Questões de Vestibular
Comentadas sobre conhecimentos gerais sobre arte e cultura em conhecimentos gerais
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(Leonardo da Vinci: artista, cientista inventor, 2005.)
Comparando as obras analisadas, pode-se afirmar que Leonardo da Vinci, artista renascentista,
Atente para os excertos apresentados a seguir.
“(...) No Brasil atual, ainda se acredita que os amuletos estão associados a cultos afro-brasileiros, o que nem sempre é verdadeiro. Um caso clássico é o da figa. Vinculada a um passado escravista e, por isso, a uma origem africana, é um amuleto antiquíssimo, provavelmente da Europa mediterrânica, e que não teve só a função que hoje se conhece, de trazer sorte e proteger o usuário:(...) E mesmo vindo do Mediterrâneo, foi perfeitamente incorporado aos amuletos afro-brasileiros, evidenciando assim uma mistura de culturas”.
PAIVA, Eduardo França. Pequenos objetos, grandes
encantos. In: Revista Nossa História. Rio de Janeiro:
Biblioteca Nacional, ano 1, nº 10, agosto 2004. p.58-59
“(...) A abundância diversificada e o recrudescimento do devocionário privado no Brasil antigo explicam-se, antes de mais nada, pela multiplicidade dos estoques culturais presentes desde os primórdios da conquista e ocupação do novo mundo, onde centenas de etnias indígenas e africanas prestavam culto a panteões os mais diversos. Por se tratar de crenças e rituais condenados pelos donos do poder espiritual, tiveram de ocultar-se no recôndito das matas ou no secreto das casas”.
MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa: entre a capela e
o calundu. in: História da vida privada no Brasil: Cotidiano
e vida privada na América portuguesa. São Paulo:
Companhia das Letras,1997, p.220.
A partir dos excertos acima, é correto afirmar que
Pelas águas do rio Reno, em algo mais que imaginação, passando sob pontes construídas pelos romanos e restauradas por heróis posteriores, passando por cidades e castelos cujos nomes soavam-me aos ouvidos como música, e cada uma das quais era tema de uma lenda, deixei-me levar por um encantamento como se me transportasse para uma época heroica, respirando uma atmosfera de cavalaria medieval.
SCOTT, F. J. A arte de embelezar o jardim das casas suburbanas. In: SCHAMA, S. Paisagem e memória. São Paulo: Cia. das Letras, 1996 (adaptado).
Os elementos da paisagem que foram marcantes na descrição apresentada estão relacionados ao(à)
A Constituição Federal de 1988 estabeleceu que o patrimônio cultural brasileiro é composto também de bens de natureza imaterial, incluídos aí os modos de criar, fazer e viver dos grupos formadores da sociedade brasileira. Os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares, tais como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas.
IPHAN. O que é patrimônio imaterial? Disponível em: www.iphan.gov.br. Acesso em: 21 jul. 2014 (adaptado).
Qual dos bens apresentados representa o tipo de bem cultural citado no texto?
Em várias partes do Brasil, as danças folclóricas sobrevivem e são fundamentais sociologicamente. As danças folclóricas e regionais, que geralmente aconteciam nos fins de colheitas, são bons elementos para se ensinar os costumes, histórias orais e mesmo sobre épocas de plantio de algumas regiões.
GORZONI, P. Um povo que dança! Geografia, n. 33, out. 2010 (adaptado).
O folclore é a expressão da identidade de um povo, de uma região, de um país, na medida em que
Cada vez que uma guerra ou desastre natural ameaça o patrimônio histórico e artístico de um país, agentes do Escudo Azul, órgão internacional que tem o mesmo peso que a Cruz Vermelha nas Nações Unidas, entram em ação em missões de inspeção e resgate. Foi assim com a Primavera Árabe, o tsunami no Japão e o terremoto no Haiti.
Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 8 jul. 2015 (adaptado).
As ações citadas no texto objetivam
Construídas entre o fim do século XIX e início do século XX, as estações de trem perderam espaço ao longo do tempo. Com algumas exceções, as estações da Região Metropolitana de Campinas (RMC) ganharam novas utilidades, e a maioria foi transformada em espaços culturais.
BACCHETTI, B. Estações de trem viram espaços culturais na RMC. Correio Popular, 14 abr. 2014.
A proposta identificada no texto valoriza aspectos ligados ao conceito de paisagem cultural, pois constitui um instrumento de
Ouro Preto, na região central de Minas, comemorou em 5 de setembro de 2010, trinta anos como patrimônio cultural da humanidade. O título foi concedido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), na quarta sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, realizada em Paris, em 1980.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br. Acesso em: 9 ago. 2015 (adaptado).
Envelhecer é guardar tesouros culturais, testemunhos históricos, garantir patrimônios significativos da realidade de uma família, de um povo, de uma nação. São eles, os velhos, os anciãos, que carregam e transmitem a cultura às novas gerações, tornando o passado presente e, dessa forma, ajudam a assentar os tijolos da identidade cultural de um grupo social para a construção do futuro.
Disponível em: http://portal.mec.gov.br. Acesso em: 10 jul. 2015.
As denominações da brincadeira citada no texto expressam sua

Lasar Segall, Navio de Emigrantes, 1939‐41, óleo com areia sobre tela.
Esta imagem é a reprodução de

Os ideais de belezas contrastantes, nas figuras, expressam a
Faroeste Caboclo é o título original de uma canção gravada pela banda Legião Urbana em 1987. É uma história de amor, violência e morte no Brasil do século XX, que se utiliza do termo “faroeste” ou farWest, popular gênero literário na segunda metade do século XIX.
Essas histórias de faroeste representavam episódios bem específicos da história dos EUA, sobre os quais se fazem algumas afirmações.
I- Assim como na canção, as histórias de faroeste apresentavam violência e morte contra as populações indígenas locais que iam sendo dizimadas durante a conquista do oeste dos EUA.
II- A conquista do oeste também foi marcada pela “corrida do ouro”, que levou aos EUA milhões de migrantes de diferentes locais do mundo atrás da riqueza recém descoberta.
III- Novidades como as estradas de ferro e a urbanização espalhavam-se pela América nessa época, favorecendo a integração e a convivência pacífica dos povos, fossem de origem europeia, africana ou ameríndia.
Com base nas afirmações, assinale a alternativa correta
No início de setembro de 2018, os jornais do Brasil e do exterior divulgaram, com consternação, um incêndio de grandes proporções que destruiu parte significativa do Museu Nacional do Rio de Janeiro e de seu acervo. O local abrigava um acervo com milhões de itens, dentre os quais fósseis, múmias, registros linguísticos e livros raros, sendo, assim, uma perda irreparável para o patrimônio e memória nacionais.
A respeito da noção de patrimônio, assinale a alternativa correta.
Trecho da Constituição Brasileira de 1988:
“Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.
§ 3º A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura, de duração plurianual, visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder público que conduzem à:
I. defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005)”.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do
Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.
Trecho de artigo de blog:
“O crânio humano mais antigo das Américas, o maior meteorito já encontrados, no Brasil, a maior coleção latino-americana de múmias, relíquias de civilizações extintas do continente, fósseis de dinossauros, ao todo 20 milhões de itens nas áreas de paleontologia, etnologia, arqueologia, botânica, zoologia e demais ciências. Tudo reunido num palácio que abrigou momentos decisivos do Brasil imperial, num parque histórico, cartão-postal da mais bela cidade do país. Foi-se a ciência, foi-se a história, foi-se um pedaço de cada um de nós, consumidos pelas chamas que destruíram ontem o Museu Nacional no Rio, o mais antigo do país, com 200 anos feitos em junho. Nada do que foi perdido poderá ser substituído. Não há dinheiro capaz de repôr o prejuízo. Não se trata de perda meramente material, mas de conhecimento imaterial. O palácio repleto de tesouros consumido pelas chamas é um retrato simultâneo da nossa riqueza cultural e de nosso desprezo por ela, do desdém pelo que temos de melhor. Era um museu no sentido mais amplo da palavra. Não apenas um espaço de exposição. Não um polo de comunicação com recursos digitais para atrair turistas. Mais que instalações dedicadas à educação, era um repositório de coleções, um centro de pesquisas. Menos sexy, mas mais valioso. Um museu clássico, como os congêneres de história natural ou etnografia em Londres, Paris ou Nova York”.
GUROVITZ, Helio. A tragédia real do Museu Nacional. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/blog/heliogurovitz/post/2018/09/03/a-tragedia-real-do-museu-nacional.ghtml. Acessado em 03/09/2018.
O incêndio no Museu Nacional, em 02 de setembro de
2018, recolocou no cenário nacional debates sobre nossa
relação com os museus, com o patrimônio histórico,
cultural e natural e, de maneira ampla, com o nosso
passado. Baseando-se nos trechos acima, é possível
deduzir que:
A escultura possui influências do movimento artístico