Questões de Vestibular Sobre história
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A CLT estabeleceu
Durante a primeira década do século XX, O Exemplo denunciou abusos contra as mulheres negras nos transportes públicos, particularmente na Cia. Carris de Ferro Porto-Alegrense; a violência praticada pela polícia administrativa espancando negros arbitrariamente; o desrespeito público aos negros, que eram xingados quando andavam à noite pela rua; a invasão dos lares negros em festa, por falta de licença da polícia para dançarem; a recusa de matrícula de um menino no colégio Nossa Senhora do Rosário, por ser muito moreno; [...].
(Maria Angélica Zubaran. “Comemorações da liberdade: lugares de memórias negras diaspóricas”. Revista Anos 90, no 27, 2008.)
Com base no excerto e no período pós-abolição da escravidão no Brasil, o jornal O Exemplo
(Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991, 1995.)
A afirmação do historiador justifica-se, pois a entrada da Rússia na Primeira Guerra Mundial
(Nicolau Sevcenko. O Renascimento, 1988.)
As obras de arte citadas no excerto têm a seguinte característica em comum:
(José Rivair Macedo. História da África, 2015. Adaptado.)
O “poder sagrado” dos faraós no Egito Antigo constituiu um Estado de caráter
Analise a charge “O bolo precisa crescer para ser repartido”, de Marcella Araújo, cujo título remete a uma frase amplamente divulgada pelo regime militar no contexto do chamado “milagre econômico”.

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No contexto do regime militar, a charge
A Guerra Fria é um conflito que veio a reboque da Segunda Guerra Mundial, mas cujos protagonistas, os Estados Unidos e a União Soviética, souberam contornar, antes que se tornasse uma terceira guerra mundial [...].
(Marc Ferro. O século XX explicado aos meus filhos, 2008.)
No contexto histórico apresentado pelo excerto, os Estados Unidos e a União Soviética evitaram uma terceira guerra mundial por meio de uma combinação de
Foi, com efeito, em contato com os colonizadores que os povos da Ásia e da África se descobriram diferentes e tomaram consciência de tudo o que os diferenciava dos europeus: diferença nas condições materiais de vida, diferença de cultura, enfim, diferença nas experiências históricas. A descolonização não deixa, pois, de ser o choque de valores do Ocidente na Ásia e na África — valores que atribuíam preeminência à técnica e aos bens materiais — e a revolta da Ásia e da África contra o Ocidente que tentava arrancar-lhes o que o tempo e a História lhes tinham ajudado a produzir [...].
(Letícia Bicalho Canêdo. A descolonização da Ásia e da África, 1994.)
Segundo o excerto, os processos de descolonização expressaram a luta dos povos africanos e asiáticos para preservar
Novos estudos sobre os governos denominados populistas permitem afirmar que um traço comum os caracteriza: a introdução de uma nova cultura política baseada no papel interventor do Estado nas relações sociais. Esse papel representou, ao mesmo tempo, atendimento de reivindicações de natureza social (melhoria salarial, legislação trabalhista, reforma agrária, especificamente no caso mexicano) e política (uma cidadania baseada no reconhecimento do trabalhador como sujeito da história). [...] Por outro lado, apesar de se voltarem para os interesses das classes populares, não pode se perder de vista o caráter centralizador e controlador dessas políticas, que introduziram uma estrutura institucional de natureza autoritária, utilizada posteriormente como mecanismo de controle social e político.
De acordo com o excerto, o populismo
Examine a fotografia do Memorial Coluna Prestes, em Palmas (Tocantins), criado pelo arquiteto Oscar Niemeyer em homenagem ao movimento tenentista da década de 1920.

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O conjunto arquitetônico dialoga com os movimentos modernista e tenentista iniciados em 1922, que, no contexto da Primeira República,
Sucessor do Colonialismo dos reis, mercadores, traficantes de escravos, plantadores tropicais e mineradores, o Imperialismo do século XIX visou a atender interesses da burguesia industrial e financeira [...].
(Adhemar Martins Marques e Luiz Roberto Lopez. Imperialismo: a expansão do capitalismo, 2000.)
Os interesses econômicos da burguesia industrial e financeira estavam ligados
[...] as condições adequadas estavam visivelmente presentes na Grã-Bretanha, onde mais de um século se passara desde que o primeiro rei tinha sido formalmente julgado e executado pelo povo e desde que o lucro privado e o desenvolvimento econômico tinham sido aceitos como os supremos objetivos da política governamental. A solução britânica do problema agrário [...] já tinha sido encontrada na prática. Uma relativa quantidade de proprietários com espírito comercial já quase monopolizava a terra, que era cultivada por arrendatários empregando camponeses sem terra ou pequenos agricultores.
(Eric J. Hobsbawm. A era das revoluções: Europa 1789-1848, 1988.)
O excerto enfatiza as seguintes razões do pioneirismo britânico na Revolução Industrial:
Péricles afirmava que a pobreza não impedia um homem capaz de prestar serviço à cidade, de dedicar-se a ela, ainda que apenas participando das decisões tomadas em comum. E, por outro lado, visto que a lei era a mesma para todos, essa igualdade era real para tudo o que se referisse às desavenças particulares: diante dos juízes do tribunal popular, os ricos e os pobres gozavam dos mesmos direitos.
(Claude Mossé. Péricles: o inventor da democracia, 2008. Adaptado.)
Uma das características da democracia ateniense do século V a.C. destacada no excerto é a
A imagem revela
(Leila Maria Gonçalves Leite Hernandez. A África na sala de aula: visita à história contemporânea, 2005.)
Ao tratar das bases ideológicas presentes na colonização europeia da África no século XIX, o excerto
(Michel Péronnet. Revolução Francesa em 50 palavras-chaves, 1988.)
A proposta que levou à criação da guilhotina, durante a Revolução Francesa, corresponde
Em 1580, o Brasil, com uma população de cerca de 60 mil habitantes, dos quais 30 mil eram europeus, havia se transformado numa colônia de povoamento, embora de tipo peculiar: uma colônia de agricultura tropical capitalizada a partir da Europa, que supria uma demanda europeia de produtos tropicais [...].
(Stuart B. Schwartz. “O Brasil colonial, 1580-1750: as grandes lavouras e as periferias”. In: Leslie Bethell (org.). História da América Latina: a América Latina Colonial, 1999.)
A exploração de produtos tropicais em grande escala na colônia do Brasil, no século XVII, era ligada