Questões de Vestibular Sobre português
Foram encontradas 12.150 questões
Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto anterior, julgue o item.
A oração “que haja um elemento masculino” (segundo
período do segundo parágrafo) funciona como o
complemento direto da forma verbal “basta”.
Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto anterior, julgue o item.
O autor do texto mostra-se contrário à incorporação das
formas “tod@s”, “todxs” e “tods” como marcas de gênero na
língua portuguesa, por serem formas restritas à língua
escrita.
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos da charge precedente, julgue o item seguinte.
Comparando-se os quadrinhos “Quem acha” e “Quem se
informa”, no primeiro, verificam-se características de um
nível de linguagem mais coloquial, ao passo que, no
segundo, identificam-se termos técnicos característicos de
uma área do conhecimento.
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos da charge precedente, julgue o item seguinte.
O texto ilustra como um mesmo objeto do mundo pode ser
percebido de maneiras diferentes a partir dos conhecimentos
das pessoas e de seu nível socioeconômico.
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos da charge precedente, julgue o item seguinte.
Para o entendimento pleno do texto, é necessária a
articulação dos elementos verbais com os elementos não
verbais apresentados.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item.
Em relação à tipologia textual, o segundo parágrafo do texto é predominantemente
informativo.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item.
No primeiro período do último parágrafo, a substituição da
expressão “em que”, em ambas as ocorrências, por no qual
prejudicaria o sentido e a correção gramatical do texto.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item.
No primeiro período do último parágrafo, o trecho “por parte
de setores mais esclarecidos da sociedade” designa os
responsáveis pela forte reação ao consumismo, sendo
classificado, em termos sintáticos, como agente da passiva.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item.
As palavras “consumo” (segundo parágrafo), “produto”
(segundo parágrafo) e “fruição” (terceiro parágrafo) resultam
de um processo de derivação.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item.
O verbo “voltar”, no segundo período do primeiro parágrafo,
indica que certo comportamento que existiu, em determinado
momento no tempo, não é mais realidade.
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item.
A ideia de evitar o emprego do verbo “consumir” em
contextos associados à cultura se baseia no fato de o
conteúdo semântico desse verbo estar, atualmente, vinculado
a uma ótica contrária à concepção de cultura como algo que
as pessoas deveriam apreciar e desfrutar.
Considerando o fragmento de texto precedente e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
Considerando o período de pronunciamento do referido
discurso, é possível considerar que a marginalização
mencionada já se encontra superada.
A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item.
O narrador estabelece uma contradição ao defender que o
“grito do Ipiranga” é “mais sumário, mais bonito e mais
genérico”, e, ao mesmo tempo, reconhecer que esse grito
possa não ter ocorrido de fato.
A partir da leitura desse fragmento da crônica de Machado de Assis, publicada em 1876, julgue o item.
No texto, o fato de o narrador considerar a Independência do
Brasil uma “criança” justifica-se pelas controvérsias que
envolvem o relato de como ela teria sido proclamada.
Na tarde em que o príncipe dom Pedro e sua guarda de
honra chegaram às margens do Ipiranga naquele célebre dia 7 de
setembro de 1822, o Brasil era majoritariamente negro e africano,
o maior território escravista da América naquele início do século
XIX, cuja rotina era pautada pelo chicote e pela violência contra
os cativos. O novo país independente nascia empanturrado de
escravidão. E assim permaneceria até quase o final do século
XIX. Homens e mulheres escravizados perfaziam mais de um
terço do total da população. Os indígenas, a esta altura já
dizimados por guerras, doenças e invasão de seus territórios,
sequer apareciam nas estatísticas.
Laurentino Gomes. Escravidão (Volume III). Rio de Janeiro:
Globo Livros, 2022 (com adaptações).
Com base na leitura do texto anterior, julgue o item que se segue, concernentes ao período de surgimento do Brasil como Estado-nação.
Infere-se do texto referido que, superada a hegemonia da
economia açucareira nordestina (séculos XVI e XVII) e da
mineração (século XVIII), a população escrava do Brasil
encontrava-se reduzida e concentrada em algumas porções
do território.
Na tarde em que o príncipe dom Pedro e sua guarda de
honra chegaram às margens do Ipiranga naquele célebre dia 7 de
setembro de 1822, o Brasil era majoritariamente negro e africano,
o maior território escravista da América naquele início do século
XIX, cuja rotina era pautada pelo chicote e pela violência contra
os cativos. O novo país independente nascia empanturrado de
escravidão. E assim permaneceria até quase o final do século
XIX. Homens e mulheres escravizados perfaziam mais de um
terço do total da população. Os indígenas, a esta altura já
dizimados por guerras, doenças e invasão de seus territórios,
sequer apareciam nas estatísticas.
Laurentino Gomes. Escravidão (Volume III). Rio de Janeiro:
Globo Livros, 2022 (com adaptações).
Com base na leitura do texto anterior, julgue o item que se segue, concernentes ao período de surgimento do Brasil como Estado-nação.
O texto de Laurentino Gomes sugere que, no Brasil colonial
e no império, as populações originárias foram preservadas,
até como forma de poupar o colonizador e a monarquia de
guerras dispendiosas e de alto risco, portanto, diferentemente
do que ocorreu nas demais colônias americanas, não houve
genocídio indígena no Brasil.

Considerando a obra artística representada na imagem precedente, o fragmento de texto extraído da obra de Carolina Maria de Jesus, publicada em 1961, bem como as características e a repercussão da produção literária dessa autora, julgue o item a seguir.
O relato datado de 7 de setembro de 1960, no qual a data
nacional é referida apenas como um “feriado”, revela o
distanciamento da narradora, uma trabalhadora, em relação
ao sentimento cívico criado em torno da comemoração da
Independência do Brasil.
Essa mulher carregou a história de todas as guerras do país num só ventre. (cap. 37)
O sentido de “humanidade”, criticado no texto de Ailton Krenak, é chave para a compreensão de um contexto de extrema violência, como o narrado no fragmento.
Nesse contexto de colonização, o corpo feminino está associado à imagem de:
Ruínas de uma família. A Lu, a desejada, partiu para os braços de outro com véu e grinalda. A Ju, a enganada, está loucamente apaixonada por um velho português cheio de dinheiro. A Saly, a apetecida, enfeitiçou o padre italiano que até deixou a batina só por amor a ela. A Mauá, a amada, ama outro alguém. (cap. 43)
A repetição de estruturas nos dois trechos citados aponta para as condições de vida das mulheres, que passam de uma postura passiva a um comportamento ativo.
Essa transformação é marcada pela alternância entre os seguintes elementos:
Em relação a essa diversidade, na representação cultural de Moçambique, cada uma dessas mulheres pode ser compreendida pela seguinte figura de linguagem:
