Questões de Vestibular Sobre português
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Quando o autor pergunta “Afinal, a palavra não é derivada de Brasil, brasileiro?” (linhas 3 e 4), ele considera a regra de formação de palavras que também justifica os derivados formosura e cicatrizar.
Consideradas no contexto em que ocorrem, constituem um caso de antítese as expressões empregadas para caracterizar as diferentes reações das pessoas em relação ao trabalho da funerária: “devendo detestá-la” (linha 10) e “não pode desadorá-la” (linha 11).
No contexto em que foi empregada, a locução dar de comer (linhas 9 e 10) pode ser compreendida em sentidos opostos que se relacionam à morte e à vida.
A palavra “abalizados”, tal como foi empregada na linha 7, pode ser substituída por infectados, sem prejuízo para o sentido.
A imagem da “velha dama” (linha 3) figura a febre amarela como um problema crônico da saúde pública da cidade.
No segundo período do primeiro parágrafo, por meio de uma gradação, o autor expõe a situação precária da saúde pública da cidade, agravada pela presença da febre amarela.
A finalidade jornalística da crônica de Machado de Assis estabelece diferenças fundamentais entre o texto e as obras ficcionais do autor, caracterizadas pela observação crítica da sociedade e pelo tratamento não idealista das personagens.
O desfecho irônico do segundo parágrafo aponta a vitória da ganância sobre o afeto, mesmo nas relações humanas mais próximas.
A oração reduzida “desistindo o sobrinho do dinheiro herdado” (linhas 17 e 18) pode ser desenvolvida em uma oração subordinada que tanto pode ser iniciada pela conjunção se quanto pela conjunção quando, pois o contexto admite essa variação de sentido.
A reescritura Na alma do homem, há essas lutas terríveis. (linha 13) não altera a impessoalidade do verbo haver, mas modifica o significado do seu complemento.
A expressão “dessas lutas terríveis” (linha 13) retoma a ideia do conflito interior entre os dois lados da alma humana, apresentado no primeiro parágrafo, para exemplificá-lo com a situação de dilaceração moral do herdeiro.
O destaque gráfico da palavra “(fluía)” (verso 7) produz um efeito de sentido que é reforçado pelos parênteses.
A partir da terceira estrofe, a imagem poética do “cão sem plumas” caracteriza os homens ribeirinhos desumanizados pela miséria e acentua o sentido de carência desses seres.
A desumanização do homem que habita os alagados do rio é intensificada pelo emprego metafórico de “anfíbios” (verso 12), sugerindo uma forma de sobrevivência animalizada, rastejante.
Na primeira estrofe, a paisagem geográfica do rio Capibaribe sofre um processo de animização por meio da comparação que aproxima o “rio”, a “espada” e o “cão” por uma característica em comum: a humildade.
A palavra “ademais”, no último período do texto, pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido, por ainda mais.
O autor considera que a medida de estancar o consumo de bens materiais para controlar a emissão de dióxido de carbono é injusta, porque condena muitos países a permanecerem na pobreza, e inadequada, pois fere a autonomia política ou social desses países.
Para conter as emissões de dióxido de carbono, seria necessário que as futuras tecnologias permitissem produzir bens de consumo e economizar as reservas naturais, e não apenas encontrar maneiras inteligentes de usá-las.
O autor considera a redução da pobreza e a promoção do bem-estar social dos países menos desenvolvidos como questões mais prementes que a discussão dos limites físicos do planeta.
A ideia de que conhecimento técnico aprimorado e redução voluntária de fertilidade podem sustentar um nível crescente de ganhos para o mundo tem respaldo nas ideias centrais do texto de Maílson da Nóbrega.