Questões de Vestibular
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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Com referência ao poema acima, de Manoel de Barros, julgue os itens a seguir.

Com base no capítulo apresentado da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, e em relação às características da produção literária brasileira do século XIX, assinale a opção correta.

Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Considerando o texto acima, de Gregório de Matos, julgue os itens de 58 a 66.

Tendo como referência o fragmento acima, da obra Conto de escola, de Machado de Assis, julgue os itens de 26 a 28.

Nesse poema, o eu-lírico

Na fotografia, considerando o contexto aludido, o bonde representaria a parte da cidade que, segundo a crônica,
Conseguiu aprontar-se mas não teve tempo de guardar o material de maquiagem espalhado sobre a penteadeira. [...] Devo me pintar, vestir -me bem, mas sem exagero. Beleza mesmo é pra fim de semana. Nem bonita, nem feia, disse consigo mesma. Concluiu que não havia tempo nem para o café. [...] Louca de pressa, ia sair, avançou a mão para a maçaneta da porta e assustou-se. A campainha tocou naquele exato momento. Quem haveria de ser àquela hora? A campainha era insistente. Algum dedo nervoso apertava-a sem tréguas. A campainha. Su acordou finalmente com o tilintar vibrante do despertador Westclox e se deu conta de que sequer havia-se levantado. Raios. Tudo por fazer. Mesmo que acordasse a tempo, tinha sempre que correr, correr. [...]
LADEIRA, Jul ieta de Godoy (Org.). Contos brasileiros contemporâneos. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2005. p. 139-140.
Esse conto apresenta, como temática central,
O padre José Pedro dizia que a culpa era da vida e tudo fazia para remediar a vida deles, pois sabia que era a única maneira de fazer com que eles tivessem uma existência limpa. Porém uma tarde em que estava o padre e estava o João de Adão, o doqueiro diss e que a culpa era da sociedade mal organizada, era dos ricos... Que enquanto tudo não mudasse, os meninos não poderiam ser homens de bem. E disse que o padre José Pedro nunca poderia fazer nada por eles porque os ricos não deixariam. O padre José Pedro naquele dia tinha ficado muito triste, e quando Pirulito o foi consolar, explicando que ele não ligasse ao que João de Adão dizia, o padre respondeu balançando a cabeça magra.
– Tem vezes que eu chego a pensar que ele tem razão, que isso tudo está errado. Mas Deus é bom e saberá dar o remédio...
AMADO, Jorge. Capitães da areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 107-108.
Considerando as duas visões presentes no fragmento, Pedro Bala, no final da trama, adota um ponto de vista que

Sobre a linguagem do Texto 2, é correto afirmar que

A charge ironiza
