Questões de Vestibular Sobre português
Foram encontradas 12.119 questões
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342236
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Sobre Manuel Bandeira, é correto afirmar que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342235
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, o poeta contesta o senso comum, isto é, a idéia de que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342234
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
O fato de o poeta reconhecer em si a existência do menino indica que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342233
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
No poema, a metáfora do espelho é um caminho para a reflexão sobre
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342232
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia o poema de Manuel Bandeira para responder às questões
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Versos de Natal
Espelho, amigo verdadeiro,
Tu refletes as minhas rugas,
Os meus cabelos brancos,
Os meus olhos míopes e cansados.
Espelho, amigo verdadeiro,
Mestre do realismo exato e minucioso,
Obrigado, obrigado!
Mas se fosses mágico, Penetrarias até ao fundo desse homem triste,
Descobririas o menino que sustenta esse homem,
O menino que não quer morrer,
Que não morrerá senão comigo,
O menino que todos os anos na véspera do Natal
Pensa ainda em pôr os seus chinelinhos atrás da porta.
Para o poeta, o espelho é um amigo verdadeiro porque
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342231
Português
Texto associado
No último quadrinho, observando- se a expressão de Liberdade e o que ela diz — seja pela pontuação (???), seja pela reiteração do verbo (sabe) —, sua atitude revela
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342230
Português
Texto associado
Considerando- se o texto de Walcyr Carrasco e observando- se o comentário que a personagem Liberdade faz na tirinha, é certo afirmar que ela se revoltará contra uma velhice que seja
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342229
Português
Considere os trechos:
Observei-a.
Encontrei- a há pouco tempo.
— Agora que meus filhos estão criados...
No texto de Walcyr Carrasco, os pronomes em destaque referem- se, respectivamente,
Observei-a.
Encontrei- a há pouco tempo.
— Agora que meus filhos estão criados...
No texto de Walcyr Carrasco, os pronomes em destaque referem- se, respectivamente,
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342228
Português
Diante de mim estava uma senhora cheia de vida, disposta a aprender, apesar dos cabelos grisalhos.
Na frase, apesar dos cabelos grisalhos significa que
Na frase, apesar dos cabelos grisalhos significa que
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342227
Português
Pode- se afirmar que, com a ida à exposição dos czares russos, o narrador teve a oportunidade de
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342226
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: Leia os versos de Almeida Garrett para responder às questões
Este inferno de amar
Este inferno de amar - como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há- de ela apagar?
Este inferno de amar
Este inferno de amar - como eu amo!
Quem mo pôs aqui n’alma... quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio a atear,
Quando - ai quando se há- de ela apagar?
Nos versos de Garrett, predomina a função
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342225
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Assinale a alternativa correta.
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342224
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Considere as afirmaões:
I. No poema de Garrett, o amor é apresentado como um sentimento que acontece na vida de alguém independentemente de sua vontade.
II. No poema de Filinto, vê- se que o amor não se realiza fisicamente; no de Garrett, explora- se o amor pelo seu aspecto físico e sensual.
III. Tanto no poema de Filinto quanto no de Garrett, há uma linha tênue entre o utópico e o real, resultando numa visão de amor sôfrega e intensa, prestes a tomar formas plenas na realidade vivida pelos amantes.
Está correto somente o que se afirma em
I. No poema de Garrett, o amor é apresentado como um sentimento que acontece na vida de alguém independentemente de sua vontade.
II. No poema de Filinto, vê- se que o amor não se realiza fisicamente; no de Garrett, explora- se o amor pelo seu aspecto físico e sensual.
III. Tanto no poema de Filinto quanto no de Garrett, há uma linha tênue entre o utópico e o real, resultando numa visão de amor sôfrega e intensa, prestes a tomar formas plenas na realidade vivida pelos amantes.
Está correto somente o que se afirma em
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342223
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
No verso Metal de voz que enleva de doçura, a preposição de ocorre duas vezes, formando expressões que indicam, respectivamente, relação de
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342222
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Os termos enleva, rouba e penas assumem no poema, respectivamente, os seguintes significados:
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342221
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Pelas informações do poema, é correto afirmar que o poeta
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342220
Português
Texto associado
INSTRUÇÃO: As questões baseiam- se no poema de Filinto Elísio.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Uns lindos olhos, vivos, bem rasgados,
Um garbo senhoril, nevada alvura,
Metal de voz que enleva de doçura,
Dentes de aljôfar, em rubi cravados.
Fios de ouro, que enredam meus cuidados,
Alvo peito, que cega de candura,
Mil prendas; e (o que é mais que formosura)
Uma graça, que rouba mil agrados.
Mil extremos de preço mais subido
Encerra a linda Márcia, a quem of’reço
Um culto, que nem dela inda é sabido.
Tão pouco de mim julgo que a mereço,
Que enojá- la não quero de atrevido
Co’as penas que por ela em vão padeço.
Considere as informações:
I. O poeta mantém certo distanciamento amoroso, pois a mulher é vista como um ser superior e inalcançável.
II. O jogo amoroso descrito no soneto distancia-se do convencionalismo, sendo exposto o amor de forma intensa.
III. A forma do poema — um soneto — e a sua metrificação permitem considerá- lo uma produção literária do período clássico.
IV. Estão explícitos no soneto a sensualidade e o carpe diem.
Está correto o que se afirma apenas em
I. O poeta mantém certo distanciamento amoroso, pois a mulher é vista como um ser superior e inalcançável.
II. O jogo amoroso descrito no soneto distancia-se do convencionalismo, sendo exposto o amor de forma intensa.
III. A forma do poema — um soneto — e a sua metrificação permitem considerá- lo uma produção literária do período clássico.
IV. Estão explícitos no soneto a sensualidade e o carpe diem.
Está correto o que se afirma apenas em
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342219
Português
Só me perguntava o que era, se nunca os vira...
O trecho, transposto para discurso direto, em norma padrão, assume a seguinte forma:
Só me perguntava:
O trecho, transposto para discurso direto, em norma padrão, assume a seguinte forma:
Só me perguntava:
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342218
Português
Para o narrador, os olhos de Capitu eram olhos de ressaca, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Entende- se, então, que ele
Ano: 2005
Banca:
VUNESP
Órgão:
UNIFESP
Prova:
VUNESP - 2005 - UNIFESP - Vestibular - Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Redação |
Q342217
Português
Ao afirmar que Capitu tinha olhos de cigana oblíqua, José Dias a vê como uma mulher