Questões de Vestibular Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375639 Português
Leia o fragmento pertencente ao poema José, de Carlos Drummond de Andrade. A seguir, observe o quadro O Grito do pintor norueguês Edvard Munch, e responda ao que se pede:

“E agora, José? A festa acabou, a luz apagou, o povo sumiu, a noite esfriou, e agora, José? e agora, você? você que é sem nome, que zomba dos outros, você que faz versos, que ama, protesta, e agora, José?
Está sem mulher, está sem discurso, está sem carinho, já não pode beber, já não pode fumar, cuspir já não pode, a noite esfriou, o dia não veio, o bonde não veio, o riso não veio, não veio a utopia e tudo acabou e tudo fugiu e tudo mofou, e agora, José? [...]”
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As duas obras de arte, o poema e a tela, embora pertençam, respectivamente, à Literatura e à Pintura, trazem à tona questionamentos semelhantes, como:

I- A questão das emoções humanas mais profundas frente ao mundo.
II- A possibilidade de a arte discutir o estar no mundo.
III- A angústia como sentimento inerente ao ser humano.


Das afirmações acima:
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Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375638 Português
Leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem “Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global”, publicada no site da BBC, disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.


    “Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
    [...] Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias ‘limpas’, que não produzem gases.
     [...] De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros.
    [...] ‘O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas,’ disse [...]” 
Segundo o cientista Klaus Lackner: “O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas.”

Ao argumentar sobre a viabilidade da produção de árvores artificiais, o cientista busca:
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Ano: 2011 Banca: UFAC Órgão: UFAC Prova: UFAC - 2011 - UFAC - Vestibular - PRIMEIRO DIA - CADERNO A |
Q1375637 Português
Leia os fragmentos a seguir, retirados da reportagem “Cientistas criam árvore artificial contra aquecimento global”, publicada no site da BBC, disponível em: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ noticias/2009/07/090708arvoressinteticasebc.shtml.


    “Um grupo de cientistas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, anunciou ter criado árvores artificiais que podem ajudar no combate ao aquecimento global, já que absorvem CO2 da atmosfera quase mil vezes mais rapidamente do que árvores de verdade.
    [...] Embora alguns ambientalistas critiquem os métodos de enterrar dióxido de carbono, Lackner afirma que o uso de suas árvores daria ao mundo tempo para encontrar alternativas melhores, como, por exemplo, o desenvolvimento de energias ‘limpas’, que não produzem gases.
     [...] De acordo com Klaus Lackner, cada uma dessas árvores artificiais poderia absorver uma tonelada de dióxido de carbono por dia, tirando da atmosfera CO2 equivalente ao produzido por 20 carros.
    [...] ‘O mundo produz cerca de 70 milhões de carros por ano, quer dizer, a produção de unidades neste patamar é certamente possível e também existe espaço suficiente no mundo para instalar as máquinas,’ disse [...]” 
Pela leitura dos fragmentos dessa reportagem, podemos depreender que o assunto nela tratado refere-se à relação homem e meio ambiente, fato que também faz parte de uma das seguintes obras da Literatura Brasileira:
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Ano: 2011 Banca: UEFS Órgão: UEFS Prova: UEFS - 2011 - UEFS - Vestibular Primeiro Semestre - Dia 2 |
Q1364584 Português
Apesar de sua origem remontar a grupos étnicos específicos da África, na Bahia, o candomblé se caracterizou por um movimento crescente de mistura cultural, étnica, racial e social. Isso começou entre os próprios africanos de diferentes etnias. Documentos relativos ao fim do século XVIII e à primeira metade do século XIX, ainda que escassos, sugerem a formação de identidades étnicas a partir dessa mistura. Em 1785, por exemplo, seis africanos foram presos em um calundu na vila de Cachoeira, no Recôncavo, onde danças, batuques e cantos eram frequentes. Foram identificados por uma testemunha africana no inquérito policial como dois “marris”, dois “jejes”, um “dagomé” e um “tapá” (termo yorubá que se usava, na Bahia, para designar os nupes, povo da África ocidental. (REIS, 2005, p. 28).
De acordo com o texto, o candomblé, uma das expressões religiosas do Brasil, caracteriza-se por ser
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Q1355541 Português

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MOISÉS. Festa da globalização. Disponível em: <http://marxismo.files.wordpress.com/2007/06/globalizacao.jpg>. Acesso em: 5 dez. 2010.


A charge em destaque

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Q1355497 Português
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Em relação à tira, pode-se afirmar:

I - A professora se insere numa esfera ideológica, causando ao seu interlocutor um “silenciamento” momentâneo, e impede a construção de sentido ao que lhe foi atribuído.
II - O humor da tira se estabelece na quebra de expectativa, em relação à negociação da aluna a respeito da punição.
III - A tira retrata a submissão da aluna, que aceita o modelo de aprendizagem que a professora impõe.

Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
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Q1350260 Português
Leia o fragmento de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Acaso são estes
Os sítios formosos,
Aonde passava
Os anos gostosos?
São estes os prados,
Aonde brincava,
Enquanto pastava,
O manso rebanho?
Que Alceu nos deixou?
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.
                 *

Daquele penhasco
Um rio caía;
Ao som do sussurro
Que vezes dormia!
Agora não cobrem
Espumas nevadas
As pedras quebradas:
Parece que o rio
Ao curso voltou.
        São estes os sítios?
        São estes; mas eu
        O mesmo não sou.
        Marília, tu chamas?
        Espera, que eu vou.

(GONZAGA, T. A.. Marília de Dirceu. São Paulo: Martin Claret, 2009, p. 25-26)
Os versos apontam a presença do tema “aurea mediocritas”, a exaltação do equilíbrio entre o conhecimento e a intelectualidade, o ideal de vida tranquila, sem exageros, pregado pelos ideais árcades, embora também indiquem aspectos inerentes à transformação do poeta.
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Q1350255 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
Na “Carta de Caminha”, a literatura é de teor informativo, cujas finalidades práticas visavam à transmissão de informações sobre a terra, para facilitar a exploração mercantil de suas potencialidades pela metrópole, bem como sobre o homem selvagem, com o intuito de propagar a fé cristã no novo mundo.
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Q1350252 Português
Sobre a “Carta de Caminha”, assinale a alternativa correta.
De modo geral, na carta ao rei de Portugal, Pero Vaz de Caminha, o escrivão da Armada Portuguesa, mostra o reconhecimento de qualidades dos selvagens, que podem ser traduzidas como sociabilidade, pacificidade, desconfiança, inteligência, saúde, vigor físico, simplicidade e inocência.
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Q1350059 Português

Leia atentamente o soneto a seguir.


Grinaldas e véus brancos, véus de neve,

Véus e grinaldas purificadores,

Vão as Flores carnais, as alvas Flores

Do sentimento delicado e leve.


Um luar de pudor, sereno e breve,

De ignotos e de prônubos pudores,

Erra nos pulcros, virginais brancores

Por onde o amor parábolas descreve...


Luzes claras e augustas, luzes claras

Douram dos templos as sagradas aras,

Na comunhão das níveas hóstias frias...


Quando seios pubentes estremecem,

Silfos de sonhos de volúpia crescem,

Ondulantes, em formas alvadias...

(CRUZ e SOUSA. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997)

Vocabulário

ignotos: ignorados; desconhecidos.

prônubos: que dizem respeito a noivo ou noiva.

pulcros: belos; formosos.

parábolas: narrações alegóricas.

aras: pedras de altar.

pubentes: termo sem registro no dicionário, provavelmente seu sentido pode ser entendido como relativo à puberdade, passagem da infância à adolescência.

silfos: figuras mitológicas que vivem nos ares; seres vaporosos, delicados.

alvadias: brancas; alvas.


Esse soneto é de autoria do poeta simbolista Cruz e Sousa e nele se encontram as principais características da poesia simbolista brasileira. Com relação ao poeta Cruz e Sousa e ao soneto, assinale a alternativa correta.

O soneto apresenta na primeira estrofe o uso constante das aliterações, como a repetição do l e v e sua combinação com as vogais (al, flo, li, le, va, ve, vão), sugerindo musicalidade e leveza. 
Alternativas
Q1350055 Português
Assinale a alternativa correta
Triste fim de Policarpo Quaresma é um romance de memórias, narrado em primeira pessoa, na voz da personagem título, recurso que permite ao autor o extravasamento de todo seu ressentimento contra a sociedade, uma vez que os sentimentos patrióticos vislumbrados em Quaresma se assemelham aos do escritor.
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Q1350051 Português
Assinale a alternativa correta
Na composição do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, observa-se, a partir de uma perspectiva irônica, muito das cenas de violência estúpida e de injustiça que o autor, Lima Barreto, testemunhou durante a Revolta da Armada, em 1893.
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Q1350046 Português

Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.


Como eu te amo

(...)

Assim eu te amo, assim; mais do que podem

Dizer-te os lábios meus, - mais do que vale

Cantar a voz do trovador cansada:

O que é belo, o que é justo, santo e grande

Amo em ti. - Por tudo quanto sofro,

Por quanto já sofri, por quanto ainda

Me resta de sofrer, por tudo eu te amo.

O que espero, cobiço, almejo, ou temo

De ti, só de ti pende: oh! nunca saibas

Com quanto amor eu te amo, e de que fonte

Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!

Esta oculta paixão, que mal suspeitas,

Que não vês, não supões, nem te eu revelo,

Só pode no silêncio achar consolo,

Na dor aumento, intérprete nas lágrimas.

(DIAS, G.. Poesia e prosa completas. Organização Alexei Bueno. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2006)

Gonçalves Dias é considerado pela crítica um poeta culto, porque traduz os seus sentimentos através de tropos e figuras de palavras. Confirma-se essa ideia nos versos: “Com quanto amor eu te amo, e de que fonte/ Tão terna, quanta amarga o vou nutrindo!”.
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Q1349815 Português
Assinale o que for correto em relação ao livro de Rubem Fonseca, O cobrador. (FONSECA, R.. O cobrador. São Paulo: Companhia das Letras, 1989) 
Um traço marcante na obra de Rubem Fonseca é a banalização da morte, como se pode ver neste trecho: “Esses motoristas de ônibus são todos uns assassinos, disse o perito, ainda bem que o local está perfeito, dá pra fazer um laudo que nenhum rábula vai contestar” (“Livro de ocorrências”, p. 113). No excerto, o narrador, ao focalizar o perito, mostra sua preocupação exclusiva com a adequação do local para a elaboração de um laudo técnico, sem qualquer lampejo de sentimento em relação à morte do ser humano.
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Q1349810 Português
Leia atentamente o fragmento abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

“Estrela da Manhã”
Eu quero a estrela da manhã
Onde está a estrela da manhã?
Meus amigos meus inimigos
Procurem a estrela da manhã

Ela desapareceu ia nua...
Desapareceu com quem?
Procurem por toda parte

Digam que sou um homem sem orgulho
Um homem que aceita tudo
Que me importa?
Eu quero a estrela da manhã.
(...)

(BANDEIRA, M.. Poesia Completa e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, p. 227)
Os versos “Ela desapareceu ia nua/ Desapareceu com quem? (...) / Digam que sou um homem sem orgulho / Um homem que aceita tudo/ Que me importa? / Eu quero a estrela da manhã.” expressam o desejo intenso pela mulher (“estrela da manhã”), ser inatingível para o poeta, reiterado nas repetições, “Eu quero (...)”; e no tempo verbal imperativo, “Procurem (...)”; “Procurem (...)”; “Digam (...)”.
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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2011 - UFRN - Vestibular - 2º DIA - CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS |
Q1347265 Português
A passagem abaixo é extraída do capítulo “Das negativas”, de Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Este último capítulo é todo de negativas. Não alcancei a celebridade do emplasto, não fui ministro, não fui califa, não conheci o casamento. Verdade é que, ao lado dessas faltas, coube-me a boa fortuna de não comprar o pão com o suor do meu rosto. Mais; não padeci a morte de Dona Plácida, nem a semidemência de Quincas Borba. Somadas umas coisas e outras, qualquer pessoa imaginará que não houve míngua nem sobra, e conseguintemente que saí quite com a vida. E imaginará mal; porque ao chegar a este outro lado do mistério, achei-me com um pequeno saldo, que é a derradeira negativa deste capítulo de negativas: – Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria. 
ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 27. ed. São Paulo: Ática,1999. p. 176.

Neste capítulo, Brás Cubas faz uma espécie de balanço de sua existência, em que  

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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2011 - UFRN - Vestibular - 2º DIA - CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS |
Q1347264 Português
Leia o texto abaixo, transcrito do capítulo “O primeiro beijo”, de Memórias Póstumas de Brás Cubas.
Quem quer que fosse, porém, o pai, letrado ou hortelão, a verdade é que Marcela não possuía a inocência rústica, e mal chegava a entender a moral do código. Era boa moça, lépida, sem escrúpulos, um pouco tolhida pela austeridade do tempo, que lhe não permitia arrastar pelas ruas os seus estouvamentos e berlindas; luxuosa, impaciente, amiga de dinheiro e de rapazes. Naquele ano morria de amores por um certo Xavier, sujeito abastado e tísico, – uma pérola.

ASSIS, Machado de. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 27. ed. São Paulo: Ática,1999. p. 40.

A partir desta passagem, é correto afirmar que
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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2011 - UFRN - Vestibular - 2º DIA - CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS |
Q1347263 Português
A sequência ao lado faz parte do roteiro de adaptação de Memórias póstumas de Brás Cubas para os quadrinhos. O fragmento textual do Capítulo VII que corresponde à sequência ao lado é:
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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2011 - UFRN - Vestibular - 2º DIA - CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS |
Q1347262 Português
Leia o fragmento abaixo, retirado do livro Negrinha, de Monteiro Lobato:
Escrevera nesse bilhetinho, entretanto, apenas quatro palavras, afora pontos exclamativos e reticências:
Anjo adorado! Amo-lhe!
P...
LOBATO, Monteiro. Negrinha, São Paulo: Globo, 2008. p. 114.

Neste bilhete, escrito pelo pai da personagem central do conto “O colocador de pronomes”, há uma utilização indevida do pronome “lhe”, na visão normativa da língua apresentada no conto. Tal equívoco faz com que Aldrovando Cantagalo se considere fruto de um “erro de gramática” e passe a
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Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN Prova: COMPERVE - 2011 - UFRN - Vestibular - 2º DIA - CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS |
Q1347258 Português
O enredo da peça O santo e a porca, de Ariano Suassuna, é recheado de mal-entendidos. Um dos principais deriva-se da interpretação equivocada que Euricão faz da carta que Eudoro lhe envia. Nessa carta, lê-se:

“Mando na frente meu criado Pinhão, homem de toda confiança para avisá-lo de minha chegada aí. Mas quero logo avisá-lo: pretendo privá-lo de seu mais precioso tesouro!” (p. 39-40)

A confusão se estabelece devido a um problema de interpretação da expressão “precioso tesouro”, pois, para
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Respostas
2981: E
2982: D
2983: A
2984: B
2985: D
2986: A
2987: C
2988: C
2989: C
2990: C
2991: E
2992: C
2993: C
2994: C
2995: C
2996: C
2997: C
2998: B
2999: D
3000: A