Questões de Vestibular
Sobre coesão e coerência em português
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I. Indica uma referência ao passado distante, feita pela personagem. II. Sugere que o narrador acredita que aquela informação faz parte do conhecimento de mundo do leitor. III. Aponta para alguma coisa que já foi dita no texto ou ainda vai ser dita.
É correto o que se diz

Texto 01:
Não deixe sua cadela entrar na minha casa de novo. Ela está cheia de pulgas.
- Diana, não entre nessa casa de novo.Ela está cheia de pulgas.
( ) O termo “ela” nas duas falas dos interlocutores faz alusão aos mesmos referentes, considerando-se a comicidade na construção de sentido do texto. ( ) O humor da piada se efetiva, em razão da ambiguidade causada pelo pronome “ela”, o que ocasiona o desfecho do diálogo. ( ) A referenciação contida no texto, por meio do termo “ela”, estabelece um exemplo de coesão anafórica.
Marque a alternativa correta.
TEXTO
CIDADE SEM LUZ



(Olavo Drummond. O vendedor de
estrelas. Contos.)
I. O pronome ele vem explicitado pela expressão o prefeito, que funciona como aposto desse pronome. II. Se o enunciado fosse “O Prefeito era ele”, o pronome ele produziria o mesmo efeito estilístico. III. O pronome antes do substantivo que o explicita sugere estar o prefeito no centro das atenções.
Está correto o que se diz
TEXTO
CIDADE SEM LUZ



(Olavo Drummond. O vendedor de
estrelas. Contos.)
TEXTO
CIDADE SEM LUZ



(Olavo Drummond. O vendedor de
estrelas. Contos.)
TEXTO I

TEXTO I

TEXTO I

I - Em ...um sentimento conhecido por todos nós: a inveja. (L.13/14) e No início a coisa é branda: a gente reconhece... (L.32) os dois pontos podem ser substituídos pela expressão que é.
II- As orações Existem casos... (L.33) e ...explica Priscila Araújo... (L.40) são marcadas por um sujeito posposto.
III- O período ...é possível livrar a inveja do estigma de vilã... (L.37) pode ser reescrito, sem prejuízo de sentido, por ...é possível que se livre a inveja do estigma de vilã.
IV- O uso predominante das aspas, no texto, serve para destacar o posicionamento de especialistas no assunto em discussão.
I. Em “Na realidade, não existe filosofia em geral: existem diversas filosofias ou concepções...”, as formas verbais destacadas podem ser substituídas pela forma verbal “há” preservando-se a correção gramatical.
II. O pronome “esta” em “É esta escolha um fato puramente intelectual, ou é um fato mais complexo?” exerce a função de termo que retoma uma ideia já enunciada.
III. Em “logicamente afirmada como fato intelectual” – os termos grifados participam da mesma classe gramatical.
IV. No período “A má-fé pode ser uma explicação satisfatória para alguns indivíduos considerados isoladamente, ou até mesmo para grupos mais ou menos numerosos...”, estalece-se uma relação de oposição entre as duas orações.
Estão corretas:
É correto o que se afirma
Sobre o emprego do vocábulo ''assim'' nas linhas 19 e 34, considere as seguintes afirmações:
I - Os dois funcionam como elementos de coesão entre parágrafos.
II - O da linha 19 aponta para o que foi dito anteriormente.
III - O da linha 34 tem valor de conclusão.
Está correto o que se afirma
Está correto o que se afirma


I - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor é, na verdade, “o desejo impossível de ser um quando há dois”. II - Num de seus seminários, Lacan retomou esse mito para ensinar que o amor, na verdade, é “o desejo impossível de ser um quando há dois”. III - Num de seus seminários, Lacan, na verdade, retomou esse mito para ensinar que o amor é “o desejo impossível de ser um quando há dois”.
Em qual(is) dos itens o sentido original se mantém?






I - A partícula “mas” tem, no texto, a propriedade de atuar sobre o receptor e tentar levá-lo a aceitar o ponto de vista do locutor. II - O “mas” sugere que o locutor se antecipa a uma possível conclusão apressada do interlocutor sobre o que vinha sendo informado. III - O vocábulo “nisso” retoma um elemento único do parágrafo anterior – “dia seguinte” (linha 33).
Está correto o que é dito


I - O clandestino relaciona-se com o proibido, algo que tem poder desestruturador. E esse poder a leitura consegue ter, quando realizada com intensidade. II - A erotização da leitura – o erótico é sempre visto como ilegal e/ou ilegítimo – que a personagem-narradora promove pode justificar a clandestinidade. III - O prazer intenso provocado pela leitura envolve não só o cérebro, o intelecto, mas os sentidos, o corpo, a libido, daí a clandestinidade.
São coerentes os comentários feitos



