Questões de Vestibular Sobre português
Foram encontradas 12.157 questões


( ) Os aspectos físicos condicionam os aspectos morais. ( ) Os aspectos ambientais determinam os aspectos biológicos. ( ) Os aspectos étnicos motivam os aspectos psicológicos. ( ) Os aspectos ambientais regulam os aspectos comportamentais.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:






I - É morfologicamente igual nas duas ocorrências seguintes: “Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.” (linhas 30-32). II - Tem função anafórica e catafórica ao mesmo tempo e serve de complemento verbal na frase a seguir: “Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.” (linhas 6-9). III - É diferente nos dois enunciados que seguem: “Mas que talento tinha para a crueldade.” (linha 11); “o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte.” (linhas 44-46).
Está correto o que se afirma em


I - O pronome “este”, que compõe a expressão referencial “este livro”, indica que o objeto, como ensina a gramática normativa, está, no texto, próximo do sujeito que fala. II - O pronome “este”, na expressão referencial “este livro”, indica um referente que, de forma repentina, se torna claro para o falante. III - O emprego do pronome “este”, na expressão em destaque, tem a função textual de pôr em relevo o referente.
Está correto o que se diz


Coluna 1 1. “Tinha um busto enorme” (linhas 2-3). 2. “gostaria de ter: um pai dono de livraria” (linhas 8-9). 3. “Mas que talento tinha para a crueldade” (linhas 11). 4. “Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter” (linhas 99-100). 5. “Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter” (linhas 99-100).
Coluna 2
( ) possuir algo para uso ( ) demonstrar capacidade ( ) sofrer, experimentar ( ) manter relação de parentesco ( ) ostentar, caracterizar-se
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:




I - Em “comendo-o, dormindo-o”, observam-se duas extensões de sentido e o uso de uma regência não convencional. II - Em “dormindo-o”, a narradora toma como transitivo direto um verbo intransitivo, forçando o paralelismo sintático com “comendo-o”. III - O emprego de “comendo-o, dormindo-o” intensifica a relação quase erótica da personagem-narradora com os livros.
Está correto o que se diz


I - A partícula “mas” tem, no texto, a propriedade de atuar sobre o receptor e tentar levá-lo a aceitar o ponto de vista do locutor. II - O “mas” sugere que o locutor se antecipa a uma possível conclusão apressada do interlocutor sobre o que vinha sendo informado. III - O vocábulo “nisso” retoma um elemento único do parágrafo anterior – “dia seguinte” (linha 33).
Está correto o que é dito


I - O clandestino relaciona-se com o proibido, algo que tem poder desestruturador. E esse poder a leitura consegue ter, quando realizada com intensidade. II - A erotização da leitura – o erótico é sempre visto como ilegal e/ou ilegítimo – que a personagem-narradora promove pode justificar a clandestinidade. III - O prazer intenso provocado pela leitura envolve não só o cérebro, o intelecto, mas os sentidos, o corpo, a libido, daí a clandestinidade.
São coerentes os comentários feitos






I - O adjetivo “crespos” (linha 2) tem como antônimo, no texto, o adjetivo “livres” (linha 16). II - Dizer Informou-me casualmente que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato é o mesmo que dizer “Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato” (linhas 24-26). III - O complemento do verbo aproveitar (“aproveitava”, linha 10) poderia ser explicitado pela expressão ter um pai dono de livraria.
Está correto o que se afirma




I - O texto tem três momentos bem delimitados: a apresentação de uma das personagens, com predominância de elementos descritivos; o núcleo dos acontecimentos, com predominância narrativa; o desfecho, com elementos narrativos e descritivos. II - O texto é escrito em 1ª pessoa, por uma personagem-narradora que opta pela focalização onisciente dos fatos e dos sentimentos das outras personagens. III - O tempo da história se desenrola linearmente, assinalado no discurso por marcadores temporais explícitos.
Está correto o que se diz em

Considerando o comentário acima, a charge, e seus conhecimentos sobre o assunto, é possível concluir que:

Com base no texto I e II, analise as afirmativas a seguir:
I - Ao enfocar a variedade linguística de se expressar, Bagno enfatiza que o preconceito deve ser combatido, pois há práticas sociais e hábitos culturais diferenciados.
II - Pode-se verificar no texto II o emprego de dialeto, ou seja, uma variedade linguística regional.
III - O uso da linguagem coloquial pode ocorrer em qualquer situação social, independente do meio em que o falante esteja inserido.
IV - O foco do texto I registra-se no texto II, quando o falante se expressa através da gíria: ‘uai, sô’.
Estão corretas apenas as afirmativas:
A questão se refere ao texto abaixo.
“A atividade que a televisão desempenha no contexto educacional é externa a ela [...] A televisão depende do entorno. Nesse sentido, a televisão está – ou pode estar mais relacionada, paradoxalmente, com a realidade. A atividade gerada na Internet está intrinsecamente unida ao meio. Tudo é feito dentro da Internet. Essa autosuficiência pode levar à endogamia, ao autismo e à ilusão de uma realidade tecnológica que possa substituir o entorno humano. A televisão tradicional tem uma dimensão mais humanóide, porque a relação com o mundo, na televisão, está estreitamente vinculada à imagem antropocêntrica [...] Por isso, a televisão tende a aprisionar o espectador em seu próprio mundo; a fazer com que ele não se interesse pelo que acontece com os outros. A Internet não pode desenvolver-se sem a participação dos usuários. Isso não obriga ninguém a ter interesse social pelo outro, mas a atividade de cada um depende, sim, da atividade do outro.”
VILCHES, L. A migração digital. São Paulo: Edições Loyola, 2003.
A questão se refere ao texto abaixo.
“A atividade que a televisão desempenha no contexto educacional é externa a ela [...] A televisão depende do entorno. Nesse sentido, a televisão está – ou pode estar mais relacionada, paradoxalmente, com a realidade. A atividade gerada na Internet está intrinsecamente unida ao meio. Tudo é feito dentro da Internet. Essa autosuficiência pode levar à endogamia, ao autismo e à ilusão de uma realidade tecnológica que possa substituir o entorno humano. A televisão tradicional tem uma dimensão mais humanóide, porque a relação com o mundo, na televisão, está estreitamente vinculada à imagem antropocêntrica [...] Por isso, a televisão tende a aprisionar o espectador em seu próprio mundo; a fazer com que ele não se interesse pelo que acontece com os outros. A Internet não pode desenvolver-se sem a participação dos usuários. Isso não obriga ninguém a ter interesse social pelo outro, mas a atividade de cada um depende, sim, da atividade do outro.”
VILCHES, L. A migração digital. São Paulo: Edições Loyola, 2003.