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Questões de Vestibular Sobre denotação e conotação em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 127 questões

Ano: 2012 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE - 2012 - UNB - Vestibular - Prova 01 |
Q335172 Português
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Tendo como base o texto acima, de Machado de Assis, e as questões por ele suscitadas, julgue os itens de 68 a 77 .
As formas verbais conotativas “gemeu” (L.29) e “grunhiu” (L.30) remetem a particularidades de processos de emissão de voz.
Alternativas
Ano: 2012 Banca: VUNESP Órgão: UNIFESP Prova: VUNESP - 2012 - UNIFESP - Vestibular |
Q325308 Português

Há tantos diálogos

Diálogo com o ser amado

o semelhante

o diferente

o indiferente

o oposto

o adversário

o surdo-mudo

o possesso

o irracional

o vegetal

o mineral

o inominado

Diálogo consigo mesmo

com a noite

os astros

os mortos

as ideias

o sonho

o passado

o mais que futuro

Escolhe teu diálogo

e

tua melhor palavra

ou

teu melhor silêncio

Mesmo no silêncio e com o silêncio

dialogamos.

(Carlos Drummond de Andrade. Discurso de primavera e algumas sombras, 1977.)


Instrução: Leia o texto para responder às questões.

       O silêncio é a matéria significante por excelência, um
continuum significante. O real da comunicação é o silêncio.
E como o nosso objeto de reflexão é o discurso, chegamos a
uma outra afirmação que sucede a essa: o silêncio é o real do
discurso.
       O homem está “condenado” a significar. Com ou sem palavras,
diante do mundo, há uma injunção à “interpretação”:
tudo tem de fazer sentido (qualquer que ele seja). O homem
está irremediavelmente constituído pela sua relação com o
simbólico.
       Numa certa perspectiva, a dominante nos estudos dos signos,
se produz uma sobreposição entre linguagem (verbal e
não-verbal) e significação.
       Disso decorreu um recobrimento dessas duas noções, resultando
uma redução pela qual qualquer matéria significante
fala, isto é, é remetida à linguagem (sobretudo verbal) para
que lhe seja atribuído sentido.
       Nessa mesma direção, coloca-se o “império do verbal”
em nossas formas sociais: traduz-se o silêncio em palavras.
Vê-se assim o silêncio como linguagem e perde-se sua especificidade,
enquanto matéria significante distinta da linguagem.
(Eni Orlandi. As formas do silêncio, 1997.)

No segundo parágrafo do texto, empregam-se as aspas no termo “condenado” para

Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1394506 Português

(ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo. Papirus, 2009. pp. 149-151)

Com base no TEXTO 1, responda à questão.

Assinale a alternativa cuja frase está empregada em sentido figurado.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2011 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Segundo Semestre |
Q1394322 Português

Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

Assinale a alternativa em que o adjetivo está empregado em linguagem figurada.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: ULBRA Órgão: ULBRA Prova: ULBRA - 2011 - ULBRA - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1376718 Português
Assinale a única alternativa em que o termo sublinhado no enunciado está sendo empregado com sentido denotativo.
Alternativas
Q1350220 Português

Texto 

Gente diferenciada

Fernando de Barros e Silva

Vocabulário

gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.

(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião A2)

A questão refere-se ao texto.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões com valor conotativo. 


“...o ‘churrascão’ marca o ápice de um caldo de cultura novo...”. 

Alternativas
Q1350219 Português

Texto 

Gente diferenciada

Fernando de Barros e Silva

Vocabulário

gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.

(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião A2)

A questão refere-se ao texto.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões com valor conotativo. 


“...o aumento dos ônibus e o fechamento do Belas Artes”. 

Alternativas
Q1350218 Português

Texto 

Gente diferenciada

Fernando de Barros e Silva

Vocabulário

gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.

(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião A2)

A questão refere-se ao texto.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões com valor conotativo. 


“O clima era festivo, performático”. 

Alternativas
Q1350217 Português

Texto 

Gente diferenciada

Fernando de Barros e Silva

Vocabulário

gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.

(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião A2)

A questão refere-se ao texto.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões com valor conotativo. 


“...no meio das pessoas que gritavam ‘é a elite mais porca do Brasil’”.  

Alternativas
Q1350216 Português

Texto 

Gente diferenciada

Fernando de Barros e Silva

Vocabulário

gauche: expressão francesa cujo significado é o de “esquerda”.

(Texto retirado da Folha de S.Paulo, 16/5/2011. Opinião A2)

A questão refere-se ao texto.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego de expressões com valor conotativo. 


“A PM estava claramente orientada a não contrariar os jovens”. 

Alternativas
Ano: 2011 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2011 - UNESP - Vestibular |
Q580932 Português

               A literatura em perigo


A análise das obras feita na escola não deveria mais ter
por objetivo ilustrar os conceitos recém-introduzidos por este
ou aquele linguista, este ou aquele teórico da literatura, quando,
então, os textos são apresentados como uma aplicação da
língua e do discurso; sua tarefa deveria ser a de nos fazer ter
acesso ao sentido dessas obras — pois postulamos que esse
sentido, por sua vez, nos conduz a um conhecimento do humano,
o qual importa a todos. Como já o disse, essa ideia não é
estranha a uma boa parte do próprio mundo do ensino; mas é
necessário passar das ideias à ação. Num relatório estabelecido
pela Associação dos Professores de Letras, podemos ler:
“O estudo de Letras implica o estudo do homem, sua relação
consigo mesmo e com o mundo, e sua relação com os outros.”
Mais exatamente, o estudo da obra remete a círculos concêntricos
cada vez mais amplos: o dos outros escritos do mesmo
autor, o da literatura nacional, o da literatura mundial; mas
seu contexto final, o mais importante de todos, nos é efetivamente
dado pela própria existência humana. Todas as grandes
obras, qualquer que seja sua origem, demandam uma reflexão
dessa dimensão.
O que devemos fazer para desdobrar o sentido de uma
obra e revelar o pensamento do artista? Todos os “métodos”
são bons, desde que continuem a ser meios, em vez de se tornarem
fins em si mesmos. (...)
(...)
(...) Sendo o objeto da literatura a própria condição humana,
aquele que a lê e a compreende se tornará não um
especialista em análise literária, mas um conhecedor do ser
humano. Que melhor introdução à compreensão das paixões
e dos comportamentos humanos do que uma imersão na obra
dos grandes escritores que se dedicam a essa tarefa há milênios?
E, de imediato: que melhor preparação pode haver para
todas as profissões baseadas nas relações humanas? Se entendermos
assim a literatura e orientarmos dessa maneira o seu
ensino, que ajuda mais preciosa poderia encontrar o futuro
estudante de direito ou de ciências políticas, o futuro assistente
social ou psicoterapeuta, o historiador ou o sociólogo? Ter
como professores Shakespeare e Sófocles, Dostoievski e Proust
não é tirar proveito de um ensino excepcional? E não se vê que
mesmo um futuro médico, para exercer o seu ofício, teria mais
a aprender com esses mesmos professores do que com os manuais
preparatórios para concurso que hoje determinam o seu
destino? Assim, os estudos literários encontrariam o seu lugar
no coração das humanidades, ao lado da história dos eventos
e das ideias, todas essas disciplinas fazendo progredir o pensamento
e se alimentando tanto de obras quanto de doutrinas,
tanto de ações políticas quanto de mutações sociais, tanto da
vida dos povos quanto da de seus indivíduos.
Se aceitarmos essa finalidade para o ensino literário, o
qual não serviria mais unicamente à reprodução dos professores
de Letras, podemos facilmente chegar a um acordo sobre
o espírito que o deve conduzir: é necessário incluir as obras
no grande diálogo entre os homens, iniciado desde a noite dos

tempos e do qual cada um de nós, por mais ínfimo que seja,
ainda participa. “É nessa comunicação inesgotável, vitoriosa
do espaço e do tempo, que se afirma o alcance universal da
literatura”, escrevia Paul Bénichou. A nós, adultos, nos cabe
transmitir às novas gerações essa herança frágil, essas palavras
que ajudam a viver melhor.


            (Tzvetan Todorov. A literatura em perigo. 2 ed.Trad. Caio Meira. Rio de Janeiro: DIFEL, 2009, p. 89-94.)

Que melhor introdução à compreensão das paixões e dos comportamentos humanos do que uma imersão na obra dos grandes escritores que se dedicam a essa tarefa há milênios?
Com base no fato de que a palavra “imersão", usada na expressão uma imersão na obra, caracteriza uma metáfora, indique a alternativa que elimina essa metáfora sem perda relevante de sentido:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UNICENTRO Órgão: UNICENTRO Prova: UNICENTRO - 2011 - UNICENTRO - Vestibular - Língua Portuguesa 1 |
Q266625 Português
Identifique os fragmentos que exemplificam a linguagem conotativa.


I. “seres da ‘caixa de ferramentas’ e seres da ‘caixa de brinquedos.” (L. 1-2).

II. “O som da buzina chama a minha atenção para um carro que se aproxima.” (L. 5-6).

III. “um sentido que nos permite fazer amor com coisas que não existem...” (L. 13-14).

IV. “Mergulhados num livro, a realidade que nos cerca deixa de existir.” (L. 34-35).

V. “Por isso, eu me daria por feliz se a educação fizesse apenas isso” (L. 46-47).


A alternativa em que todos os fragmentos indicados possuem linguagem conotativa é a

Alternativas
Ano: 2011 Banca: UECE-CEV Órgão: UECE Prova: UECE-CEV - 2011 - UECE - Vestibular - Língua Portuguesa |
Q238630 Português
Sobre a expressão sair dos trilhos (linha 60), assinale a afirmação INCORRETA.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: UDESC Órgão: UDESC Prova: UDESC - 2011 - UDESC - Vestibular - Prova 2 |
Q231141 Português
                                                      O filho eterno

[...]
Mas há um outro ponto, outra pequena utopia que o futebol promete – a alfabetização. É a única área em que seu filho tem algum domínio da leitura, capaz de distinguir a maioria dos times pelo nome, que depois ele digitará no computador para baixar os hinos de cada clube em mp3, e que cantará, feliz, aos tropeços. Ele ainda confunde imagens semelhantes – Figueirense e Fluminense, por exemplo – mas é capaz de ler a maior parte dos nomes. Em qualquer caso, apenas nomes avulsos. O que não tem nenhuma importância, o pai sente, além da brevíssima ampliação de percepção – alfabetizar é abstrair; se isso fosse possível, se ele se alfabetizasse de um modo completo, o pai especula, ele seria arrancado do seu mundo instantâneo dos sentidos presentes, sem nenhuma metáfora de passagem (ele não compreende metáforas; como se as palavras fossem as próprias coisas que indicam, não as intenções de quem aponta), para então habitar um mundo reescrito. TEZZA, Cristovão. O filho eterno. 9ª ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2010, p. 221. 
No sentido denotativo, as palavras significam “as próprias coisas que indicam" (linhas 10 e 11).
Assinale a alternativa que não expressa o sentido denotativo da linguagem.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IV - UFG Órgão: UFG Prova: UFG - 2011 - UFG - Vestibular - Prova 1 |
Q222807 Português
Leia o Texto 1 a seguir para responder às questões de 01 a 08.



No trecho O turista compra a viagem baseado nas garantias que a agência de turismo oferece, mas se transporta em busca da surpresa, a palavra sublinhada admite mais de uma leitura. No sentido conotativo, ela significa
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CCV-UFC Órgão: UFC Prova: CCV-UFC - 2010 - UFC - Casas de Cultura Estrangeira - Primeiro Semestre |
Q1392369 Português
(REGO, José Lins do. Riacho Doce. Rio de Janeiro. Nova Aguilar, 1976. pp. 137-139)


Com base no TEXTO 1, responda à questão
Assinale a alternativa cujo verbo apresenta, no texto, sentido denotativo.
Alternativas
Q1341993 Português
Leia atentamente o texto abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

    “Antes, porém, que vos vades, assim como ouvistes os vossos louvores, ouvi também agora as vossas repreensões. Servir-vos-ão de confusão, já que não seja de emenda.
    A primeira coisa que me desedifica, peixes, de vós, é que vos comeis uns aos outros. Grande escândalo é este, mas circunstância o faz ainda maior. Não vos comeis uns aos outros, senão que os grandes comem os pequenos. Se fora pelo contrário, era menos mal. Se os pequenos comeram os grandes, bastara um grande para muitos pequenos; mas como os grandes comem os pequenos, não bastam cem pequenos, nem mil, para um só grande. (...) Tão alheia coisa é, não só da razão, mas da mesma natureza, que sendo todos criados no mesmo elemento, todos cidadãos da mesma pátria e todos finalmente irmãos, vivais de vos comer.”

VIEIRA, Antônio. Sermões escolhidos. São Paulo: Martin Claret, 2006, p. 58.
O verbo comer (devorar) é fundamental na organização do texto. Na leitura do trecho, observa-se que foi utilizado no sentido denotativo, ao referir-se aos peixes, e no sentido conotativo e alegórico, quando acusa os homens de corrupção. 
Alternativas
Q1341978 Português

Texto

Tira do Angeli  


Assinale o que for correto em relação ao texto, cujas personagens são um casal.  


“Sarna pra se coçar” e “trabalheira do cão” são expressões empregadas pela mulher em sentido denotativo. 

Alternativas
Ano: 2010 Banca: Universidade Presbiteriana Mackenzie Órgão: MACKENZIE Prova: Universidade Presbiteriana Mackenzie - 2010 - MACKENZIE - Vestibular |
Q1336272 Português

Textos para a questão

Texto I
01 Na paisagem do rio
02 difícil é saber
03 onde começa o rio;
04 onde a lama
05 começa do rio;
06 onde a terra
07 começa da lama;
08 onde o homem,
09 onde a pele
10 começa da lama;
11 onde começa o homem
12 naquele homem.
“O cão sem plumas”, João Cabral de Melo Neto

Texto II

Grande sertão: veredas, João Guimarães Rosa
Considere as seguintes assertivas relacionadas aos dois textos, levando em conta a produção dos respectivos autores.

I. O caráter literário de I e de II resulta da beleza, concisão e clareza da linguagem utilizada pelos autores para registrar fidedignamente um universo típica e exclusivamente brasileiro.
II. O valor literário de I e II deve-se ao especial tratamento linguístico que confere às palavras sentidos múltiplos.
III. O efeito conotativo dos textos permite dizer que tanto o homem referido em I, quanto o sertão referido em II, transcendem os limites do regional para representarem valores universais.

Assinale:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: PUC - Campinas Órgão: PUC - Campinas Prova: PUC - Campinas - 2010 - PUC - Campinas - Vestibular |
Q1261878 Português

Instruções: Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.


Banana, a fruta mais consumida e perigosa do mundo


(Adaptado de Sergio Augusto, O Estado de S. Paulo, 26/04/2008)

No quinto parágrafo,
Alternativas
Respostas
101: C
102: B
103: B
104: A
105: D
106: C
107: C
108: C
109: C
110: E
111: E
112: C
113: D
114: C
115: E
116: D
117: C
118: E
119: C
120: C