Questões de Vestibular
Sobre mercantilismo e a economia de estados em história
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A preocupação em não deixar que gregos, romanos e outros povos atravessassem suas rotas comerciais tinha suas razões. Além do rico comércio do Mediterrâneo, estudos arqueológicos indicam que os cartagineses conseguiram estabelecer relações comerciais com povos do Sudão e passaram a negociar o ouro que vinha de lá. Alguns estudiosos acreditam que tropas cartaginesas mantiveram contato com grupos que viviam na África Subsaariana.
(Ynaê Lopes dos Santos. História da África e do Brasil afrodescendente, 2017.)
O excerto demonstra que a importância de Cartago nos séculos VI e V a.C. devia-se, principalmente, a
O desenvolvimento de instrumentos técnicos essenciais para a navegação marítima favoreceu o contato da Europa com outros continentes durante o período das Grandes Navegações, nos séculos XV e XVI.
Segundo o historiador da economia Pierre Dayon:
Adam Smith tomou aos fisiocratas a expressão ‘sistema mercantil’, deu-lhe toda a sua significação e converteu-a no símbolo de um sistema de pensamento e de administração, totalmente errôneo e odioso a seus olhos.
DAYON, Pierre. O mercantilismo. São Paulo: Perspectiva, 1973.
A respeito dos atuais conhecimentos sobre o Mercantilismo, assinale a alternativa correta.
(Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808), 2019.)
O “conjunto das relações” mencionado no excerto abrangia
( ) A formação das monarquias ibéricas está ligada ao processo de reconquista cristã.
( ) As monarquias nacionais ibéricas se formaram antes das monarquias francesa e inglesa.
( ) O reino de Castela foi o único domínio espanhol que não contou com minorias étnicas e religiosas.
( ) Defenderam tolerância e respeito, não obstante a maioria dos reinos cristãos.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Leia atentamente as afirmativas abaixo, relacionadas ao mercantilismo, e considere se são CORRETAS ou INCORRETAS.
( ) O mercantilismo pode ser entendido como um conjunto de teorias e práticas de intervenção econômica que vigorou nos Estados Nacionais da Europa Moderna, desde meados do século XV.
( ) O mercantilismo foi um modo de produção que sucedeu o Feudalismo na Europa e se caracterizou pela aplicação de uma política de livre concorrência entre as nações.
( ) Estímulo às exportações combinado com controle de importações e aplicação de uma política protecionista entre os Estados são características do mercantilismo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
(Philip Jenkins. Breve historia de Estados Unidos, 2017. Adaptado.)
O excerto descreve as relações comerciais no Império Britânico em meados do século XVIII, referindo-se
São consideradas razões principais do Tratado de Methuen:
Uma das áreas descobertas e o nome dessa política econômica são, respectivamente:
Disponível em: <http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/ a-america-latina-de-eduardo-galeano/>. Acesso em: 4 ago. 2018.
A política de exploração retratada por Galeano está relacionada ao contexto do
(Francisco Falcon. Mercantilismo e transição, 1986. Adaptado.)
Os dois fatores mencionados no texto expressam-se, respectivamente,
Leia o segmento abaixo, sobre a escravidão nas Américas.
A escravidão no Novo Mundo e os tipos de comércio a que deu origem surgiram como uma consequência e um componente da “primeira globalização”, fase da história humana inaugurada pelas explorações marítimas, comerciais e coloniais de Portugal e Espanha, no final do século XV e no início do século XVI.
BLACKBURN, R. Por que segunda escravidão? In: MARQUESE, R.; SALLES, R. (org). Escravidão e capitalismo histórico no século XIX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016. p. 32.
O segmento faz referência à institucionalização da escravidão no Novo Mundo, pensada a partir de determinados processos socioeconômicos globais que influenciaram definitivamente a sua conformação moderna.
Assinale a alternativa que indica esse
fenômeno.
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?
(BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137)