Questões de Vestibular Comentadas sobre português
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Texto para a pergunta

Aluísio Azevedo, O cortiço.
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Aluísio Azevedo, O cortiço.
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Aluísio Azevedo, O cortiço.
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Aluísio Azevedo, O cortiço.
Leia o seguinte comentário para responder ao que se pede:
Nesse livro, a apresentação das carências e privações, de que padece o homem rústico, concentra-se, expressivamente, em sua insuficiência linguística. É desse modo que a privação de uma linguagem verbal suficientemente desenvolvida se revela, no livro, um elemento decisivo da dominação social desse mesmo homem.O livro a que se refere o comentário é
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REFORMATÓRIO
O Jornal da Tarde trouxe a notícia em grandes títulos.
Uma manchete ia de lado a lado na primeira página:
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REFORMATÓRIO
O Jornal da Tarde trouxe a notícia em grandes títulos.
Uma manchete ia de lado a lado na primeira página:
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REFORMATÓRIO
O Jornal da Tarde trouxe a notícia em grandes títulos.
Uma manchete ia de lado a lado na primeira página:
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Entretanto, a luta mais árdua do negro africano e de seus descendentes brasileiros foi, ainda é, a conquista de um lugar e de um papel de participante legítimo na sociedade nacional. Nela se viu incorporado à força. Ajudou a construí-la e, nesse esforço, se anulou, mas, ao fim, só nela sabia viver, em razão de sua total desafricanização.
A primeira tarefa cultural do negro brasileiro foi a de aprender a falar o português que ouvia nos berros do capataz. Teve de fazê-lo para comunicarse com seus companheiros de desterro, oriundos de diferentes povos. Fazendoo, se reumanizou, começando a sair da condição de bem semovente, mero animal ou força energética para o trabalho. Conseguindo miraculosamente dominar a nova língua, não só a refez, emprestando singularidade ao português do Brasil, mas também possibilitou sua difusão por todo o território, uma vez que nas outras áreas se falava principalmente a língua dos índios, o tupi-guarani.
Darcy Ribeiro, O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Adaptado
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Entretanto, a luta mais árdua do negro africano e de seus descendentes brasileiros foi, ainda é, a conquista de um lugar e de um papel de participante legítimo na sociedade nacional. Nela se viu incorporado à força. Ajudou a construí-la e, nesse esforço, se anulou, mas, ao fim, só nela sabia viver, em razão de sua total desafricanização.
A primeira tarefa cultural do negro brasileiro foi a de aprender a falar o português que ouvia nos berros do capataz. Teve de fazê-lo para comunicarse com seus companheiros de desterro, oriundos de diferentes povos. Fazendoo, se reumanizou, começando a sair da condição de bem semovente, mero animal ou força energética para o trabalho. Conseguindo miraculosamente dominar a nova língua, não só a refez, emprestando singularidade ao português do Brasil, mas também possibilitou sua difusão por todo o território, uma vez que nas outras áreas se falava principalmente a língua dos índios, o tupi-guarani.
Darcy Ribeiro, O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. Adaptado
Texto para a pergunta
É TRABALHO OU MALHAÇÃO?
Uma academia dentro do escritório. Esse é o benefício da vez em empresas que levam a sério a saúde (e a produtividade) dos funcionários.
O que uma empresa pode oferecer para fazer os olhos do funcionário brilharem? A lista tem crescido nos últimos anos: horário flexível, sala de descompressão, propósito... A resposta também passa pela saúde. É na área do bem-estar que parecem estar os novos e desejáveis benefícios. Um deles é oferecer mais do que apenas acesso a uma academia de ginástica – e, sim, uma academia dentro do próprio escritório
(...)
A tendência é impulsionada por algo mais do que altruísmo: cuidar da
saúde dos funcionários é bom, também, para a companhia. No mundo,
segundo levantamentos da Organização Mundial da Saúde, os gastos anuais
em consequência da inatividade física chegam a 67,5 bilhões de dólares, entre
perda de produtividade e cuidados médicos. No Brasil, são 3,6 bilhões de
dólares por ano. Uma quantia nada desprezível.
(...)
Natália Leão, Exame, No
. 1202, 5/2/2020.
Está correto o que se afirma em
Texto para a pergunta
É TRABALHO OU MALHAÇÃO?
Uma academia dentro do escritório. Esse é o benefício da vez em empresas que levam a sério a saúde (e a produtividade) dos funcionários.
O que uma empresa pode oferecer para fazer os olhos do funcionário brilharem? A lista tem crescido nos últimos anos: horário flexível, sala de descompressão, propósito... A resposta também passa pela saúde. É na área do bem-estar que parecem estar os novos e desejáveis benefícios. Um deles é oferecer mais do que apenas acesso a uma academia de ginástica – e, sim, uma academia dentro do próprio escritório
(...)
A tendência é impulsionada por algo mais do que altruísmo: cuidar da
saúde dos funcionários é bom, também, para a companhia. No mundo,
segundo levantamentos da Organização Mundial da Saúde, os gastos anuais
em consequência da inatividade física chegam a 67,5 bilhões de dólares, entre
perda de produtividade e cuidados médicos. No Brasil, são 3,6 bilhões de
dólares por ano. Uma quantia nada desprezível.
(...)
Natália Leão, Exame, No
. 1202, 5/2/2020.

André Dahmer, malvados.com.br
O efeito de humor da tirinha decorre, principalmente, da quebra de expectativa produzida pelo seguinte recurso expressivo:
(...)
Há um medo generalizado entre os educadores ante o surgimento das novas tecnologias, pois elas ajudariam o indivíduo a organizar melhor o tempo para “o aprender” e, assim, resultariam na satisfação com um processo autoeducativo, graças aos poderes mágicos da tecnologia e do conhecimento na sociedade conectada pelos meios de comunicação. Medo de uns, desejo de outros.
BOLAÑO, César Ricardo Siqueira; LIMA, Maria de Fátima Monte. Mundo do trabalho e educação à distância. Comunicação & Educação. São Paulo, (20): 21 a 32, jan.-abr. 2001 (adaptado).
No que se refere às novas tecnologias e à sua relação com o aprender e o ensinar, o texto apresenta uma visão
GIRARD, René. A violência e o sagrado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2008, p. 27-8 (adaptado).
Conforme o texto anterior, o princípio da vingança é o fundamento para a justiça em matéria penal. Essa ideia se contrapõe
ABREU, Maira. Nosotras: feminismo latino-americano em Paris. Revista de Estudos Feministas. Florianópolis, 21 (2), maio-ago. 2013, p. 564 (adaptado).
Embora mais antigos, os movimentos pelos direitos das mulheres ganharam maior relevância e abrangência ao longo do século XX, tendo alcançado conquistas fundamentais no que diz respeito ao reconhecimento das mulheres como cidadãs. Ao longo do tempo, a atuação desses movimentos permaneceu focada em
DESCARTES, R. Discurso do Método. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 27-9 (adaptado).
Suponha que uma pessoa tenha comido algo em um estabelecimento comercial de venda de mercadorias e só tenha se lembrado de que não havia pagado a conta após ter saído da loja.
Considerando a forma como Descartes pensa a conduta do indivíduo na sociedade, a pessoa que se esqueceu de pagar pelo que comeu na referida loja, tendo tomado uma decisão consciente,
ABRAMOVAY, Ricardo. A heurística do medo, muito além da precaução. Estudos avançados. São Paulo, v. 30, n. 86, jan.-abr. 2018, p. 176.
Considerando-se o trecho anterior e o fato de que a vida social tem-se transformado continuamente a partir de mudanças da ciência, da técnica e da tecnologia, deduz-se que
ROSSIN, Giovana. Os emojis são a linguagem universal? Revista Galileu. abr. 2015 (adaptado).
Conclui-se do texto que os emojis, como sistema de comunicação, caracterizam-se por propiciar a expressão
Disponível em: https://www.guiadacarreira.com.br. Acesso em: out. 2019 (adaptado).
O texto apresentado anteriormente, que trata da atividade profissional do médico, está escrito na modalidade padrão da língua portuguesa. No dia a dia, na fala, o emprego da modalidade padrão da língua é mais adequado a determinados tipos de situação do que a outros. Em qual das situações mencionadas a seguir o emprego da norma padrão da língua é não somente esperado, mas também recomendável?