Questões de Vestibular Sobre português
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A questão está baseada no fragmento do conto O Alienista, da Machado de Assis, disponível
no site: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf.

A respeito desse assunto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
Uma das importâncias de parques como o Olhos d’Água é a manutenção de corredores ecológicos.
Internet: <www.veja.com>. Acesso em 12/9/2012.
Considerando o texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
Ao caracterizar “Brazuca” como um “clichê patriótico” (linhas 11 e 12), o autor estabelece intertextualidade com outros clichês que apresentaram, ao longo do tempo, uma visão também depreciativa do povo brasileiro.
Internet:<www.veja.com>. Acesso em 12/9/2012.
Considerando o texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
O termo “este” (linha 14) pode ser substituído por “esse”, pois remete a referente mais próximo: o Brasil.
Considerando o texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
O ponto de vista subjetivo do autor e o conteúdo evidenciam a predominância da função expressiva da linguagem no texto.
Internet:<www.veja.com>. Acesso em 12/9/2012.
Considerando o texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
Nas linhas 9 e 10, o autor faz uso da tonalidade afetiva que os sufixos diminutivos podem atribuir às palavras, assim como em casebre e jornaleco.
Internet:<www.veja.com>. Acesso em 12/9/2012.
Considerando o texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
Quando o autor pergunta “Afinal, a palavra não é derivada de Brasil, brasileiro?” (linhas 3 e 4), ele considera a regra de formação de palavras que também justifica os derivados formosura e cicatrizar.
No contexto em que foi empregada, a locução dar de comer (linhas 9 e 10) pode ser compreendida em sentidos opostos que se relacionam à morte e à vida.
Machado de Assis foi romancista, contista, poeta, crítico literário e, por vários anos, escreveu crônicas para os jornais, comentando a vida cotidiana do Rio de Janeiro. Considerando esse fragmento de uma das crônicas de Machado de Assis, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
palavra “abalizados”, tal como foi empregada na
linha 7, pode ser substituída por infectados, sem
prejuízo para o sentido.
Todo o universo poético de João Cabral de Melo Neto é nordestino. Sua poesia ora remete o leitor às cidades litorâneas, mares, rios e aos canaviais da zona da mata pernambucana, ora à vegetação escassa da caatinga e do agreste do sertão.
O lirismo do texto evidencia-se, sobretudo, na abordagem introspectiva e emocionada do tema da pobreza do homem ribeirinho.
Da leitura do fragmento poético, é correto inferir o pessimismo do autor diante da pobreza do homem nordestino e da consequente destruição da beleza natural da região em foco.
Na quarta estrofe, considerando que “voz” é o aspecto que caracteriza o pássaro e “raízes”, a árvore, percebe-se uma transposição que realça o sentido de perda de identidade, que também vale para o cão e para o homem ribeirinho.
A desumanização do homem que habita os alagados do rio é intensificada pelo emprego metafórico de “anfíbios” (verso 12), sugerindo uma forma de sobrevivência animalizada, rastejante.
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos do texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
A palavra “ademais”, no último período do texto, pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido, por ainda mais.
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos do texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
O autor considera que a medida de estancar o consumo de bens materiais para controlar a emissão de dióxido de carbono é injusta, porque condena muitos países a permanecerem na pobreza, e inadequada, pois fere a autonomia política ou social desses países.
O autor considera a redução da pobreza e a promoção do bem-estar social dos países menos desenvolvidos como questões mais prementes que a discussão dos limites físicos do planeta.
A ideia de que conhecimento técnico aprimorado e redução voluntária de fertilidade podem sustentar um nível crescente de ganhos para o mundo tem respaldo nas ideias centrais do texto de Maílson da Nóbrega.
Exportações brasileiras crescem, mas não diversificam O gráfico da balança comercial brasileira apresenta deficits até 2001, e a partir daí uma curva ascendente demonstra os superavits com uma queda a partir de 2008, devido à crise global começada no subprime (mercado imobiliário) norte-americano.
Entre 2001 e 2005, o crescimento acelerado das exportações foi impulsionado por um conjunto de circunstâncias, como o forte crescimento da economia mundial, o aumento dos preços das commodities, a taxa de câmbio favorável, o baixo crescimento do consumo interno e significativos ganhos de produtividade das empresas.
Porém, nem tudo é motivo de comemoração: as exportações brasileiras cresceram mais pela quantidade de bens
primários exportados que pelo valor agregado dos produtos comercializados.
Internet: <http://marcosbau.com.br> (com adaptações). Acesso em 20/9/201
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos do texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
A locução “Mas também” (linha 45) pode ser
substituída pela conjunção e, sem que haja
modificação na relação semântica do período por
ela introduzido com o período anterior.
Considerando os aspectos sintáticos e semânticos do texto, julgue os itens a seguir, assinalando (V) para os verdadeiros e (F) para os falsos.
No trecho “Na linha do Clube de Roma, defende-se
o estancamento da expansão baseada no consumo
de bens materiais.” (linhas de 37 a 39), a expressão
destacada em negrito explora a metáfora do futebol
para realçar o caráter conservador do Clube de
Roma.