Questões de Vestibular Comentadas sobre escolas literárias em literatura

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Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728682 Literatura
Em Mar morto, ambiente predominantemente masculino, as personagens femininas adquirem vida própria. Considerando as características de bravura e de persistência, destaca-se a seguinte personagem:
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Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728674 Literatura
Leia, agora, um fragmento do poema A Leviana, de Gonçalves Dias para responder à questão.

 
És engraçada e formosa
Como a rosa,
Como a rosa em mês d'Abril;
És como a nuvem doirada
Deslizada,
Deslizada em céus d'anil.

Tu és vária e melindrosa,
Qual formosa
Borboleta num jardim,
Que as flores todas afaga,
E divaga
Em devaneio sem fim.

És pura, como uma estrela
Doce e bela,
Que treme incerta no mar:
Mostras nos olhos tua alma
Terna e calma,
Como a luz d'almo luar.
 
Tuas formas tão donosas,
Tão airosas,
Formas da terra não são;
Pareces anjo formoso,
Vaporoso,
Vindo da etérea mansão.

Assim, beijar-te receio, Contra o seio
Eu tremo de te apertar:
Pois me parece que um beijo É sobejo
Para o teu corpo quebrar. [...]

DIAS, Gonçalves. Primeiros cantos. Belo Horizonte:Autêntica Ed.: 1998.
A leitura comparativa do poema de Gonçalves Dias e da canção de Erasmo Carlos, quanto à figura da mulher e seu papel na sociedade, indica que a mulher,
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Q3554500 Literatura

    Pode-se dizer que até hoje a maior parte das noções sobre arte, seus limites e suas tarefas, foi definida por este movimento: nós pensamos, como seus autores, que a arte deve ter relação direta com a vida real; que o indivíduo é realmente a medida das coisas; que o artista é um sujeito que sofre mais que nós e expressa sua experiência de modo exemplar, cumprindo assim uma espécie de missão; que a arte deve sempre se renovar.


(Luís Augusto Fischer. Literatura brasileira: modos de usar, 2013. Adaptado.)



O texto trata do movimento

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Ano: 2023 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: UNB Prova: CESPE / CEBRASPE - 2023 - UNB - Prova de Conhecimentos II - 1° dia |
Q3111439 Literatura
               SONETO II


 Leia a posteridade, ó pátrio Rio,
 Em meus versos teu nome celebrado;
 Por que vejas uma hora despertado
 O sono vil do esquecimento frio:


 Não vês nas tuas margens o sombrio,
 Fresco assento de um álamo copado;
 Não vês ninfa cantar, pastar o gado
 Na tarde clara do calmoso estio.


 Turvo banhando as pálidas areias
 Nas porções do riquíssimo tesouro
 O vasto campo da ambição recreias.


 Que de seus raios o planeta louro
 Enriquecendo o influxo em tuas veias,
 Quanto em chamas fecunda, brota em ouro. 


Cláudio Manuel da Costa. SONETO II. In: Obras poéticas.
Rio de Janeiro: Garnier, 1903, pp. 104 e 105. 




           HINO NACIONAL


 Precisamos descobrir o Brasil!
 Escondido atrás das florestas,
 Com água dos rios no meio,
 O Brasil está dormindo, coitado
 Precisamos colonizar o Brasil.


 O que faremos importando francesas
 muito louras, de pele macia,
 alemãs gordas, russas nostálgicas para
 garçonetes dos restaurantes noturnos.
 E virão sírias fidelíssimas.
 Não convém desprezar as japonesas...


 Precisamos educar o Brasil.
 Compraremos professores e livros,
 assimilaremos finas culturas,
 abriremos dancings e subvencionaremos as elites.


 Cada brasileiro terá sua casa
 com fogão e aquecedor elétricos, piscina,
 salão para conferências científicas.
 E cuidaremos do Estado Técnico.


 Precisamos louvar o Brasil.
 Não é só um país sem igual.
 Nossas revoluções são bem maiores
 do que quaisquer outras; nossos erros também.
 E nossas virtudes? A terra das sublimes paixões...
 os Amazonas inenarráveis... os incríveis João-Pessoas...


 Precisamos adorar o Brasil!
 Se bem que seja difícil compreender o que querem esses
 homens, 
por que motivo eles se ajuntaram e qual a razão
 de seus sofrimentos.


 Precisamos, precisamos esquecer o Brasil!
 Tão majestoso, tão sem limites, tão despropositado,
 ele quer repousar de nossos terríveis carinhos.
 O Brasil não nos quer! Está farto de nós!
 Nosso Brasil é no outro mundo. Este não é o Brasil.
 Nenhum Brasil existe. E acaso existirão os brasileiros? 



Carlos Drummond de Andrade. HINO NACIONAL.
In: Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, pp. 108 e 109.
A respeito das diferenças e semelhanças entre os textos dos poetas mineiros Cláudio Manuel da Costa e Carlos Drummond de Andrade, julgue o item a seguir.

Os dois poemas têm uma dimensão épica, entretanto, no texto árcade, o caráter épico, embora crítico, é levado a sério, enquanto, no texto modernista, esse caráter é guiado por uma perspectiva satírica.
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Q2092754 Literatura
Sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, são feitas as seguintes afirmações:
I. A Semana reuniu representantes de diversas manifestações artísticas, tais como Guiomar Novaes e Heitor Villa-Lobos (música), Victor Brecheret (escultura), Di Cavalcanti e Anita Malfatti (pintura). II. Apesar de Mário de Andrade e Oswald de Andrade terem sido dois dos principais idealizadores da Semana, a conferência de abertura, intitulada “A emoção estética na arte moderna”, foi proferida pelo escritor Graça Aranha, autor de Canaã (1902). III. O poema “Os Sapos”, escrito por Manuel Bandeira especialmente para a Semana e declamado pelo próprio autor, recebeu vaias da plateia presente no Teatro Municipal de São Paulo, configurando um dos momentos mais marcantes do evento. IV. Uma das primeiras reações negativas a aparecer na imprensa escrita veio de Monteiro Lobato, em seu artigo “Paranoia ou mistificação?”, no qual o autor faz uma crítica contundente aos princípios estéticos apresentados durante a Semana.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Q2092753 Literatura
Considerando as especificidades das estéticas romântica e realista e suas consequências na caracterização dos personagens, bem como na configuração e na posição dos narradores, associe os títulos dos romances e seus respectivos autores aos trechos correspondentes. 

1. Memórias de um sargento de milícias, Manuel Antônio de Almeida
2. Memórias póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
3. O crime do padre Amaro, Eça de Queirós


( ) “Cresci; e nisso é que a família não interveio; cresci naturalmente, como crescem as magnólias e os gatos. Talvez os gatos são menos matreiros, e, com certeza, as magnólias são menos inquietas do que eu era na minha infância. [...] Desde os cinco anos merecera eu a alcunha de ‘menino diabo’; e verdadeiramente não era outra coisa; fui dos mais malignos do meu tempo, arguto, indiscreto, traquinas e voluntarioso.”

( ) “Tornou-se muito medroso. Dormia com lamparina, ao pé de uma ama velha. As criadas de resto feminizavam-no; achavam-no bonito, aninhavam-no no meio delas, beijocavam-no, faziam-lhe cócegas, e ele rolava por entre as saias, em contato com os corpos, com gritinhos de contentamento. Às vezes, quando a senhora marquesa saía, vestiam-no de mulher, entre grandes risadas; ele abandonava-se, meio nu, com os seus modos lânguidos, os olhos quebrados, uma roseta escarlate nas faces.”

( ) “Passemos por alto sobre os anos que decorreram desde o nascimento e batizado do nosso memorando, e vamos encontrá-lo já na idade de sete anos. Digamos unicamente que durante todo este tempo o menino não desmentiu aquilo que anunciara desde que nasceu: atormentava a vizinhança com um choro sempre em oitava alta; era colérico; tinha ojeriza particular à madrinha, a quem não podia encarar, e era estranhão até não poder mais.”


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2022 - UNESP - Vestibular |
Q4204732 Literatura
Para responder à questão, leia o trecho do conto “A menina, as aves e o sangue”, do escritor moçambicano Mia Couto (1955- ).


    Aconteceu, certa vez, uma menina a quem o coração batia só de quando em enquantos. A mãe sabia que o sangue estava parado pelo roxo dos lábios, palidez nas unhas. Se o coração estancava por demasia de tempo a menina começava a esfriar e se cansava muito. A mãe, então, se afligia: roía o dedo e deixava a unha intacta. Até que o peito da filha voltava a dar sinal:

    — Mãe, venha ouvir: está a bater!

    A mãe acorria, debruçando a orelha sobre o peito estreito que soletrava pulsação. E pareciam, as duas, presenciando pingo de água em pleno deserto. Depois, o sangue dela voltava a calar, resina empurrando a arrastosa vida.

    Até que, certa noite, a mulher ganhou para o susto. Foi quando ela escutou os pássaros. Sentou na cama: não eram só piares, chilreinações. Eram rumores de asas, brancos drapejos de plumas. A mãe se ergueu, pé descalço pelo corredor. Foi ao quarto da menina e joelhou-se junto ao leito. Sentiu a transpiração, reconheceu o seu próprio cheiro. Quando lhe ia tocar na fronte a menina despertou:

    — Mãe, que bom, me acordou! Eu estava sonhar pássaros.

    A mãe sortiu-se de medo, aconchegou o lençol como se protegesse a filha de uma maldição. Ao tocar no lençol uma pena se desprendeu e subiu, levinha, volteando pelo ar. A menina suspirou e a pluma, algodão em asa, de novo se ergueu, rodopiando por alturas do tecto. A mãe tentou apanhar a errante plumagem. Em vão, a pena saiu voando pela janela. A senhora ficou espreitando a noite, na ilusão de escutar a voz de um pássaro. Depois, retirou-se, adentrando-se na solidão do seu quarto. Dos pássaros selou-se o segredo, só entre as duas.[...]

    Com o tempo, porém, cada vez menos o coração se fazia frequente. Quase deixou de dar sinais à vida. Até que essa imobilidade se prolongou por consecutivas demoras. A menina falecera? Não se vislumbravam sinais dessa derradeiragem. Pois ela seguia praticando vivências, brincando, sempre cansadinha, resfriorenta. Uma só diferença se contava. Já à noite a mãe não escutava os piares.

— Agora não sonha, filha?

— Ai mãe, está tão escuro no meu sonho!

    Só então a mãe arrepiou decisão e foi à cidade:

    — Doutor, lhe respeito a permissão: queria saber a saúde de minha única. É seu peito... nunca mais deu sinal.

    O médico corrigiu os óculos como se entendesse rectificar a própria visão. Clareou a voz, para melhor se autorizar. E disse:

— Senhora, vou dizer: a sua menina já morreu.

— Morta, a minha menina? Mas, assim...?

— Esta é a sua maneira de estar morta.

    A senhora escutou, mãos juntas, na educação do colo. Anuindo com o queixo, ia esbugolhando o médico. Todo seu corpo dizia sim, mas ela, dentro do seu centro, duvidava. Pode-se morrer assim com tanta leveza, que nem se nota a retirada da vida? E o médico, lhe amparando, já na porta:

— Não se entristonhe, a morte é o fim sem finalidade.

    A mãe regressou à casa e encontrou a filha entoando danças, cantarolando canções que nem existem. Se chegou a ela, tocou-lhe como se a miúda inexistisse. A sua pele não desprendia calor.

    — Então, minha querida não escutou nada?

    Ela negou. A mãe percorreu o quarto, vasculhou recantos. Buscava uma pena, o sinal de um pássaro. Mas nada não encontrou. E assim, ficou sendo, então e adiante.

    Cada vez mais fria, a moça brinca, se aquece na torreira do sol. Quando acorda, manhã alta, encontra flores que a mãe depositou ao pé da cama. Ao fim da tarde, as duas, mãe e filha, passeiam pela praça e os velhos descobrem a cabeça em sinal de respeito.

    E o caso se vai seguindo, estória sem história. Uma única, silenciosa, sombra se instalou: de noite, a mãe deixou de dormir. Horas a fio a sua cabeça anda em serviço de escutar, a ver se regressam as vozearias das aves.


(Mia Couto. A menina sem palavra, 2013.)
A linguagem poética, o emprego de neologismos e as marcas de oralidade, que podem ser identificados no texto de Mia Couto, caracterizam também a prosa do seguinte escritor brasileiro:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2022 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4163316 Literatura

No bloco superior abaixo, estão listados títulos de romances; no inferior, aspectos do enredo a eles relacionados.


Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.



1- Cadernos de memórias coloniais


2- Ponciá Vicêncio


3- Úrsula



( ) A personagem trabalha muito bem o barro, produzindo objetos que contam a história das origens ancestrais de sua família e dos descendentes de escravizados da comunidade rural onde nasceu.


( ) O relato é centralizado na figura do pai, personificação da lógica de dominação patriarcal que estrutura o processo colonizador.


( ) Tulio, Suzana e Antero são personagens representados em sua identidade negra, no contexto da sociedade escravocrata brasileira.


( ) A colonização portuguesa em Moçambique é narrada, evidenciando episódios de violência física, verbal e sexual, sofrida por negras e negros, testemunhados pela autora quando criança.



A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2022 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4163315 Literatura

Considere os fragmentos do romance Feliz Ano Velho, de Marcelo Rubens Paiva.



    I.


Subi numa pedra e gritei:


— Aí, Gregor, vou descobrir o tesouro que você escondeu aqui embaixo, seu milionário disfarçado. Pulei com a pose do Tio Patinhas, bati a cabeça no chão e foi aí que ouvi a melodia: biiiiiiin.



    II.


(...) não foi o único “desaparecido”. Há centenas de famílias na mesma situação: filhos que não sabem se são órfãos, mulheres que não sabem se são viúvas. Provavelmente, o homem que me ensinou a nadar está enterrado como indigente em algum cemitério do Rio. O que posso fazer? A justiça neste país é uma palavra sem muita importância.



Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as seguintes afirmações sobre os fragmentos acima.



( ) Os fragmentos referem-se a traumas vividos pelo autor: em I, o acidente que o deixa tetraplégico; em II, o desaparecimento de seu pai, no período da ditadura civil militar brasileira.


( ) O uso de linguagem carregada de humor, observado na cena I, é aspecto que não se mantém ao longo da narrativa, à medida que episódios trágicos vão tomando conta do relato, mergulhando o protagonista em profundo sofrimento.


( ) O protagonista, durante o tempo em que está internado no hospital, passa a meditar sobre as fragilidades humanas e a morte, dedicando-se a experiências místicas que o ajudam a superar suas dores e perdas.


( ) Os episódios referidos nos fragmentos I e II estão ambientados no contexto da cultura jovem dos anos 1980, que o narrador classifica em três correntes: “o caretismo, o desbunde e a revolução”.



A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é 

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Ano: 2022 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2022 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4163312 Literatura

Considere as seguintes afirmações sobre Construção, álbum de Chico Buarque.



I - A canção “Construção” vale-se de proparoxítonas no fim dos versos para narrar um dia na vida de um trabalhador que tem um desfecho trágico; a sequência da narrativa é reconstruída em três estrofes muito elaboradas que aludem à exploração desse trabalhador.


II - “Deus lhe pague”, um agradecimento sarcástico ao autoritarismo; “Construção”, com seu trabalhador embrutecido e explorado; e “Samba de Orly”, que pede perdão pela omissão forçada de quem está fora do Brasil, formam um conjunto que remete à experiência do país sob a ditadura civil militar.


III- “Desalento” e “Valsinha” são canções amorosas em que o eu lírico apela à amada para que aceite retomar a relação interrompida pelo ciúme e pelas acusações mútuas; em “Desalento”, porém, as investidas resultam em fracasso emocional de quem fala, enquanto em “Valsinha”, o casal retoma a vida suburbana e estável.



Quais estão corretas? 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2022 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4163310 Literatura
Sobre São Bernardo, de Graciliano Ramos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2022 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4163309 Literatura
Assinale a alternativa correta em relação à Semana de Arte Moderna, de 1922.
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Ano: 2022 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2022 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4163307 Literatura

Considere as seguintes afirmações sobre os romances brasileiros mencionados.



I - Em Dom Casmurro, de Machado de Assis, o narrador Bento Santiago rememora seu namoro e casamento com Capitu, a quem acusa de tê-lo traído com Escobar, seu melhor amigo, embora se reconcilie com a esposa e perdoe o amigo.


II - Em O cortiço, de Aluísio Azevedo, reconstrói-se o cotidiano de uma habitação coletiva na cidade do Rio de Janeiro, cujo proprietário, João Romão, explora os moradores, gente pobre que se aglomera e luta para sobreviver como pode.


III- Em O Ateneu, de Raul Pompeia, o narrador Sergio, já maduro, repassa sua experiência de interno no colégio, sob o domínio do vaidoso e autoritário diretor Aristarco; as ambivalências sexuais e a sensibilidade infantojuvenil são cruciais no livro.



Quais estão corretas?

Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2022 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4163306 Literatura

Considere as seguintes afirmações sobre Papéis avulsos, de Machado de Assis.



I - Em “O alienista”, Simão Bacamarte, um estudioso de renome, cria um manicômio e dispõe-se a ali recolher quem não se enquadra nos seus critérios científicos de normalidade, do que resulta um encarceramento generalizado.


II - Em “O espelho”, Jacobina toma a palavra durante uma reunião noturna entre amigos e expõe uma experiência pela qual passou na juventude, quando enfrentou uma rebelião de escravos na cidade do Rio de Janeiro.


III- “O segredo do Bonzo” é atribuído a Fernão Mendes Pinto, e narra as aventuras do bonzo Pomada, que se destacava por recusar o conhecimento da época e praticar charlatanismo na cura de doenças transmissíveis.



Quais estão corretas? 

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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: FCM/SANTA CASA Prova: VUNESP - 2022 - FCM/SANTA CASA - Vestibular |
Q4149988 Literatura
Tal escritor acreditava no conhecimento puramente intuitivo e subjetivo da realidade. Procurava a expressão direta e espontânea dos sentimentos. Sua imaginação criadora era capaz de construir mundos ideais, maravilhosos ou fantásticos. Não havia limites para a sua sensibilidade e imaginação.

(Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli. Tempos da literatura brasileira, 1997. Adaptado.)

O texto refere-se ao escritor 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2022 - EINSTEIN - Vestibular Unificado - Prova I |
Q4112856 Literatura
Leia o trecho da canção “Alegria Alegria”, de Caetano Veloso.
[...] o sol se reparte em crimes espaçonaves guerrilhas em cardinales bonitas eu vou
em caras de presidentes em grandes beijos de amor em dentes pernas bandeiras bomba e brigitte bardot
o sol nas bancas de revistas me enche de alegria e preguiça quem lê tanta notícia eu vou
ela pensa em casamento e eu nunca mais fui à escola sem lenço e sem documento eu vou
eu tomo uma coca-cola ela pensa em casamento uma canção me consola eu vou
por entre fotos e nomes sem livros e sem fuzil sem fome sem telefone no coração do brasil [...]
(Heloísa B. de Hollanda e Marcos A. Gonçalves. Cultura e participação nos anos 60, 1987.)
Ao representar o período em que foi composta, essa canção de 1967 apresenta
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: EINSTEIN Prova: VUNESP - 2022 - EINSTEIN - Vestibular Unificado - Prova I |
Q4112845 Literatura
    Essa vanguarda baseia-se na crença na realidade superior das formas específicas de associação, antes negligenciadas, na onipotência dos sonhos e no jogo desinteressado do pensamento. André Breton, seu principal teórico, afirmou que o propósito dessa vanguarda era “resolver a contradição até agora vigente entre sonho e realidade pela criação de uma realidade absoluta, uma supra-realidade.”
(Ian Chilvers (org.). Dicionário Oxford de arte, 2007. Adaptado.)
O texto trata de uma vanguarda que influenciou inúmeros escritores do Modernismo brasileiro, qual seja,
Alternativas
Q2093157 Literatura
(URCA/2022.2) Em que romance Clarice Lispector explora o modo como um escritor de classe média busca compreender a trajetória de uma jovem migrante nordestina:
Alternativas
Q2093156 Literatura
(URCA/2022.2) Assinale a obra do Século XIX cujo enredo é dominado por uma sátira aos riscos da incompreensão dos métodos da ciência:
Alternativas
Q2093155 Literatura
(URCA/2022.2) Sobre o Pré-Modernismo brasileiro, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Respostas
61: E
62: B
63: E
64: C
65: A
66: C
67: A
68: E
69: B
70: D
71: A
72: D
73: D
74: A
75: B
76: E
77: B
78: D
79: C
80: A