Questões de Vestibular Sobre português
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Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser
um masoquista” (linhas 17-19), a construção
destacada em negrito também poderia ser
reescrita da seguinte forma: “o fato do sujeito”.
Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “sentimo-nos aliviados com o fato de não
termos sido nós a vítima” (linhas 74-76), a
concordância verbal está incorreta, porque a
expressão destacada em negrito deveria estar
no plural.
Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “É nesse contexto que se torna plausível rir
de desgraças alheias” (linhas 66-68), a
expressão destacada em negrito funciona, no
contexto, como sujeito da oração anterior.
Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “E você está com sorte, acabo de perder
nove pacientes com essa moléstia” (linhas 30-
31), a locução verbal destacada em negrito
expressa o aspecto verbal cessativo.
Texto
Choque entre contextos é da natureza de todas as pilhérias
Hélio Schawartsman
Articulista da Folha de S.Paulo.


(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 1.°/5/2011.
Ilustrada. E4)
Assinale a alternativa correta quanto aos aspectos linguísticos presentes no texto.
Em “quando a vítima não tem condições de
reagir à provocação humorística” (linhas 96-97),
o emprego do sinal indicativo de crase é uma
exigência da regência da forma verbal “reagir”.
Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de Dona Plácida, nem a semidemência de Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: – Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.
ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 27. ed. São Paulo: Ática,1999. p. 176.
Neste capítulo, Brás Cubas faz uma espécie de balanço de sua existência, em que
Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes. Naquele ano morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, – uma pérola.
ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 27. ed. São Paulo: Ática,1999. p. 40.
A partir desta passagem, é correto afirmar que

Escrevera nesse bilhetinho, entretanto, apenas quatro palavras, afora pontos exclamativos e reticências:
Anjo adorado! Amo-lhe!
P...
LOBATO, Monteiro. Negrinha, São Paulo: Globo, 2008. p. 114.
Neste bilhete, escrito pelo pai da personagem central do conto “O colocador de pronomes”, há uma utilização indevida do pronome “lhe”, na visão normativa da língua apresentada no conto. Tal equívoco faz com que Aldrovando Cantagalo se considere fruto de um “erro de gramática” e passe a
“Mando na frente meu criado Pinhão, homem de toda confiança para avisá-lo de minha chegada aí. Mas quero logo avisá-lo: pretendo privá-lo de seu mais precioso tesouro!” (p. 39-40)
A confusão se estabelece devido a um problema de interpretação da expressão “precioso tesouro”, pois, para

O texto é, predominantemente,
Sobre o poema de Herbert Emanuel abaixo, assinale a alternativa correta.

(Nada ou quase uma arte, 2. ed., Editora Spia Vídeos e Produções, Macapá: 2009, p.6)
TEXTO 1
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
TEXTO 2
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
Em “Fábio disse que aprendeu a cozinhar” (texto 2, linha 90), além do fato de o discurso indireto ser marcado pelo verbo de dizer para anunciar a fala do outro, o período é constituído por uma oração subordinada substantiva objetiva direta, introduzida pela conjunção que.
TEXTO 1
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
TEXTO 2
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
Em “- Malu! Desestressa! - disse Helô” (texto 1, linha 67), o discurso direto é marcado pelo emprego do verbo de dizer para anunciar a fala de um personagem.
TEXTO 1
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
TEXTO 2
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
Em “- Não cabe máquina de lavar aqui no apartamento” (texto 1, linhas 50-51), o advérbio em negrito, por estar em período constituído por discurso direto, remete ao local onde o texto foi produzido.
TEXTO 1
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
TEXTO 2
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
As regras de conversão do discurso direto para o discurso indireto exigem que formas verbais do presente como em “depois a gente limpa” (texto 1, linhas 68-69) sejam transformadas em formas verbais do pretérito imperfeito.
TEXTO 1
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
TEXTO 2
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
Em “São dois os pré-requisitos para um calouro ser mais um morador da PIF-PAF: é preciso ser do sexo masculino e cursar Engenharia na Ufop.” (texto 2, linhas 37-40), o discurso direto é indicado pelo uso de dois-pontos para separar a fala do autor do texto da fala do entrevistado.
TEXTO 1
A minha mãe falava sério!
Thalita Rebouças


(Adaptação do capítulo do livro Fala sério, professor! Rio de Janeiro: Rocco, 2006)
TEXTO 2
Estudantes contam como é morar em república
Fernanda Bassette
Do G1, em São Paulo
26/2/2007


(Adaptação do texto disponível em <http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0>
Por ter linguagem objetiva, o texto 1 apresenta predominância de adjetivos qualificadores.