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Questões de Vestibular Sobre descolonização afro-asiática : novos estados, nova arena internacional em história

Foram encontradas 61 questões

Ano: 2026 Banca: Ibest Órgão: UNICEPLAC Prova: Ibest - 2026 - UNICEPLAC - Vestibular - Medicina |
Q4165489 História
Após as independências dos países africanos observamos em vários espaços a dificuldade de instauração do Estado de direito e de organização de políticas econômicas que reduzissem o impacto do colonialismo e integrassem suas populações na nova ordem nacional. Como disse Kwame Nkrumah, líder da independência de Gana: “Nos territórios neocolonialistas, uma vez que a antiga potência colonial teoricamente cedeu o controle político, se as condições sociais provocadas pelo neocolonialista causarem uma revolta, o governo local pode ser sacrificado e outro, igualmente subserviente, posto em seu lugar.” 

Publicado em Sankofa. Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana. Ano IV, Nº 8, Dezembro/2011. Ana Mônica Henriques Lopes, Professora Adjunta de História da África do Curso de História da Universidade Federal de Alagoas.


A respeito do processo de descolonização da África e da Ásia e temas correlatos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4144790 História

    Foi, com efeito, em contato com os colonizadores que os povos da Ásia e da África se descobriram diferentes e tomaram consciência de tudo o que os diferenciava dos europeus: diferença nas condições materiais de vida, diferença de cultura, enfim, diferença nas experiências históricas. A descolonização não deixa, pois, de ser o choque de valores do Ocidente na Ásia e na África — valores que atribuíam preeminência à técnica e aos bens materiais — e a revolta da Ásia e da África contra o Ocidente que tentava arrancar-lhes o que o tempo e a História lhes tinham ajudado a produzir [...].


(Letícia Bicalho Canêdo. A descolonização da Ásia e da África, 1994.)



Segundo o excerto, os processos de descolonização expressaram a luta dos povos africanos e asiáticos para preservar

Alternativas
Q3857497 História
Analise a capa do álbum Survival, da banda jamaicana Bob Marley & The Wailers, lançado em 1979.
Imagem associada para resolução da questão

A composição da capa
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664584 História
    Para compreender o processo de desagregação dos impérios coloniais africanos, que duraram até as décadas de 1960/70, bem como a própria rapidez com que o fenômeno se deu, é necessário considerar dois aspectos fundamentais: primeiramente, as transformações ocorridas nas metrópoles durante o século XX, e que, de certa forma, levaram a uma situação de impossibilidade de manter o colonialismo.(...) .

A descolonização da África. Por Marina Gusmão de Mendonça, publicado em Sankofa. Revista de História da África e de Estudos da Diáspora Africana. Ano XII, n.º XXII, maio/2019.

O outro aspecto fundamental a ser considerado como determinante para o processo mencionado é 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FUVEST Órgão: USP Prova: FUVEST - 2024 - USP - Vestibular - Conhecimentos Gerais V1 |
Q4211613 História
   “Madala pensou que devia dizer qualquer coisa ao Djimo, mas não se lembrou de repetir a pergunta para si mesmo e por isso não soube o que dizer.     O capataz fazia sinais à Maria, mas esta parecia não entender.     A planta que Madala segurava na mão oferecia ao seu esforço uma resistência exagerada. Por isso, o punho de Madala tremia.     (...)    O tom da voz de Djimo revelava certo nervosismo:     - Madala...     Mas o nervosismo desapareceu logo. Djimo deu uma ordem:     - Madala, não olhes para lá!     Dentro de Madala, qualquer coisa se crispou. Mas não eram os fios da sua doença.”

Luís Bernardo Honwana. “Dina”. In: Nós matamos o cão tinhoso!. 


Considerando o papel da antologia Nós matamos o cão tinhoso! na literatura moçambicana e como a sociedade de Moçambique dos anos 1950 e 1960 se configura literariamente no conto “Dina”, é correto afirmar: 
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2024 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4139995 História
O conflito Israel-Palestina tem raízes que remontam à ocupação britânica na região da Palestina, no início do século XX, e se desdobraram até o presente.
Sobre a Questão Palestina, assinale a opção que caracteriza corretamente uma de suas etapas históricas.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2024 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q3467541 História

Considere os textos abaixo.



A delegação olímpica da Argélia jogou rosas no rio Sena durante o desfile de inauguração dos Jogos de Paris, em memória das vítimas da repressão policial às manifestações independentistas de 17 de outubro de 1961, um gesto pouco habitual nesse tipo de evento. [...] Em 17 de outubro de 1961, dezenas de manifestantes pacíficos foram vítimas de uma repressão sangrenta realizada sob a autoridade do prefeito de polícia da época, Maurice Papon. Segundo historiadores, entre trinta e cerca de duzentos manifestantes foram assassinados e seus corpos jogados no Sena. 


AFP, Agência France Press. Paris 2024: Delegação da Argélia lança rosas no Sena em homenagem a vítimas de repressão de 1961. Carta Capital. Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/esporte/paris-2024-delegacao-da-argelia-lanca-rosasno-sena-em-homenagem-a-vitimas-de-repressao-de-1961/>. Acesso em: 15 ago. 2024.



Uma vez mais, o objectivo do colonizado que luta é provocar o fim da dominação. Mas igualmente deve velar pela liquidação de todas as mentiras introduzidas no seu corpo pela opressão. Num regime colonial, tal como existia na Argélia, as ideias professadas pelo colonialismo não influíam somente na minoria europeia, mas também no argelino. A libertação total é a que concerne a todos os sectores da personalidade. [...] Quando a nação se desamarra totalmente, o homem novo não é um produto a posteriori dessa nação, mas coexiste, desenvolve-se e triunfa com ela. [...] A independência não é uma palavra que deva exorcizar-se, mas uma condição indispensável para a existência de homens e mulheres realmente libertados, quer dizer, donos de todos os meios materiais que tornam possível a transformação radical da sociedade.


FANON, F. Os condenados da terra. [1ª ed. 1961].



Sobre a independência da Argélia e sobre os conhecimentos do processo de descolonização da África no século XX, é correto afirmar que

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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2024 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3352153 História
    À luz dos processos de independência do jugo colonial posteriores à Segunda Guerra Mundial, a maioria dos governos dos recém-nascidos Estados africanos incluiu em suas agendas a implementação da política de industrialização por substituição de importações.
(Kauê Lopes dos Santos. Africano: uma introdução ao continente, 2022. Adaptado.)

Pode-se entender a chamada política de substituição de importações como
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Ano: 2024 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR Prova: NC-UFPR - 2024 - UFPR - 1ª Fase - Prova de Conhecimentos Gerais |
Q3271505 História
Leia o excerto a seguir:

[...] ninguém coloniza inocentemente, ninguém coloniza impunemente; uma nação colonizadora, uma civilização que justifica a colonização – portanto a força – já é uma civilização doente, uma civilização moralmente atingida [...]. Colonização: uma cabeça de ponte, em uma civilização, da barbárie que, a qualquer momento, pode levar à pura e simples negação da civilização.

Césaire, A. Discurso sobre o Colonialismo. São Paulo: Veneta, 2020. p. 21. Adaptado.

Esse texto, publicado originalmente por Aimé Césaire em 1950, denuncia as violências do colonialismo europeu e seus efeitos morais tanto para o mundo colonizado quanto para a Europa. A respeito do colonialismo europeu na África e seu legado para o continente no século XX, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: UFGD Órgão: UFGD Prova: UFGD - 2024 - UFGD - Vestibular |
Q3249985 História

Para enganar o mundo, e fazer com que ele acredite que o homem branco na África do Sul está ajudando os africanos a trilharem a estrada da civilização, o homem branco se arrogou o título e o papel de tutor do povo africano.


MANDELA, Nelson, 1944. In: LOPES, Marta Maria. O Apartheid. São Paulo: Atual, 1990. p. 31



O trecho do discurso de Nelson Mandela, em meados do século XX, contrapõe a ideia da supremacia do “homem branco” em relação ao povo africano. Na África do Sul, ocorreu um violento regime de segregação racial denominado Apartheid. Sobre esse regime, é correto afirmar que

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Ano: 2023 Banca: UFRGS Órgão: UFRGS Prova: UFRGS - 2023 - UFRGS - Vestibular - 1º Dia |
Q4162816 História
Leia o segmento abaixo.

O imperialismo não acabou, não virou de repente ‘passado’ ao se iniciar, com a descolonização, a desmontagem dos impérios clássicos. Toda uma herança de vínculos ainda liga países como Argélia e Índia à França e Inglaterra, respectivamente. Um novo e imenso contingente de muçulmanos, africanos e centro-americanos dos antigos territórios coloniais agora reside na Europa metropolitana; mesmo Itália, Alemanha e Escandinávia têm, hoje, de enfrentar esses movimentos populacionais, que em larga medida resultam do imperialismo e da descolonização, bem como da expansão da população europeia. Ademais, o fim da Guerra Fria e da União Soviética alterou definitivamente o mapa mundial. O triunfo dos Estados Unidos como a última superpotência sugere que um novo arranjo de linhas de força irá estruturar o mundo, e elas já começavam a se evidenciar desde as décadas de 1960 e 1970.

Adaptado de: SAID, Edward W. Cultura e Imperialismo. Trad. Denise Bottman. São Paulo: Cia das Letras, 1999. p. 349.

A partir do segmento, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: FAMERP Prova: VUNESP - 2023 - FAMERP - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q4144326 História
Junto com os movimentos de libertação cresceu a ideia de uma unidade africana, só possível de ser criada a partir dos efeitos da colonização, e que foi batizada com o nome de “pan-africanismo”. Por trás dessa ideia havia um forte senti mento anticolonial, e de valorização do que foi chamado de “negritude”, ou seja, um conjunto de características culturais próprias das sociedades africanas e afro-americanas, forma das a partir da diáspora atlântica.
(Marina de Mello e Souza. África e Brasil africano, 2007.)
Ao analisar os processos de independência na África do século XX, o excerto
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2023 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q4141994 História
O colonizado está sempre alerta, decifrando dificilmente os múltiplos signos do mundo colonial; nunca sabe se passou ou não o limite. Diante do mundo determinado pelo colonialista, o colonizado presume-se sempre culpado. Mas, no mais fundo de si mesmo, o colonizado não reconhece nenhuma instância. Está dominado, mas não domesticado. Está inferiorizado, mas não convencido da sua inferioridade. Espera pacientemente que o colono descuide a sua vigilância para atacá-lo. Nos seus músculos, o colonizado está sempre em atitude de expectativa, está sempre pronto a abandonar o seu papel de presa e a assumir o de caçador. O colonizado é um perseguido que sonha permanentemente transformar-se em perseguidor.
FANON, Frantz. Os Condenados da Terra. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2005, p. 70.
Com base no texto, assinale a opção que indica corretamente o aspecto que marcou o processo de descolonização africano.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UEMA Órgão: UEMA Prova: UEMA - 2023 - UEMA - Vestibular |
Q3728693 História
Leia o texto sobre a participação feminina na luta de independência de Moçambique, ocorrida em 1975. Analise, também, a imagem da famosa guerrilheira Josina Machel.
23.png (250×365)
A combatente Maconde se identificou como moradora de Namaua, do distrito de Mueda em Cabo Delgado e pertencente a uma família de sete irmãos. Em seu depoimento fez a seguinte consideração: “Quando nós mulheres começamos a trabalhar, houve forte oposição à nossa participação porque isso era contrário à nossa tradição. Iniciamos então uma grande campanha, explicando por que razão nós também devíamos combater, [...] que nós mulheres éramos mesmo mais oprimidas que os homens, que tínhamos os mesmos direitos e a mesma determinação de combater. Insistimos para que nos fosse dado treino militar e armas (Voz da Revolução, mar. 1979, p. 28).
Josina Machel ocupou cargos importantes na FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique) e participou da luta armada. Acreditava que as mulheres deveriam lutar ao lado dos homens para a libertação de Moçambique da dominação colonial. Em 1968, estimulou a criação de centros de saúde para soldados feridos e traumatizados e de escolas e creches para as crianças e órfãos. Considerava a educação de meninos e de meninas importante para a construção da nação. [...]Em 1972, o dia de sua morte foi declarado como o Dia Nacional das Mulheres Moçambicanas. Ela até hoje é lembrada como heroína da Luta de Libertação Nacional, sendo homenageada em monumentos, logradouros e estabelecimentos públicos.
Para o presidente Samora Machel, a emancipação feminina não consistia em igualar homens e mulheres e criticava o feminismo, acusando de ser um grupo de mulheres liberais que confundiam os propósitos de libertação e apontava os riscos de uma emancipação espelhada nos países capitalistas [...].   https://www.mozambiquehistory.net/people/josina/images/josina_marching.jpg

As mulheres moçambicanas participaram ativamente da luta armada pela libertação de Moçambique, na África, contra a dominação colonial portuguesa. Sobre a situação das mulheres na sociedade moçambicana do pós- independência, é correto afirmar que
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Q2093121 História
(URCA/2022.2) A África é um continente com mais de 30 milhões de km², aproximadamente 3,5 vezes o território brasileiro atual. Abrange uma população superior a 1 bilhão de habitantes, distribuídos por 54 países até o ano de 2015. É o segundo continente mais populoso, superado apenas pela Ásia. No entanto, a produção de bens e serviços da África contemporânea corresponde a apenas 2,5% do PIB mundial. O continente africano nunca foi homogêneo. Ao contrário, sempre se caracterizou pela pluralidade de paisagens, povos, sociedades e culturas. Para conhecê-lo, estudiosos costumam adotar a seguinte divisão: África setentrional, corresponde a todo o norte do continente, região quase inteiramente dominada pelo deserto do Saara, cuja área, que abrange 9065000 km², é maior que a do Brasil. Ao longo da história, essa região foi ocupada por sociedades como a dos antigos egípcios, dos cartagineses e dos muçulmanos; África subsaariana, corresponde ao território africano situado ao sul do Saara. Nessa região estabeleceram-se reinos e impérios como os de Songai, Ifê, Benin, Kano, Zaria, Zimbábue, entre:
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Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: UNESP Prova: VUNESP - 2021 - UNESP - Vestibular - Cursos das Áreas de Biológicas |
Q4204452 História
Cadê Palestina no Google Maps?
Polêmica antiga ressurge nas redes sociais

   A reportagem acessou o Maps e verificou os nomes dos territórios da Cisjordânia e Gaza, ambos demarcados com uma linha tracejada, usada pela plataforma para indicar limites territoriais em disputa. Quando se trata de áreas não disputadas, a linha é cinza e sólida. Ao aproximar a imagem, aparece no contorno da linha a frase “1950 – linha do acordo de armistício”.

(www.uol.com.br, 16.07.2020.)

A representação espacial questionada no título da reportagem reflete
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Ano: 2021 Banca: UERJ Órgão: UERJ Prova: UERJ - 2021 - UERJ - Vestibular - Exame Único |
Q1770266 História

A África do Sul comemora, em 11 de fevereiro de 2020, o 30º aniversário da saída de Nelson Mandela da prisão. “O dia 11 de fevereiro de 1990 sempre será lembrado como um dos dias mais memoráveis da história do mundo, não apenas da história da África do Sul. O dia em que Madiba foi libertado foi o dia em que todos sabíamos que o apartheid estava morto”, disse o atual presidente Ramaphosa à multidão que se reuniu para ouvi-lo.
Adaptado de noticias.r7.com, 11/02/2020.

Perto de Joanesburgo, uma autoestrada separa duas comunidades contrastantes: o bairro burguês majoritariamente branco de Primrose e a povoação de Makause, onde os mineiros desempregados se apropriaram de terras na década de 1990. Quase todos os seus moradores são negros.

 Adaptado de nationalgeographic.sapo.pt.
Há 30 anos, a libertação de Nelson Mandela, na África do Sul, significou que o regime de apartheid “estava morto”, conforme a reportagem. Na atualidade, a fotografia aérea de logradouros da cidade de Joanesburgo representa a seguinte herança desse regime:
Alternativas
Q1676008 História
“Em termos econômicos, o apartheid era um gigantesco sistema de controle da mão-de-obra utilizada nas minas e indústrias sul-africanas, assim como nos serviços urbanos pouco especializados e mal- remunerados. Sua base operacional repousava na ideia de administração indireta, uma forma criada pelos britânicos de controlar as populações colonizadas através das próprias estruturas políticas pré-coloniais, que havia instituído uma separação na aplicação da lei: o “direito costumeiro” era aplicado aos africanos, enquanto os colonos usufruíam os tribunais europeus e os direitos de representação política disponíveis no âmbito da colônia”. (Figueiredo, Fábio Baqueiro. História da África /. – Brasília: Ministério da Educação. Secretária de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade; Salvador: Centro de Estudos Afro Orientais, 2011. Pag. 102).
No que diz respeito ao Apartheid quais eram as suas bases filosóficas?
Alternativas
Q1399579 História
Quando as colônias europeias da Costa do Ouro e do Sudão Francês, após as independências, escolheram os nomes de República de Gana e de República do Mali, respectivamente, procuravam
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FUNDATEC Órgão: SEBRAE - SP Prova: FUNDATEC - 2019 - SEBRAE - SP - Vestibular - Graduação em Administração |
Q1321834 História
O processo de descolonização da África e da Ásia ganhou grande impulso em qual dos contextos abaixo?
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: B
4: B
5: E
6: A
7: E
8: B
9: A
10: B
11: E
12: E
13: A
14: D
15: A
16: E
17: D
18: A
19: D
20: D