Questões de Vestibular Comentadas sobre português
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Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra Conto de escola, de Machado de Assis, julgue os itens de 26 a 28.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra Conto de escola, de Machado de Assis, julgue os itens de 26 a 28.

Considerando o texto e a imagem acima, julgue os itens a seguir.

Considerando o texto e a imagem acima, julgue os itens a seguir.

Considerando o texto e a imagem acima, julgue os itens a seguir.
Senhor, a noite veio e a alma é vil.
Tanta foi a tormenta e a vontade!
Restam-nos hoje, no silêncio hostil,
O mar universal e a saudade.
Mas a chama, que a vida em nós criou,
Se ainda há vida ainda não é finda.
O frio morto em cinzas a ocultou:
A mão do vento pode erguê-la ainda.
Dá o sopro, a aragem – ou desgraça ou ânsia –,
Com que a chama do esforço se remoça,
E outra vez conquistaremos a Distância –
Do mar ou outra, mas que seja nossa!
(Fernando Pessoa. Mensagem, 1995.)
Extraído do livro Mensagem, o poema pode ser considerado nacionalista, na medida em que o eu lírico

Bastante comum na fala coloquial, o modo de se empregar o pronome na fala da personagem – Maneiro encontrar tu! – também ocorre em: