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Questões de Vestibular Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 12.150 questões

Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394738 Português

(Adaptado de: http://www.google.com.br/entrevista Mário Sérgio Cortella/educar para transformar. Acesso em 25 mai 2012 )

Com base no TEXTO 02, responda à questão.

Assinale a alternativa em que o significado de via equivale ao do mesmo termo em “via escola pública” (linha 08).
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394737 Português

(Adaptado de: http://www.google.com.br/entrevista Mário Sérgio Cortella/educar para transformar. Acesso em 25 mai 2012 )

Com base no TEXTO 02, responda à questão.

Assinale, dentre as palavras das alternativas abaixo, a única que substitui “equívoco” (linha 03), sem alterar o sentido do texto.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394736 Português



(Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Pela leitura do texto, entende-se que os pais sentem culpa em relação aos filhos devido ao fato de:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394735 Português



(Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Pela leitura do texto, é correto afirmar que o autor:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394734 Português



(Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Assinale a alternativa em que está correta a referência ao termo sublinhado.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394733 Português



(Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Assinale a alternativa em que há oposição semântica entre os termos.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394732 Português



(Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


Com base no TEXTO 1, responda à questão.

O termo “padrões” (linha 22) equivale semanticamente a:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394731 Português



(Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


Com base no TEXTO 1, responda à questão.

O verbo “delegam” (linha 20) pode ser substituído, sem que se altere o sentido do texto, por:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2012 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394730 Português



(Adaptado de: <http: //www.google.com.br.monografias.com/integração escola-família>. Acesso em: 25 mai.2012 )


Com base no TEXTO 1, responda à questão.

. De acordo com o texto, “objetivos em comum” (linha 05) são objetivos:
Alternativas
Q1391044 Português

Texto para as questão.


Poema


Encontrado por Thiago de Mello

No Itinerário de Pasárgada


Vênus luzia sobre nós tão grande,

Tão intensa, tão bela, que chegava

A parecer escandalosa, e dava

Vontade de morrer.

Manuel Bandeira


No poema, o conectivo "que" introduz uma oração com ideia de

Alternativas
Q1391036 Português

Texto para as questão.


BOCAGE NO FUTEBOL



Leia também este texto, para responder às questão.


         Quando Bauer, o de pés ligeiros, se apoderou da cobiçada esfera, logo o suspeitoso Naranjo lhe partiu ao encalço, mas já Brandãozinho, semelhante à chama, lhe cortou a avançada. A tarde de olhos radiosos se fez mais clara para contemplar aquele combate, enquanto os agudos gritos e imprecações em redor animavam os contendores. A uma investida de Cárdenas, o de fera catadura, o couro inquieto quase se foi depositar no arco de Castilho, que com torva face o repeliu. Eis que Djalma, de aladas plantas, rompe entre os adversários atônitos, e conduz sua presa até o solerte Julinho, que a transfere ao valoroso Didi, e este por sua vez a comunica ao belicoso Pinga. (...)

Assim gostaria eu de ouvir a descrição do jogo entre brasileiros e mexicanos, e a de todos os jogos: à maneira de Homero. Mas o estilo atual é outro, e o sentimento dramático se orna de termos técnicos.

Carlos Drummond de Andrade, Quando é dia de futebol. Rio: Record, 2002

Ambos os textos - o de Nélson Rodrigues e o de Drummond - pertencem à modalidade textual conhecida como
Alternativas
Q1391035 Português

Texto para as questão.


BOCAGE NO FUTEBOL



Leia também este texto, para responder às questão.


         Quando Bauer, o de pés ligeiros, se apoderou da cobiçada esfera, logo o suspeitoso Naranjo lhe partiu ao encalço, mas já Brandãozinho, semelhante à chama, lhe cortou a avançada. A tarde de olhos radiosos se fez mais clara para contemplar aquele combate, enquanto os agudos gritos e imprecações em redor animavam os contendores. A uma investida de Cárdenas, o de fera catadura, o couro inquieto quase se foi depositar no arco de Castilho, que com torva face o repeliu. Eis que Djalma, de aladas plantas, rompe entre os adversários atônitos, e conduz sua presa até o solerte Julinho, que a transfere ao valoroso Didi, e este por sua vez a comunica ao belicoso Pinga. (...)

Assim gostaria eu de ouvir a descrição do jogo entre brasileiros e mexicanos, e a de todos os jogos: à maneira de Homero. Mas o estilo atual é outro, e o sentimento dramático se orna de termos técnicos.

Carlos Drummond de Andrade, Quando é dia de futebol. Rio: Record, 2002

O gênero literário que Drummond tomou como base para a composição de seu texto revela, no escritor mineiro, uma determinada visão do futebol que também reponta no seguinte trecho do texto de Nélson Rodrigues:
Alternativas
Q1391034 Português

Texto para as questão.


BOCAGE NO FUTEBOL



Leia também este texto, para responder às questão.


         Quando Bauer, o de pés ligeiros, se apoderou da cobiçada esfera, logo o suspeitoso Naranjo lhe partiu ao encalço, mas já Brandãozinho, semelhante à chama, lhe cortou a avançada. A tarde de olhos radiosos se fez mais clara para contemplar aquele combate, enquanto os agudos gritos e imprecações em redor animavam os contendores. A uma investida de Cárdenas, o de fera catadura, o couro inquieto quase se foi depositar no arco de Castilho, que com torva face o repeliu. Eis que Djalma, de aladas plantas, rompe entre os adversários atônitos, e conduz sua presa até o solerte Julinho, que a transfere ao valoroso Didi, e este por sua vez a comunica ao belicoso Pinga. (...)

Assim gostaria eu de ouvir a descrição do jogo entre brasileiros e mexicanos, e a de todos os jogos: à maneira de Homero. Mas o estilo atual é outro, e o sentimento dramático se orna de termos técnicos.

Carlos Drummond de Andrade, Quando é dia de futebol. Rio: Record, 2002

Referem-se apenas aos inimigos, e não aos heróis, as seguintes caracterizações presentes no texto: 
Alternativas
Q1391033 Português

Texto para as questão.


BOCAGE NO FUTEBOL



Considere os seguintes elementos de composição textual:


I interação com o leitor;

II incorporação de uma fala em discurso indireto;

III procedimento intertextual;

IV mistura de gêneros discursivos.


É correto afirmar que, no texto, ocorre apenas o que foi indicado em

Alternativas
Q1391031 Português

Texto para as questão.


BOCAGE NO FUTEBOL



Considerando as qualificações ambivalentes que o texto lhe atribui, pode-se corretamente concluir que, para o autor, o palavrão, em dadas situações, assume caráter propriamente
Alternativas
Q1391030 Português

Texto para as questão.


BOCAGE NO FUTEBOL



A expressão "Nero de fita de cinema" (L. 05) tem a finalidade de, principalmente,
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2012 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383001 Português
“O modelo político de desenvolvimento que hoje se esboça no Brasil poderia ser chamado de tecnoburocrático-capitalista. Está baseado em uma aliança entre a tecnoburocracia militar e civil de um lado, e o capitalismo internacional e nacional do outro. Esta aliança apoia-se, por sua vez, em um modelo econômico de desenvolvimento que se caracteriza pela modernização da economia, pela concentração de renda nas classes altas e médias e pela marginalização da classe baixa”. (Luiz Carlos Bresser Pereira. Desenvolvimento e crise no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1972). No texto acima, publicado em 1972, entende-se que:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2012 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1383000 Português
“Tanto a exposição crua das mazelas sociais presente na obra de Aluísio Azevedo, como a tentativa de representar literariamente as contradições de tal sociedade, desenvolvida por Machado, evidenciavam, porém, que a literatura produzida no Brasil tomara definitivamente novo rumo (...). Fosse por choque ou reflexão, ficava claro que os literatos brasileiros ostensivamente voltavam seu olhar para as ruas, tirando delas matéria para sua arte”. Leonardo Affonso Pereira. A realidade como vocação. In: Keila Grinberg & Ricardo Salles [orgs.] O Brasil imperial v.III. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
As “mazelas sociais”, assim como as “contradições de tal sociedade” às quais o texto se refere têm, dentre seus denominadores comuns:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2012 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1382999 Português
A propósito do nascimento da imprensa no Brasil, pode-se afirmar corretamente que ela:
Alternativas
Ano: 2012 Banca: CÁSPER LÍBERO Órgão: CÁSPER LÍBERO Prova: CÁSPER LÍBERO - 2012 - CÁSPER LÍBERO - Vestibular |
Q1382998 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
Em “Quando o trabalhador ou trabalhadora (...) recusam o emprego sem carteira...”, o verbo “recusar” não estaria flexionado no plural se a conjunção “ou” criasse uma relação de:
Alternativas
Respostas
8541: E
8542: A
8543: E
8544: A
8545: D
8546: B
8547: A
8548: C
8549: E
8550: B
8551: E
8552: C
8553: D
8554: C
8555: A
8556: E
8557: D
8558: D
8559: E
8560: A