde mental dos jovens: ele está relacionado a problemas de sono, FoMO (“Fear of Missing Out”, expressão equivalente a “medo de estar por fora”), bullying, ansiedade, depressão, solidão e imagem corporal. “Aquilo que vejo no outro, é o que eu quero ser. No Instagram, muitas imagens são produzidas e tratadas, mas quando as observamos, não notamos isso instintivamente e o que fica é uma imagem de perfeição, impossível de atingir”, explica Luciana Ruffo, do Núcleo em Pesquisa em Psicologia e Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (NPPI-PUC/SP), e especialista em tecnologia. “Mas aquilo não é real”, afirma. 


Disponível em: https://bluevisionbraskem.com/desenvolvimento-humano/como-o-uso-de-redessociais-impacta-nossa-saude-mental/. Acesso em 24 ago. 2019. 

Nas alternativas abaixo, temos um verbo sublinhado e o sujeito correspondente entre parênteses. Marque a alternativa em que essa associação está correta:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Medicina |
Q1400623 Português
Como o uso de redes sociais impacta nossa saúde mental? Pesquisas indicam que tempo demais na internet tem relação com aumento da ansiedade e da depressão, mas que redes sociais também têm efeitos positivos.

22/04/2019 (Adaptado)

(1) “Eu sei que não deveria, mas não posso evitar” ou “ter este objeto perto de mim enquanto estou dormindo é um conforto” são frases típicas de quem sofre de algum tipo de dependência. Neste caso, o vício é em redes sociais. As duas declarações foram ouvidas pela professora de psicologia da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, Jean Twenge, autora do livro “The Narcissism Epidemic”, ou “A Epidemia do Narcisismo”, em tradução livre (Free Press, 2010).

(6) Em um artigo de opinião publicado na revista ‘The Atlantic’, Twenge afirmou que o uso exagerado de internet e redes sociais pode ter relação direta com o aumento exponencial de ansiedade e depressão – de acordo com a ONU, elas incidem em 3,6% e 4,4% da população mundial, respectivamente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ligada à ONU, a depressão é vista como “mal do século”.

(11) A conclusão de Twenge encontra eco na mais recente pesquisa sobre o tema publicada pela ‘Royal Society for Public Health’, uma organização sem fins lucrativos inglesa que se dedica ao estudo de melhorias na saúde pública há mais de 140 anos. O estudo ouviu 1.500 jovens britânicos com idades entre 14 anos e 24 anos e reportou dados importantes sobre impacto das redes sociais em suas vidas. De forma geral, a maioria desses jovens acredita que o uso de Facebook, Instagram e outras redes faz mal a seu bem-estar, embora também contribua positivamente em suas vidas.

(18) De acordo com o documento, o vício em mídias sociais afeta 5% dos jovens britânicos, e o poder de dependência desse canal de comunicação é superior ao do cigarro e do álcool. Um outro estudo conduzido por neurocientistas da University of Southern California e da Beijing Normal University, entre outras, e publicado em edição de 2014 da ‘Psychological Reports’, concluiu que o Facebook aciona a mesma parte do cérebro que o jogo e o abuso de substâncias.

(23) Largar o prazer efêmero dos “likes” e das interações é difícil mesmo nos casos em que os jovens se sentem mal. Uma enquete online conduzida pelo ‘Moment’, um aplicativo de monitoramento consentido para smartphones, perguntou a 1 milhão de usuários do Instagram se eles estavam felizes com o tempo gasto nas plataformas online: 63% daqueles que passam mais de uma hora por dia no aplicativo relataram infelicidade. Já o FaceTime, da Apple, aplicativo que, como o Skype, da Microsoft e o Hangouts, do Google, tem a função de realizar chamadas e promover uma interação mais longa e pessoal, teve o melhor desempenho: 91% de felicidade entre seus usuários.

(31) Para a pesquisa, o Instagram é o maior vilão da saúde mental dos jovens: ele está relacionado a problemas de sono, FoMO (“Fear of Missing Out”, expressão equivalente a “medo de estar por fora”), bullying, ansiedade, depressão, solidão e imagem corporal. “Aquilo que vejo no outro, é o que eu quero ser. No Instagram, muitas imagens são produzidas e tratadas, mas quando as observamos, não notamos isso instintivamente e o que fica é uma imagem de perfeição, impossível de atingir”, explica Luciana Ruffo, do Núcleo em Pesquisa em Psicologia e Informática da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (NPPI-PUC/SP), e especialista em tecnologia. “Mas aquilo não é real”, afirma. 


Disponível em: https://bluevisionbraskem.com/desenvolvimento-humano/como-o-uso-de-redessociais-impacta-nossa-saude-mental/. Acesso em 24 ago. 2019. 

Em acordo com as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1400599 Português
Ainda de acordo com o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, não se deve mais utilizar hífen na palavra:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1400598 Português
Nas alternativas abaixo, as palavras estão grafadas de acordo com as mudanças indicadas no Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em vigor desde 2009, exceto:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: MULTIVIX Órgão: MULTIVIX Prova: MULTIVIX - 2019 - MULTIVIX - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1400597 Português

Leia o breve resumo do filme ‘Yesterday’, 2019, dirigido por Danny Boyle:


“Após sofrer um acidente, um cantor e compositor acorda em uma estranha realidade em que ele é a única pessoa que lembra dos Beatles. Com as músicas de seus ídolos, ele se transforma em um grande sucesso, mas a fama tem seu preço.”


Sobre as noções de ficção, ficcional, fictício marque a alternativa incorreta:

Alternativas
Respostas
1161: A
1162: D
1163: D
1164: C
1165: B
1166: D
1167: A
1168: C
1169: D
1170: A
1171: A
1172: D
1173: C
1174: C
1175: A
1176: C
1177: D
1178: D
1179: B
1180: C