Questões de Vestibular
Comentadas sobre questões sociais em atualidades
Foram encontradas 86 questões
Vagas em São Paulo são disputadas por carros, motos e bicicletas
Enquanto se discute a mobilidade urbana e a saturação do trânsito, os paulistanos disputam os espaços nas ruas da capital. Carros, táxis, bicicletas e motocicletas querem, cada um, garantir seu lugar nas vias e nas vagas de estacionamento. Em uma rua da Zona Sul, por exemplo, em menos de 50 metros, é possível encontrar ponto de táxi, vagas de idosos, espaço reservado para motocicletas e um bicicletário. Para um professor da Universidade São Paulo, é necessário encontrar a convivência entre todos os usuários, mas não se pode pressupor que o espaço da rua seja usado só como estacionamento. Outro professor acrescenta que, embora haja consenso em relação à necessidade de diminuir o número de carros nas vias, só o transporte de massa seria uma solução efetiva: "Não é um mar de bicicletas que vai resolver o problema da mobilidade. A única solução é o transporte coletivo".
(http://goo.gl/zazNo. Acesso: 03/10/2012. Adaptado.)
Os problemas de mobilidade urbana têm motivado o poder público a garantir usos múltiplos
nas vias, mas especialistas insistem no transporte de massa como solução para a questão.
Isso ocorre

Essa tabela traz dados sobre a pobreza no Brasil na última década. Nesse período, o
Ministério do Desenvolvimento Social realizou diversos projetos de inclusão e assistência,
tais como o Fome Zero e o Bolsa Família. Considerando-se os índices de pobreza
apresentados, pode-se afirmar que as políticas sociais desenvolvidos pelo governo
A diferença média de salário entre os brasileiros com graduação e os que não têm era de 219,4% em 2011, segundo dados divulgados pelo IBGE. Trabalhadores que concluíram a faculdade recebiam, aproximadamente, R$ 4 135,00 por mês, ao passo que os demais tinham um salário de R$ 1 295,00.
Disponível em: www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 17 ago. 2014 (adaptado).
Um fator que explica essa diferença salarial apresentada é a
[No dia 31 de janeiro de 2018] encerrando as atividades do #JaneiroVermelho – Sangue Indígena, Nenhuma Gota a Mais, os povos indígenas realizam uma série de ações em todo país com o objetivo de denunciar a crescente ameaça que os povos originários e seus territórios têm sofrido, bem como os retrocessos impostos pelo Estado brasileiro. Estão previstas ações em pelo menos 22 estados e no Distrito Federal, onde também será realizado a coletiva de imprensa, às 15h em frente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). No exterior, também estão sendo organizados atos em pelo menos seis países, entre eles a Suíça, Inglaterra, Estados Unidos, Canadá, Portugal e Irlanda.
(Indígenas realizam mobilização nacional nesta quinta-feira, 31. Disponível em: https://mobilizacaonacionalindigena.wordpress.com/2019/01/30/ indigenas-realizam-mobilizacao-nacional-nesta-quinta-feira-31/ acesso em 13 mar. 2019, às 17h11min.)
Com base no trecho da notícia reproduzida acima, bem como em seus conhecimentos sobre a questão indígena brasileira, leia as afirmativas a seguir: I. Um retrocesso é a transferência para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) das atribuições de identificar, demarcar e registrar terras indígenas (TIs), medida que esvazia a Fundação Nacional do Índio (Funai). II. Várias comunidades têm sido invadidas e atacadas por agentes ligados aos interesses dos ruralistas, garimpeiros e madeireiros, em flagrante violação aos direitos de posse e usufruto exclusivo dos povos indígenas. III. A demarcação de Terras Indígenas é uma garantia de proteção à bio- diversidade e à reprodução física e cultural dos povos indígenas, conforme assegura o texto constitucional. Está (ão) correta (s):
(Duas semanas da morte de Marielle e o que temos até agora é o mesmo de quando um negro é morto na favela.Disponível em: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/ duas-semanas-da-morte-de-marielle-e-o-que-temos-ate-agora-e-o-mesmo-dequando-um-negro-e-morto-na-favela/. Acesso em: 07 mar. de 2019, às 20h53min.)
Assinale a alternativa cujo trecho musical mais bem se relaciona com o contexto brasileiro apresentado pelo excerto acima:
A forma de violação conhecida por xenofobia consiste na
BUTLER, Judit. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. Disponível em: https://cadernoselivros.files.wordpress.com/2017/04/butler-problemasdegenero-ocr.pdf. Acesso em: 23 abr. 2019.
Sobre o trecho acima e os movimentos de gênero na atualidade, identifica-se

A hinterlândia destacada no mapa corresponde
PUREZA: UMA MULHER CONTRA O TRABALHO ESCRAVO

A maranhense Pureza Lopes Loiola é uma importante protagonista do combate ao trabalho escravo no Brasil. Em 1993, ela saiu de Bacabal (MA), onde morava, em busca de seu filho Abel, que fora aliciado para trabalhar em uma fazenda na região. Percorreu diversos municípios do Maranhão e do Pará, buscando o paradeiro do filho. Durante a procura, que durou até 1996, quando Abel retornou ao lar, ela deparou com graves situações de exploração de trabalhadores em garimpos, carvoarias e fazendas. Pureza registrou e denunciou essas violações às autoridades do poder público. As suas andanças e denúncias precederam à ação do Estado brasileiro, que reconheceu a existência do trabalho escravo no país somente em 1995.
Adaptado de escravonempensar.org.br.
A história de Pureza Lopes Loiola alerta sobre a permanência do trabalho análogo ao escravo na sociedade brasileira na atualidade.
Um dos principais fatores que possibilitam essa permanência é a:
https://nacoesunidas.org/fao‐30‐de‐toda‐a‐comida‐produzida‐no‐mundo‐vai‐parar‐no-lixo. Adaptado.
Percentual de pessoas em estado de insegurança alimentar grave* Local 2017 África 29,8% América Latina 9,8% Ásia 6,9% América Setentrional e Europa 1,4% Mundo 10,2%
FAO. El estado de la seguridad alimentaria y la nutrición en el mundo. 2018. Adaptado.
*pessoa que está sem alimento e/ou que ficou um dia todo sem comer várias vezes ao ano.
Com base nas informações da FAO e em seus conhecimentos, indique a afirmação correta.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) [iniciou] audiências públicas para debater se o aborto deve deixar de ser crime. [...] ministros já se manifestaram [...] a favor da descriminalização, inclusive a relatora do caso, ministra Rosa Weber. Enquanto isso, avançam no Congresso Nacional projetos que podem tornar as leis sobre interrupção da gravidez mais rígidas [...], juntamente com o crescimento da Bancada Evangélica, que atualmente tem cerca de 90 deputados. [...] quando se fala em minoria, a classificação não é numérica. Tem a ver com representatividade política. No caso das mulheres, [embora representem atualmente 52% dos eleitores brasileiros] elas são menos de 10% da Câmara dos Deputados. No Supremo, há duas mulheres entre os 11 ministros.
(Por que Congresso e STF caminham para lados opostos na discussão sobre aborto.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/por-que-congresso-e-stfcaminham-para-lados-opostos-na-discussao-sobre-aborto.ghtml
Acesso em: 19 de ago. 2018, às 18h47min.)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Em agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) [iniciou] audiências públicas para debater se o aborto deve deixar de ser crime. [...] ministros já se manifestaram [...] a favor da descriminalização, inclusive a relatora do caso, ministra Rosa Weber. Enquanto isso, avançam no Congresso Nacional projetos que podem tornar as leis sobre interrupção da gravidez mais rígidas [...], juntamente com o crescimento da Bancada Evangélica, que atualmente tem cerca de 90 deputados. [...] quando se fala em minoria, a classificação não é numérica. Tem a ver com representatividade política. No caso das mulheres, [embora representem atualmente 52% dos eleitores brasileiros] elas são menos de 10% da Câmara dos Deputados. No Supremo, há duas mulheres entre os 11 ministros.
(Por que Congresso e STF caminham para lados opostos na discussão sobre aborto.
Disponível em: https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/por-que-congresso-e-stfcaminham-para-lados-opostos-na-discussao-sobre-aborto.ghtml
Acesso em: 19 de ago. 2018, às 18h47min.)
A partir das informações acima expostas, assinale a(s) afirmativa(s) convergentes com o entendimento do Judiciário sobre o tema. I. [...] [Para alguns,] o que faz da mulher um ser “feminino” é a maternidade e encaram a sexualidade através da procriação (mulher = mãe). II. [...] a mulher é encarada como uma pessoa que pensa, que ama, que tem consciência, que é capaz de se comunicar e se relacionar com os outros, que é livre e dotada de direitos e, portanto, pode escolher ou não a maternidade (mulher = pessoa). III.[O aborto] é imposição porque há punições e sanções variadas para as mulheres, [...]. É violência física não só por causa das péssimas condições em que é realizado pela maioria das mulheres, mas também porque nele algo é extirpado de nosso corpo, ainda que sem dor. [...] É violência psíquica porque numa cultura cristianizada, [...] o aborto surge como se fosse culpa ou falha.
(As afirmações acima foram retiradas do livro Mãe, Mulher ou Pessoa, de Marilena Chauí)
Entre as escolas de samba do carnaval carioca de 2018, as campeãs se destacaram, também, por apresentar conteúdos de crítica social O samba-enredo Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?, da vice-campeã, Paraíso do Tuiuti, fazia referência ao fato de o Brasil ter sido o último país das Américas a abolir a escravidão e, 130 anos depois, o País estava na iminência de aprovar uma legislação que reduz benefícios e facilita a contratação de empregados terceirizados e temporários. Ao relacionar o lento processo de abolição da escravatura com a reforma da lei trabalhista, é correto afirmar que a Escola criticou a maneira como o País, historicamente, lida com:


A charge da cartunista Laerte remete à nova situação das relações trabalhistas criada
recentemente no Brasil, e alude:
Assinale a alternativa que mostra o ano em que foram proporcionadas aos surdos provas do ENEM traduzidas em Libras.
Desde 2013, a cobertura de vacinação para doenças como caxumba, sarampo e rubéola vem caindo ano a ano em todo o país e ameaça criar bolsões de pessoas suscetíveis a doenças antigas, mas fatais. O desabastecimento de vacinas essenciais, municípios com menos recursos para gerir programas de imunização e pais que se recusam a vacinar seus filhos são alguns dos fatores que podem estar por trás da drástica queda nas taxas de vacinação do país. O que o governo mais teme é que a redução de pessoas vacinadas crie bolsões de indivíduos suscetíveis a doenças antigas e controladas no país. Em um grupo como esse, a presença de apenas uma pessoa infectada poderia causar um surto de grandes proporções. Foi o que houve nos Estados do Ceará e Pernambuco entre 2013 e 2015. Após quase dez anos com cobertura de vacinação acima de 95% contra sarampo, caxumba e rubéola, em 2013 houve forte queda na cobertura de pessoas vacinadas nos dois Estados, seguida por um surto de sarampo que teve início no Pernambuco e se alastrou para 38 municípios do Ceará. (Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil41045273. Acesso em: 24 set. 2018.) De acordo com o trecho da reportagem, assinale a alternativa correta.
De acordo com o trecho da reportagem, assinale a alternativa correta.
Analise o gráfico.

(Pedro Rossi e Guilherme Mello. Le monde diplomatique Brasil, junho de 2018.)
A partir da análise do gráfico, pode-se afirmar que, no cenário
brasileiro,

Com base nos conhecimentos sobre a Geografia da Saúde no espaço mundial, é correto afirmar: