Questões de Vestibular Sobre português
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Considerando-se a totalidade do romance e a temática do trecho acima, é correto afirmar:
Excerto 2
Quando eu nasci um anjo louco muito louco veio ler a minha mão não era um anjo barroco era um anjo muito louco, torto com asas de avião. Let’s play that Todo Dia É Dia D, CD Torquato Neto Vários Artistas, Dubas Música, 2002.
Excerto 3 Quando nasci um anjo esbelto, desses que tocam trombeta, anunciou: vai carregar bandeira. Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada. PRADO, Adélia. Com licença poética. Poesia Reunida. São Paulo: Siciliano, 1991.
Excerto 4 Quando nasci veio um anjo safado O chato dum querubim E decretou que eu tava predestinado A ser errado assim Já de saída a minha estrada entortou Mas vou até o fim. BUARQUE, Chico. Letra e Música. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
Assim como Augusto dos Anjos em “Mágoas”, os excertos 1, 2, 3 e 4 constituem uma reflexão acerca do nascimento, distintas entre si, pela época, pela visão de mundo e pelo tratamento que cada um deles dá a esse tema, mantendo um perceptível distanciamento. Considerando-se esses excertos, é improcedente afirmar:
TEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
Em relação à passagem destacada do texto, é correto afirmar:
TEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
TEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
TEXTO:

Importância de se preservar a identidade cultural do Brasil. Disponível
em: http://www.saaesp.org.br/arquivos/2117>. Acesso em: 14 nov. 2018.
A alternativa que melhor justifica essa opinião é
Três teses sobre o avanço da febre amarela

NATHALIA PASSARINHO
Adaptado de bbc.com, 06/02/2018.

Adaptado de Almanak Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro (RJ) – 1844 a 1885
Os relatos sobre as ondas epidêmicas de febre amarela na cidade do Rio de Janeiro apareceram com frequência nos periódicos, especialmente a partir da década de 1850.
De acordo com o documento acima, no início da década de 1870, o alastramento da doença era
associado ao seguinte fator:
Oceano
Olho a praia. A treva é densa. Ulula o mar, que não vejo, Naquela voz sem consolo, Naquela tristeza imensa Que há na voz do meu desejo.
E nesse tom sem consolo Ouço a voz do meu destino: Má sina que desconheço, Vem vindo desde eu menino, Cresce quanto em anos cresço.
— Voz de oceano que não vejo Da praia do meu desejo...
(Estrela da vida inteira. 20. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1993)
Acerca desse poema, está correto o que se afirma em:
Está escrito em consonância com o conteúdo dessa frase e com uma forma verbal na voz passiva o que se encontra em:
Nem bem pisou na praia e se ergueu na frente dele um monstro. Era o bicho Pondê um jurucutu do Solimões que virava gente de-noite e engolia os estradeiros. Porém Macunaíma pegou na flecha que tinha na ponta a cabeça chata da formiga santa chamada curupê e nem fez pontaria, acertou que foi uma beleza. O bicho Pondê estourou virando coruja. (Macunaíma – o herói sem nenhum caráter. Ed. crítica de Telê Porto Ancona Lopez, 1988)
Esse trecho evidencia uma característica comum à composição de Macunaíma, que é
• “Era ela de pequena estatura e tão delgada e flexível no talhe, que dobrava-se como o junco da várzea.” • “... um camisote liso, cujos largos colarinhos se rebatiam sobre os ombros, à feição dos que usavam então os meninos de escola.” • “Os grandes olhos, negros, claros e serenos, como um lago cristalino imerso na sombra, não podiam negar que fossem de mulher...”
No contexto em que são empregados, os vocábulos destacados expressam, respectivamente, ideia de

