Questões de Vestibular Sobre português
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Os fragmentos trazem cenas que apresentam

As ilustrações 1 e 2 representam, respectivamente, o desfecho das personagens
O padre José Pedro dizia que a culpa era da vida e tudo fazia para remediar a vida deles, pois sabia que era a única maneira de fazer com que eles tivessem uma existência limpa. Porém uma tarde em que estava o padre e estava o João de Adão, o doqueiro diss e que a culpa era da sociedade mal organizada, era dos ricos... Que enquanto tudo não mudasse, os meninos não poderiam ser homens de bem. E disse que o padre José Pedro nunca poderia fazer nada por eles porque os ricos não deixariam. O padre José Pedro naquele dia tinha ficado muito triste, e quando Pirulito o foi consolar, explicando que ele não ligasse ao que João de Adão dizia, o padre respondeu balançando a cabeça magra.
– Tem vezes que eu chego a pensar que ele tem razão, que isso tudo está errado. Mas Deus é bom e saberá dar o remédio...
AMADO, Jorge. Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 107-108.
Considerando as duas visões presentes no fragmento, Pedro Bala, no final da trama, adota um ponto de vista que
Assim, os sujeitos dos quatro últimos períodos do fragmento, considerando-se a ordem de ocorrência, são:
Leia o trecho a seguir.
"Não mais atracaram na sua ponte os veleiros que iam partir carregados. Não mais trabalharam ali os negros musculosos que vieram da escravatura. Não mais cantou na velha ponte uma canção um marinheiro nostálgico."
Em relação aos tempos verbais presentes no fragmento, o narrador emprega
"Não mais atracaram na sua ponte os veleiros que iam partir carregados. Não mais trabalharam ali os negros musculosos que vieram da escravatura. Não mais cantou na velha ponte uma canção um marinheiro nostálgico."
Sobre esses períodos, é correto afirmar que

Leia as duas construções linguísticas a seguir, extraídas do infográfico.
I - Transitar em velocidade superior à máxima permitida.
II - Desobedecer a ordens de autoridades.
Sobre essas construções, é correto afirmar que,

Sobre a linguagem do Texto 2, é correto afirmar que

A charge ironiza
Já o verme – este operário das ruínas –
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e à vida em geral declara guerra,
Anda a espreitar meus olhos para roêlos,
E há de deixarme apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!
Nesses versos, o eu lírico enfatiza
(http://noticias.uol.com.br. Adaptado.)
As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por

As informações contidas nos quadrinhos permitem concluir que
Texto 1
“Deixando a bola e a peteca,
Com que inda há pouco brincavam,
Por causa de uma boneca,
Duas meninas brigavam.
(...)
Tanto puxaram por ela,
Que a pobre rasgou-se ao meio,
Perdendo a estopa amarela
Que lhe formava o recheio.
E, ao fm de tanta fadiga,
Voltando à bola e à peteca,
Ambas, por causa da briga,
Ficaram sem a boneca ...”
(“A Boneca, Olavo Bilac”)
Texto 2
“A BELA bola
rola:
a bela bola do Raul.
Bola amarela,
a de Arabela.
A do Raul,
azul.
(...)
A bola é bela,
é bela e pura.
É bela, rola e pula,
é mole, amarela, azul.
(...)”
(“Jogo de Bola”, Cecília Meireles)
Sobre os fragmentos acima, afrma-se:
1. Embora “Jogo de Bola” apresente características simbolistas e “A Boneca” alinhe-se à estética modernista, em ambos se percebe uma preocupação com a rima e com a métrica clássica.
2. O texto 1, de Olavo Bilac, tematiza a amizade de duas meninas, que desistem de brincar depois da disputa por uma boneca.
3. No texto 2, de Cecília Meireles, percebem-se, na forma e no conteúdo, características da linguagem infantil.
4. No poema 2, as aliterações constroem um efeito sonoro signifcativo.
Estão corretas apenas as afrmativas

Considerando os dois fragmentos, NÃO é correto afirmar:
Texto 1
“Ademir impõe com seu jogo
o ritmo do chumbo (e o peso),
da lesma, da câmara lenta,
do homem dentro do pesadelo.
Ritmo líquido se infltrando
no adversário, grosso, de dentro,
impondo-lhe o que ele deseja,
mandando nele, apodrecendo-o.
(...)”
(“Ademir da Guia”)
Texto 2
“A bola não é a inimiga como o touro, numa corrida; e, embora seja um utensílio caseiro e que se usa sem risco, não é o utensílio impessoal, sempre manso, de gesto usual: é um utensílio semivivo, de reações próprias como bicho e que, como bicho, é mister (mais que bicho, como mulher) usar com malícia e atenção dando aos pés astúcias de mão.”
(“O futebol brasileiro evocado na Europa”)
Sobre os fragmentos acima, afrma-se:
1. O texto 1 utiliza várias imagens para caracterizar um jogador de futebol que apresenta ritmo lento e pesado, mas destruidor.
2. O texto 2 metaforiza a bola de futebol, considerando-a um organismo vivo, que carrega atributos naturalizados num estado de semivivência de bola- bicho.
3. O primeiro texto centra-se num personagem em ação, enquanto o segundo tematiza o instrumento que possibilita essa ação.
Está/Estão correta(s) a(s) afrmativa(s)


