Questões de Vestibular
Sobre economia internacional na atualidade em atualidades
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Depois de cinco anos de negociações, os Estados Unidos e o Japão selaram no dia 05 de outubro de 2015 o Acordo de Associação Transpacífico (TPP, em sua sigla em inglês) com outros países. O pacto de livre comércio pode se transformar no maior acordo regional da história. O TPP, defendido pelo presidente Barack Obama como “o marco comercial do século XXI”, teve de superar questões de última hora entre os EUA e a Austrália em função das novas regulações da indústria farmacêutica. Seu objetivo consiste na redução de tarifas comerciais e no estabelecimento de novas normas comuns, lideradas por EUA e Japão. O embaixador norte-americano para a Organização Mundial do Comércio (OMC), Michael Froman, defendeu nesta segunda-feira em Atlanta que a TPP eleva os padrões comerciais para a região e responde aos desafios do século XXI. “O pacto promoverá o crescimento, protegerá postos de trabalho, reforçará a inovação, reduzirá a pobreza e promoverá a transparência”, disse Froman. Adaptado de http://brasil.elpais.com/ e http//cnn.com
A respeito do assunto assinale a alternativa correta
Leia o trecho abaixo:
A reaproximação entre EUA e Cuba após 53 anos de ruptura deve ser comemorada pelas formidáveis implicações históricas, mas com cautela. Se mais um capítulo da guerra fria enfim se encerra, não se pode dizer com certeza se Cuba está no caminho de uma autêntica mudança que, enfim, represente a tão sonhada liberdade a seus sofridos habitantes.
Para que o desfecho desse evento histórico seja de fato motivo de festa, será preciso que a ditadura cubana mostre real disposição de aceitar que seu tempo já acabou. Por ora, somente os Estados Unidos fizeram gestos significativos para provar sua vontade de quebrar o cinquentenário impasse nas relações, na mais importante mudança de sua política externa na história recente.
http://brasil.elpais.com/brasil/2015/01/29/internacional/1422564609_8 95088.html. 20/12/2014. Acesso em 10 de mai 2015.
Qual ação sustentava o rompimento das relações diplomáticas entre EUA e Cuba?
As restrições aplicam-se aos titulares de cartões bancários UnionPay emitidos na China continental. Para o restante de 2015, os levantamentos serão limitados a 50.000 yuans (U$ 7,868). A partir de 2016, o limite anual de 100.000 yuan (U$ 15,737) será aplicada. As novas regras serão aplicadas para a grande maioria dos cidadãos chineses, porque a UnionPay tem quase o monopólio em cartões, e pagamentos com cartão, na China. Já a China limita a quantidade de dinheiro que um indivíduo pode sair do país para U$ 50.000 por ano. Mesmo com estas restrições, as saídas de capital totalizaram U$ 219.000.000.000 no primeiro semestre de 2015. O dinheiro está indo para fora, apesar dos esforços do governo para tranquilizar os investidores que estão preocupados com desaceleração econômica do país, fortes oscilações no mercado de ações e uma súbita desvalorização do yuan em agosto. Reservas cambiais da China despencou no mês passado, segundo o Banco Central do país, deixando-a com uma caixa de US$ 3,6 trilhões. CNNMoney (Hong Kong) September 30, 2015: 8:43 AM ET
Assinale a alternativa correta em relação a economia chinesa.
Leia as informações:

(Struggle for Control (Luta pelo Controle). Legenda no aparelho de TV: “O Mundo”. Charge de Popa Matumula. Disponível em: http://www.cartoonmovement.com/collection/74. Acesso em: 29 ago. 2015, às 10h00.)
Modificar de repente a política econômica de um país como o Brasil é como mudar o rumo de um elefante no meio de uma feira lotada. Seria um milagre não ferir ninguém nem causar prejuízos, mesmo para um cornaca experiente. Para guardar as proporções ao fazer a mesma metáfora para a China, uma economia várias vezes maior e mais dinâmica, seria o caso de imaginar uma tentativa de fazer Godzilla dar uma guinada em meio a uma carreira disparada. Foi exatamente a isso que se propôs o governo chinês em 2008, ante a crise que pôs fim ao sistema “Chimérica”, no qual cabia aos chineses produzir, exportar, poupar e financiar e aos estadunidenses consumir, importar, gastar e tomar emprestado. Depois de impulsionar por muitos anos o crescimento do comércio internacional e das exportações chinesas, o déficit de conta corrente e o endividamento crescente dos EUA haviam chegado ao limi- te. O novo caminho era trocar o modelo de desenvolvimento baseado nas exportações, vigente desde o fim do maoísmo, por outro alicerçado no consumo e no mercado interno.
(COSTA, Antonio Luiz M. C. O tropeço de Godzilla. In____Revista Carta Capital, ano 21, nº 864, 26 de agosto de 2015, p. 40.)
De acordo com as informações, e analisando o atual quadro de disputas pelo controle econômico mundial:
Leia as informações:

Legenda: “Não é Ebola, são os arquivos sobre o embargo a Cuba...”
(Charge de Ramses Morales Isquierdo. Disponível em: http://www.cartoonmovement.com/cartoon/17790. Acesso em: 06 abr. 2015, às 17h00.)
Representantes dos Estados Unidos (EUA) e de Cuba retomam sexta-feira [27 de fevereiro de 2015] as negociações para o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países, anunciado em dezembro do ano passado. Depois do primeiro encontro em Havana, em 21 e 22 de janeiro, a segunda rodada de negociações está agendada para a sede do Departamento de Estado, em Washington. [...] No Congresso norte-americano, que já realizou várias audiências sobre o assunto, foram apresentados dois projetos de lei para regular o clima de abertura entre os dois países: um dos textos aborda a autorização de viagem de cidadãos norte-americanos para Cuba, enquanto o outro é mais abrangente e visa ao fim do embargo comercial, imposto há mais de meio século. Nenhum dos textos foi ainda submetido à discussão dos legisladores do Congresso.
(Estados Unidos e Cuba voltam a negociar reaproximação diplomática. Matéria publicada em 24 de fevereiro de 2015. Disponível em: http://www.oestadoonline.com.br/2015/02/estados-unidos-e-cuba-voltamnegociar-reaproximacao-diplomatica/. Acesso em: 06 abr. 2015, às 17h30.)
Tomando por base as informações e o contexto por elas expresso, julgue as afirmativas:
I. O sucesso da empreitada esbarra na questão do embargo econômico à Ilha, decretado em 1962, e tratado com grande cautela pelos estadunidenses.
II. Um dos motivos para a resistência estadunidense em reatar relações com Cuba é o medo de doenças tropicais, como o Ebola, presentes na Ilha, atingirem seu território.
III. Após mais de meio século de embargo econômico contra Cuba, o fato do governo dos Estados Unidos aceitar iniciar negociações para a reaproximação com a Ilha, demonstra um avanço na política externa do país, preocupado em limpar sua imagem abalada por intervenções desastrosas durante o século XXI.
Está (ão) correta (s):
(Folha de S.Paulo, 08.08.2015.)
A partir da notícia, é correto concluir que
Em julho de 2015, foi fechado um acordo nuclear entre o Irã e o grupo chamado "P5+1": Estados Unidos, China, França, Reino Unido, Rússia e Alemanha. Entre os pontos do acordo, constam a limitação, em 98%, dos estoques de urânio enriquecido iraniano e o livre acesso de inspetores internacionais ao programa nuclear de Teerã, em troca do alívio das sanções internacionais impostas àquele país do Oriente Médio. Esse acordo não deixou a comunidade internacional indiferente, pois interfere nos equilíbrios regionais de poder ilustrados no mapa a seguir.

A respeito dos conflitos geopolíticos no Oriente Médio, assinale V para a afirmação verdadeira e F para a falsa.
( ) A Arábia Saudita considera que a suspensão das sanções econômicas pode ocasionar o fortalecimento do Irã, o que iria desafiar a hegemonia regional saudita e estimular seus inimigos xiitas no Iraque e no Iêmen.
( ) O primeiro-ministro de Israel avalia esse acordo como um "erro histórico", pois não acredita ele que irá resultar na redução do poderio nuclear iraniano, o que constituiria uma ameaça direta à sobrevivência do Estado judaico.
( ) Lideranças religiosas iranianas interpretam a suspensão dos embargos econômicos como insuficiente, uma vez que estimularia a OPEP a manter a proibição de comercialização do petróleo iraniano no mercado internacional.
As afirmações são, respectivamente,
O comércio internacional tem sido marcado por uma proliferação sem precedentes de acordos preferenciais de comércio regionais, sub-regionais, inter-regionais e, em especial, bilaterais (denominados Acordos Preferenciais de Comércio – APC). Atualmente, são poucos os países que ainda não fazem parte desses acordos. Com o impasse nas negociações da Rodada Doha da OMC, a alternativa das principais economias do mundo, como Estados Unidos, União Europeia e China, foi buscar a celebração de APC como forma de consolidar e ter acesso a novos mercados. O receio de boa parte dos países desenvolvidos, de economias em transição e em desenvolvimento de perderem espaço em suas exportações levou-os a aderir maciçamente aos APC.
(Umberto Celli Junior e Belisa E. Eleoterio. “O Brasil, o Mercosul e os acordos preferenciais de comércio”. In: Enrique Iglesias et al. (orgs.). Os desafios da América Latina no século XXI, 2015.)
O comércio internacional tem sido marcado por uma proliferação sem precedentes de acordos preferenciais de comércio regionais, sub-regionais, inter-regionais e, em especial, bilaterais (denominados Acordos Preferenciais de Comércio – APC). Atualmente, são poucos os países que ainda não fazem parte desses acordos. Com o impasse nas negociações da Rodada Doha da OMC, a alternativa das principais economias do mundo, como Estados Unidos, União Europeia e China, foi buscar a celebração de APC como forma de consolidar e ter acesso a novos mercados. O receio de boa parte dos países desenvolvidos, de economias em transição e em desenvolvimento de perderem espaço em suas exportações levou-os a aderir maciçamente aos APC.
(Umberto Celli Junior e Belisa E. Eleoterio. “O Brasil, o Mercosul e os acordos preferenciais de comércio”. In: Enrique Iglesias et al. (orgs.). Os desafios da América Latina no século XXI, 2015.)
(Philippe Hugon. Geopolítica da África, 2009.)
A inexpressividade do comércio intrarregional africano deve-se, em parte,
(Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista. Disponível em: Banco dos Brics muda equilíbrio mundial, diz economista http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/08/1501027-banco-dos-brics-mudaequilibrio-mundial-diz-economista-leia-integra.shtml. Acesso em: 15 ago. 2014, às 9h20.)
Em julho de 2014, aconteceu em Fortaleza, no Ceará, mais uma das chamadas reuniões da Cúpula de Líderes dos BRICS, que discutiu a criação de um banco entre os países pertencentes ao grupo.
Assinale a alternativa que contenha uma possível intenção para a criação de tal banco.
Sobre o assunto, analise os itens a seguir:
I. O Mercosul, fundado por Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina teve como novo membro oficial a Venezuela, que entrou em 2012 para o bloco. II. Bolívia, Chile, Peru e México são países associados, ou seja, estão em processo de entrada para o bloco. III.A instabilidade política que atingiu o Mercosul nos últimos anos foi motivada pela suspensão do Uruguai por um ano do bloco.
Está (ão) correta (s):
A zona do euro dá sinais de desalento. O pacote de austeridade implementado após a crise não funcionou, o desemprego segue em níveis recorde, dois de seus principais países, França e Itália, estão em recessão, o fantasma da deflação avança e o conflito na Ucrânia parece não ter fim.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/09/140905_analise_crise_zona_euro_lgb.shtml
Sobre a crise na zona do euro, é correto afirmar:

As taxas de desemprego são um dos indicadores das condições do crescimento socioeconômico de países e de regiões, em especial quando afetam contingentes populacionais mais jovens. De acordo com o mapa, a região que apresenta o maior potencial para crescimento da força de trabalho é:
Observe o infográfico a seguir.

Fonte: Folhapress, 2013.
Dos 27 países da União Europeia, 17 integram a chamada Zona Euro, por adotarem o Euro como moeda comum. Nesses países, habitam cerca de 350 milhões de pessoas que, no momento, estão sob forte crise financeira que poderá levar anos para ser superada. O desemprego é uma das consequências mais evidentes da crise.
Sobre a crise na Zona Euro, é correto afirmar que

Há trinta anos, a República Popular da China iniciou uma política de reformas da economia planificada implantada por Mao Tsé Tung.
A partir da análise dos dados das tabelas, duas transformações socioeconômicas resultantes dessa política reformista são:
