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Questões de Vestibular Sobre português

Questões Discursivas

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Ano: 2015 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2015 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q518473 Português

Cidade Maravilhosa

Cidade maravilhosa

Cheia de encantos mil

Cidade maravilhosa Coração do meu Brasil


Berço do samba e de lindas canções

Que vivem n’alma da gente

És o altar dos nossos corações

Que cantam alegremente

(...)

André Filho e silva sobreira, 1935


rio 40 graus Rio 40 graus

Rio 40 graus

Cidade maravilha

Purgatório da beleza

E do caos

(...)

O Rio é uma cidade

De cidades misturadas

O Rio é uma cidade

De cidades camufladas

Com governos misturados

Camuflados, paralelos

Sorrateiros

Ocultando comandos...

(...)

Gatilho de disket

Marcação pagode, funk

De gatilho marcação

De samba-lance

Com batuque digital

Na sub-uzi musical

De batucada digital

(...)

Fernanda Abreu, 1992

letras.mus.br

As letras das canções Cidade maravilhosa, de 1935, e Rio 40 graus, de 1992, parecem não retratar a mesma cidade.

As diferentes percepções do Rio de Janeiro, retratadas em cada letra, podem ser associadas, respectivamente, às ideias de:

Alternativas
Ano: 2015 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2015 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q518444 Português


Antonio Prata

Adaptado de Folha de São Paulo, 11/01/2015.

Considere o último parágrafo do texto para responder à  questão abaixo.


Todo abacate é verde. O Incrível Hulk é verde. O Incrível Hulk é um abacate. (l. 22)

Todo argumento pode se tornar um sofisma: um raciocínio errado ou inadequado que nos leva a conclusões falsas ou improcedentes. O último parágrafo do texto é um exemplo de sofisma, considerando que, da constatação de que todo abacate é verde, não se pode deduzir que só os abacates têm cor verde.
Esse é o tipo de sofisma que adota o seguinte procedimento:



Alternativas
Ano: 2015 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2015 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q518443 Português


Antonio Prata

Adaptado de Folha de São Paulo, 11/01/2015.

Considere o último parágrafo do texto para responder à  questão abaixo.


Todo abacate é verde. O Incrível Hulk é verde. O Incrível Hulk é um abacate. (l. 22)

Este parágrafo indica como o leitor deve ler todos os anteriores.
Segundo essa indicação, os argumentos apresentados pelo cronista devem ser compreendidos como:



Alternativas
Ano: 2015 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2015 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q518442 Português


Antonio Prata

Adaptado de Folha de São Paulo, 11/01/2015.

Antonio Prata, ao comentar o ataque ao jornal Charlie Hebdo, construiu uma série de variações do argumento típico do método dedutivo, conhecido como “silogismo” e normalmente organizado na forma de três sentenças em sequência.
A organização do silogismo sintetiza a estrutura do próprio método dedutivo, que se encontra melhor apresentada em:


Alternativas
Ano: 2015 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2015 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q518441 Português


Antonio Prata

Adaptado de Folha de São Paulo, 11/01/2015.

O terrorismo é duplamente obscurantista: primeiro no atentado, depois nas reações que desencadeia.


O subtítulo do texto sugere uma explicação para o título.

Essa explicação é melhor compreendida pela associação entre:



Alternativas
Ano: 2015 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2015 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q518440 Português


Frei Betto

Adaptado de O Dia, 21/03/2015.

No segundo parágrafo, o emprego de certa estrutura encaminha a reflexão do leitor para os disfarces que a linguagem permite.

Essa estrutura é caracterizada principalmente por:

Alternativas
Q518439 Português


Frei Betto

Adaptado de O Dia, 21/03/2015.

Na produção do humor, traço típico da crônica, o autor combina eufemismos com outros recursos ou figuras de linguagem.


O exemplo em que o humor é produzido por meio da superposição entre um eufemismo e uma comparação entre elementos distintos é:

Alternativas
Q518438 Português


Frei Betto

Adaptado de O Dia, 21/03/2015.

Frei Betto inicia seu texto com uma citação do escritor uruguaio Eduardo Galeano, recorrendo a recurso comum de argumentação.


Esse recurso constitui um argumento de:

Alternativas
Q518437 Português


Frei Betto

Adaptado de O Dia, 21/03/2015.

Em sua origem grega, o termo “eufemismo" significa “palavra de bom agouro" ou “palavra que deseja o bem". Como figura de linguagem, indica um recurso que suaviza alguma ideia ou expressão mais chocante.


Na crônica, o autor enfatiza o aspecto negativo dos eufemismos, que serviriam para distorcer a realidade.


De acordo com o autor, o eufemismo camufla a desigualdade social no seguinte exemplo:

Alternativas
Q518436 Português


Fábio Moon e Gabriel Bá.

Folha de São Paulo, 15/06/2013.

O personagem presente no último quadrinho é um ácaro, um ser microscópico. Suas falas têm relação direta com seu tamanho. No contexto, é possível compreender a imagem do personagem omo uma metonímia.

Essa metonímia representa algo que se define como:

Alternativas
Q518435 Português


Fábio Moon e Gabriel Bá.

Folha de São Paulo, 15/06/2013.

No último quadrinho, formula-se uma analogia moral, quando se sugere que não é possível ver tudo o que acontece à frente dos olhos.

A partir dessa analogia, pode-se chegar à seguinte conclusão:

Alternativas
Q518434 Português


Fábio Moon e Gabriel Bá.

Folha de São Paulo, 15/06/2013.

As ausências da moldura e da imagem são recursos gráficos que contribuem para o sentido do texto.

A relação entre esses recursos gráficos e a mensagem contida no terceiro quadrinho possui um sentido de:

Alternativas
Q518433 Português





André Fantin
                                                                                            Adaptado de repertoriocriativo.com.br, 22/05/2013.

Por meio da generalização, pode-se atribuir um determinado conjunto de traços que não se relacionam apenas com o que está sendo nomeado.

O melhor exemplo desse procedimento de generalização está presente em:

Alternativas
Q518432 Português





André Fantin
                                                                                            Adaptado de repertoriocriativo.com.br, 22/05/2013.

Escuridão: é como o frescor da noite. (l. 18)


O verbete citado apresenta uma definição poética para o termo “escuridão".

Essa afirmativa pode ser justificada pelo fato de a autora do verbete ter optado por:

Alternativas
Ano: 2015 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2015 - UERJ - Vestibular - Primeiro Exame |
Q518431 Português





André Fantin
                                                                                            Adaptado de repertoriocriativo.com.br, 22/05/2013.

“uma criança é um amigo que tem o cabelo curtinho, não toma rum e vai dormir cedo".(l. 8-9)


Na definição acima, o trecho sublinhado contém duas comparações implícitas, que têm como referência o mundo dos adultos.

Essas comparações são feitas por meio do seguinte recurso:

Alternativas
Q518430 Português





André Fantin
                                                                                            Adaptado de repertoriocriativo.com.br, 22/05/2013.

Uma afirmação paradoxal contém alguma contradição interna.

Um exemplo de afirmação paradoxal é identificado em:

Alternativas
Q518429 Português





André Fantin
                                                                                            Adaptado de repertoriocriativo.com.br, 22/05/2013.

O curioso deste “dicionário infantil" é como as crianças definem o mundo através daquilo que os adultos já não conseguem perceber. (l. 4-5)

Adultos e crianças, embora usando a mesma linguagem, não veem e não descrevem o mundo da mesma maneira.

Com base no conteúdo desse fragmento, pode-se concluir que qualquer descrição da realidade apresenta a seguinte característica:

Alternativas
Ano: 2015 Banca: INSPER Órgão: INSPER Prova: INSPER - 2015 - INSPER - Vestibular |
Q466984 Português
Resmungos gramaticais
Não tenho, obviamente, a intenção de aborrecer o leitor com minhas manias. Aliás, se dependesse de mim, só
escreveria crônicas divertidas em vez de resmungos, graçolas. Mas é que sofro de manias e uma delas é de chatear-
me com certas expressões, que vão se tornando comuns e que me parecem erradas. Está bem, está bem, já sei que
não existem erros no uso do idioma, pelos menos, essa é a opinião dos linguistas, e a última coisa que quero é ser
considerado por eles um sujeito ultrapassado e ranheta. Mas que posso fazer? Se o cara, referindo-se à semana em
que estamos, diz "essa" em vez de "esta", tenho vontade de lhe mostrar a língua. (...)
Como disse, não estou querendo encher a paciência dos leitores, mas já repararam como alguns comentaristas
de futebol usam certos verbos? Sabemos que o futebol tem um universo verbal próprio, bastante pitoresco, aliás,
contra o qual nada tenho a opor, muito pelo contrário. Acho até divertido quando o pessoal se refere a "essa" bola.
Nunca dizem, por exemplo, "ele podia ter chutado a bola" e, sim, ter chutado "essa" bola. O jogador nunca "perdeu a
bola" e, sim, "perdeu o domínio". São modos de falar muito pitorescos. O que me incomoda, porém, é quando dizem
"Ronaldo machucou". Machucou o que? O pé, o tornozelo? Não, querem dizer que ele "se machucou", mas
decretaram o fim do modo reflexivo do verbo machucar. (...)
Mas ao folhear um volume de Machado de Assis, deparo-me com a seguinte expressão: "A família Batista foi
aposentada em casa de Santos". Como aposentada na casa? Mas logo percebo que ele se refere aos aposentos que
constituem uma casa, ou seja, a família Batista passou a ocupar um aposento da casa de Santos e, por isso, ficou
"aposentada" ali. Descubro que a acepção atual é que é metafórica e decorrente daquela. E aí minhas convicções de
patrulheiro vernacular começam a esvair-se.

Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo, 15.06.08

Pelo que se depreende do posicionamento assumido pelo autor no excerto, suas “convicções começam a esvair-se” porque ele
Alternativas
Ano: 2015 Banca: INSPER Órgão: INSPER Prova: INSPER - 2015 - INSPER - Vestibular |
Q466968 Português
Os versos a seguir, extraídos de “Linguagem do morro”, de Padeirinho e Ferreira dos Santos, tratam do modo de falar nos morros cariocas.
Outro fato muito importante
E também interessante
É a linguagem de lá
Baile lá no morro é fandango
Nome de carro é carango
Discussão é bafafá
Briga de uns e outros
Dizem que é burburim
Velório no morro é gurufim
Erro lá no morro chamam de vacilação
Grupo do cachorro em dinheiro é um cão
Papagaio é rádio, Grinfa é mulher
Nome de otário é Zé Mané.

Faixa 3. Chico Buarque de Mangueira. BMG, 1998.

A letra dessa canção demonstra que uma língua varia
Alternativas
Ano: 2015 Banca: INSPER Órgão: INSPER Prova: INSPER - 2015 - INSPER - Vestibular |
Q466967 Português
A estrofe a seguir, extraída da canção “Maria do Socorro”, de Edu Krieger, foi gravada por Maria Rita no disco Samba meu.

Maria do Socorro
Suas pernas torneadas
Pelas ladeiras do morro
Ela vai no baile funk
De shortinho, top e gorro
É afim do zé galinha
Mas namora o zé cachorro (...).
Disponível em: http://www.maria-rita.com/blog/index.php/audios-samba- meu/maria-do-socorro/. Acesso em 01.08.14.

O motivo que leva a personagem a ter as pernas torneadas sugere que
Alternativas
Respostas
6881: D
6882: B
6883: A
6884: A
6885: A
6886: C
6887: C
6888: D
6889: D
6890: A
6891: C
6892: B
6893: B
6894: B
6895: A
6896: B
6897: C
6898: C
6899: A
6900: D