Questões de Vestibular
Sobre revolução industrial em história
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Osvaldo Coggiola. Internet: <https://www.fflch.usp.br/170112>.
No contexto da Revolução Industrial na Inglaterra, a expressão ‘cercamentos’ tem relação com
HOBSBAWM, E. J. A Era do Capital (1848-1875) Rio de Janeiro: Paz e Terra, São Paulo, 2014. p. 75.
Sobre o capitalismo, assinale a afirmativa que melhor representa esse processo no século XIX.
HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções (1789-1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2014. p. 59.
Sobre a Revolução Industrial, assinale a alternativa que NÃO caracteriza o desenvolvimento desse processo na Grã-Bretanha.
Segundo o historiador inglês E. P. Thompson:
Se retornarmos ao tema da disciplina do trabalho, ou ao das mudanças nos padrões familiares de conduta e lazer e aos valores comunitários durante a industrialização, o campo para o estudo comparativo parece infindável. Basta nos voltarmos para os estudos de Walter Elkan sobre a adaptação ao trabalho em Uganda, ou para a investigação de Beate Salz a respeito do Equador [...], para que paralelos com os séculos XVII e XVIII na Inglaterra e Irlanda saltem das páginas. A familiaridade com os estudos antropológicos de mercados camponeses e tribais — tal como Markets in Africa, de Bohannan e Dalton — impelemnos a revisitar todo o complexo de mercados e feiras da Inglaterra pré-industrial e a vê-lo não só como um nexo econômico, mas também social.
THOMPSON, E. P. As Peculiaridades dos Ingleses In: NEGRO, A. L.; SILVA, S. (orgs). As Peculiaridades dos Ingleses e outros artigos. Campinas: Ed. Unicamp, 2001, p. 194.
Em relação ao tema, assinale a alternativa correta.
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. 2 ed. São Paulo: Boitempo, 2009, p. 55.
A partir do surgimento da grande indústria moderna, o capitalismo mundial passou por várias etapas e diversas transformações produtivas, as quais, no século XX, estiveram relacionadas a princípios e modelos organizacionais, como “taylorismo”, “fordismo” e “toyotismo”. Sobre o desenvolvimento da grande indústria e as transformações na estrutura produtiva durante o século XX, assinale a alternativa correta.

A Revolução Industrial promoveu um aumento da demanda por matérias-primas e da exploração da mão de obra no mundo, bem como acelerou as mudanças tecnológicas, fatos que, associados ao racismo científico e ao imperialismo europeu, estão relacionados à ocupação colonial na África e na Ásia, nos séculos XIX e XX.
Em relação à Revolução Industrial, assinale a alternativa INCORRETA.
(Maria Stella Martins Bresciani. Londres e Paris no século XIX: o espetáculo da pobreza, 1982.)
A mudança assinalada no excerto associa-se
MORAES, Luís Edmundo. História Contemporânea. Da Revolução Francesa à Primeira Guerra Mundial. São Paulo: Editora Contexto, 2017. p. 47.
Sobre a Revolução Industrial, é correto afirmar que
AMICIS, Edmondo de. Coração: um livro para jovens. São Paulo: CosacNaify, 2011.
Esse livro foi publicado pela primeira vez na Itália em 1886. Obteve grande sucesso entre os jovens leitores e foi, desde cedo, amplamente utilizado como livro de leitura nas escolas do país. O texto mobiliza representações que iam ao encontro do culto
Nas últimas décadas do século XVIII, a Inglaterra foi palco de um movimento econômico novo, conhecido como Revolução Industrial, que produziu uma profunda mudança não só no sistema econômico, mas em toda a sociedade da época. Considerando esse movimento econômico, analise as seguintes afirmações:
I. O primeiro setor que aderiu à Revolução Industrial foi a indústria têxtil, principalmente a indústria do algodão.
II. A Revolução Industrial provocou o surgimento do trabalho livre porque libertou os trabalhadores dos laços de servidão.
III. A Lei dos cercamentos favoreceu o processo da Revolução Industrial ao fornecer mão de obra para as fábricas.
É correto o que se afirma em
Ao opor operários sob vigilância e operários a domicílio, a fábrica reduziu os seus custos sem se ver necessariamente obrigada a adotar uma tecnologia mais eficaz. O argumento da superioridade tecnológica não é, portanto, nem necessário nem suficiente para explicar o advento e o êxito da fábrica.
Stephen Marglin. “Origens e funções do parcelamento das tarefas”. Revista de Administração de Empresas, v.18, nº4. Rio de Janeiro, 1978, p.14. Adaptado.
De acordo com o economista norte-americano, o triunfo da organização econômica fabril deve ser compreendido
HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções 1789-1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003, p. 58.
A descrição da organização do trabalho, citada no excerto acima, reflete
(Adam Smith. A riqueza das nações (1776). Apud: André Gorz. Crítica da divisão do trabalho, 1980. Adaptado.)
Considerando que uma libra equivale a aproximadamente 450 gramas, o texto indica que
Entende-se hoje que a civilização medieval, apesar de limitada segundo os padrões atuais, dava ao homem um sentido de vida. Ele se via desempenhando um papel, por menor que fosse, de alcance amplo, importante para o equilíbrio do Universo. Não sofria, portanto, com o sentimento de substituibilidade que atormenta o homem contemporâneo. O medievo se sentia impotente diante da natureza, mas convivia bem com ela. O ocidental de hoje se sente a ponto de dominar a natureza, por isso se exclui dela.
(Hilário Franco Júnior. A Idade Média: nascimento do Ocidente, 1988.)
Entre as principais características da Segunda Revolução Industrial estão:
( ) Os cercamentos das terras comunais, promovidos pelo governo desde o século XVI, e o êxodo rural contribuíram para o florescimento da revolução industrial na Inglaterra. ( ) A substituição do trabalho artesanal pela manufatura, forma de divisão do trabalho que considera o critério de faixa etária para realização de tarefas, caracterizou a primeira etapa da revolução industrial. ( ) O acesso a matérias-primas, como o ferro e o carvão, utilizados no sistema fabril, possibilitou a construção e o funcionamento do maquinário e a produção de energia. ( ) As fábricas, no século XIX, adotaram um modelo de produção toyotista, caracterizado pela produção de pequenos lotes que atendem a demanda individual do consumidor.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
TEXTO I
Voltaire, filósofo francês (1694-1778): "O trabalho espanta três males: o vício, a pobreza e o tédio".
TEXTO II
Máximo Gorki, escritor russo (1868-1936): "Quando o trabalho é prazer, a vida é uma grande alegria. Quando é dever, a vida é escravidão".
Superinteressante, n. 5, maio 1998.