Questões de Vestibular Sobre português
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Por não haver uma única solução para a pobreza menstrual, o texto sugere
I. uma investigação mais aprofundada do tamanho do impacto econômico, que pode gerar reflexos ao longo da vida adulta das pessoas que menstruam.
II. uma abordagem multidisciplinar, visando solucionar os problemas decorrentes da não garantia dos direitos humanos às pessoas que menstruam.
III. um investimento adequado na saúde menstrual para prevenir problemas de diversas ordens, permitindo o pleno desenvolvimento das pessoas que menstruam.
Estão corretas as complementações contidas em
Considerando o texto 1, é correto dizer que o problema da pobreza menstrual
I. está distante da realidade brasileira.
II. é gerado pela falta de políticas públicas de amparo à mulher.
III. firma-se também por preconceitos perpetuados que omitem o assunto.
Estão corretas as complementações contidas em
Texto 3
Retrato
Cecília Meireles

Texto 3
Retrato
Cecília Meireles

Texto 2
Mulher (Sexo Frágil)

I. Embora haja a exaltação da importância da mulher para o narrador, esta circunscreve-se aos afazeres domésticos e ao papel de mãe e de esposa. II. O disfarce da baixa capacidade cognitiva feminina é tido como positiva pelo personagem masculino que se vê elogiado com a atitude. III. O texto acentua a fragilidade feminina ao apresentar situações nas quais a mulher não consegue se sobressair sozinha, marcando uma relação de inferioridade entre os gêneros.
Está correto o que se afirma em
Texto 2
Mulher (Sexo Frágil)

Texto 2
Mulher (Sexo Frágil)

Texto 2
Mulher (Sexo Frágil)

Texto 2
Mulher (Sexo Frágil)

Nesse excerto, o sentimento suscitado de forma dominante é o de
Texto 3
O educador espanhol Jorge Larrosa Bondia, em ensaio nomeado “Notas sobre a experiência e o saber da experiência”3 discute a falta de oportunidades, contemporaneamente, para que as pessoas tenham experiências significativas. Segue um excerto desse ensaio, em que Larrosa Bondia fala sobre a natureza humana e sobre o que seria, efetivamente, uma experiência:
“As palavras determinam nosso pensamento porque não pensamos com pensamentos, mas com palavras, não pensamos a partir de uma suposta genialidade ou inteligência, mas a partir de nossas palavras. E pensar não é somente “raciocinar” ou “calcular” ou “argumentar”, como nos tem sido ensinado algumas vezes, mas é sobretudo dar sentido ao que somos e ao que nos acontece. E isto, o sentido ou o sem-sentido, é algo que tem a ver com as palavras. E, portanto, também tem a ver com as palavras o modo como nos colocamos diante de nós mesmos, diante dos outros e diante do mundo em que vivemos. E o modo como agimos em relação a tudo isso. Todo mundo sabe que Aristóteles definiu o homem como zôon lógon échon. A tradução desta expressão, porém, é muito mais “vivente dotado de palavra” do que “animal dotado de razão” ou “animal racional”. Se há uma tradução que realmente trai, no pior sentido da palavra, é justamente essa de traduzir logos por ratio. E a transformação de zôon, vivente, em animal. O homem é um vivente com palavra. E isto não significa que o homem tenha a palavra ou a linguagem como uma coisa, ou uma faculdade, ou uma ferramenta, mas que o homem é palavra, que o homem é enquanto palavra, que todo humano tem a ver com a palavra, se dá em palavra, está tecido de palavras, que o modo de viver próprio desse vivente, que é o homem, se dá na palavra e como palavra. (BONDIA, 2002, p. 21).
3BONDIA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro ,
n. 19, p. 20-28, Abr. 2002. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-
24782002000100003&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 30 abr.2021.
Atente para as opções e assinale a afirmativa INCORRETA:

