Questões de Vestibular
Sobre formação das palavras: composição, derivação, hibridismo, onomatopeia e abreviação em português
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Este livro é composto pelo alfabeto manual da LIBRAS e alguns sinais, ou seja, são apenas os sinais mais usados no dia a dia com os quais você poderá conversar e aprender com mais fluência. Sua utilidade é de grande importância pois trata-se de mais um recurso para o aprendizado desta língua, permitindo uma boa comunicação entre ouvintes e surdos. Esta é a língua natural do surdo, portanto, devemos respeitá-la em seus aspectos funcionais e culturais. Seja você também um amigo e integrante da comunidade surda, aceitando e aprendendo a Língua Brasileira de Sinais. Fonte: Texto retirado do Livro Aprenda Libras com Eficiência e Rapidez. Éden Veloso e Valdeci Maria, Curitiba: Editora Mãos Sinais, 2009, p.52.
Analise as afirmativas. I. O texto infere o sentido de que surdez e mudez são sinônimos. II. LIBRAS é uma palavra resultante de um processo de formação de palavras. III. LIBRAS é uma sigla que indica a língua natural do surdo. IV. O texto é uma propaganda e possui sequências descritivas e expositivas que elucidam aspectos referentes à língua natural dos surdos.
Assinale a alternativa correta.
A noite dissolve os homens
A noite
desceu. Que noite!
Já não enxergo meus irmãos.
E nem tão pouco os rumores que outrora me perturbavam.
A noite desceu. Nas casas, nas ruas onde se combate,
nos campos desfalecidos, a noite espalhou o medo e a total
incompreensão.
A noite caiu. Tremenda, sem esperança...
Os suspiros acusam a presença negra que paralisa os
guerreiros.
E o amor não abre caminho na noite.
A noite é mortal, completa, sem reticências,
a noite dissolve os homens, diz que é inútil sofrer,
a noite dissolve as pátrias, apagou os almirantes cintilantes!
nas suas fardas.
A noite anoiteceu tudo... O mundo não tem remédio...
Os suicidas tinham razão.
Aurora, entretanto eu te diviso,
ainda tímida, inexperiente das luzes que vais ascender
e dos bens que repartirás com todos os homens.
Sob o úmido véu de raivas, queixas e humilhações,
adivinho-te que sobes,
vapor róseo, expulsando a treva noturna.
O triste mundo fascista se decompõe ao contato de teus
dedos,
teus dedos frios, que ainda se não modelaram mas que
avançam
na escuridão
como um sinal verde e peremptório.
Minha fadiga encontrará em ti o seu termo,
minha carne estremece na certeza de tua vinda.
O suor é um óleo suave, as mãos dos sobreviventes
se enlaçam,
os corpos hirtos adquirem uma fluidez, uma inocência, um
perdão
simples e macio...
Havemos de amanhecer.
O mundo se tinge com as tintas da antemanhã
e o sangue que escorre é doce, de tão necessário
para colorir tuas pálidas faces, aurora.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Obra completa. Vol. único. Rio de Janeiro: Aguillar, 1964, p.112)
( ) Foi construído a partir de duas formas linguísticas que sofreram o fenômeno da apócope (supressão de um ou mais fonemas no final da palavra).
( ) Mesmo formado por dois verbos, esse vocábulo pertence à classe dos substantivos.
( ) Tem o mesmo sentido de "na hora do pega pra capar" e, assim como essa outra expressão popular, significa, em outro registro da língua, "na hora de agir", "na hora de pôr em prática a teoria".
( ) Está de acordo com o registro do texto, por isso causa estranheza ao leitor.
( ) No texto, a expressão que esse vocábulo compõe — no vamovê — foi empregada para indicar a distância entre a teoria e a prática, o que poderia ter sido feito com uma das expressões equivalentes ("na hora de agir", "na hora de pôr em prática a teoria"). Nesse caso, no entanto, a ideia perderia a força decorrente do impacto causado pelo novo, pelo inusitado.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
TEXTO
CIDADE SEM LUZ



(Olavo Drummond. O vendedor de
estrelas. Contos.)
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito dessa palavra e de seu uso no texto.
Texto 3
Muitas coisas nos diferenciam dos outros animais, mas nada é mais marcante do que a nossa capacidade de trabalhar, de transformar o mundo segundo nossa qualificação, nossa energia, nossa imaginação. Ainda assim, para a grande maioria dos homens, o trabalho nada mais é do que puro desgaste da vida. Na sociedade capitalista, a produtividade do trabalho aumentou simultaneamente a tão forte rotinização, apequenamento e embrutecimento do processo de trabalho de forma que já não há nada que mais nos desagrade do que trabalhar. Preferimos, a grande maioria, fazer o que temos em comum com os outros animais: comer, dormir, descansar, acasalar.
Nossa capacidade de trabalho, a potência humana de transformação e emancipação de todos, ficou limitada a ser apenas o nosso meio de ganhar pão. Capacidade, potência, criação, o trabalho foi transformado pelo capital no seu contrário. Tornou-se o instrumento de alienação no sentido clássico da palavra: o ato de entregar ao outro o que é nosso, nosso tempo de vida.
Sader, Emir. Trabalhemos menos, trabalhemos todos.
In Correio Braziliense, 18/11/2007(adaptado).


ADAPTADO de: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/quando_o_amor_acaba_5.html
REVISTA MENTE E CÉREBRO – edição 190 – novembro 2008-11-06
Com base no TEXTO responda à questão.
( ) Os enunciados oracionais são construções sintaticamente independentes, por isso considerados coordenados.
( ) Os termos “desordenada”, “desmatamentos” e “desequilíbrio” são exemplos do mesmo processo de formação de palavras.
( ) A expressão “os grandes desmatamentos” exerce a função de aposto, razão por que está entre vírgulas.
( ) As formas verbais “começou a rarear” e “causaram” são exemplos de articulação temporal, denominada de correlação verbal.
Assinale a seqüência CORRETA.



