Questões de Vestibular
Comentadas sobre população em geografia
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I. O nordeste brasileiro apresenta regiões tradicionalmente castigadas por grandes estiagens e, durante todo o século XX até 2010, liderou o número de migrações internas no país, quando então foi superado pela Região Norte. II. A população brasileira apresenta baixos níveis de escolaridade, o que está relacionado com o poder aquisitivo das famílias e essa é uma característica comumente observada no capitalismo em países periféricos. III. A taxa de crescimento natural ou vegetativo, que corresponde à diferença entre nascimentos e óbitos verificados numa população, vem decrescendo nos últimos anos. IV. A maior parte da população economicamente ativa do país exerce atividades no setor secundário da economia, sendo esta a razão do subdesenvolvimento no Brasil.
Estão corretas apenas as afirmativas

Com base na tabela acima, a respeito da população brasileira, assinale a
alternativa correta.

A proporção de homens e mulheres nesta pirâmide etária é explicada pelo comportamento do indicador demográfico denominado:
As três músicas têm como tema central a reflexão sobre a migração. Cada uma enfoca um tipo específico de fenômeno migratório. Analise a alternativa que apresenta o tipo de migração representado por cada uma das músicas, respectivamente.
Tomando como base o que foi dito no texto acima, marque a alternativa correta.

(Hervé Théry e Nely Aparecida Mello. www.cartographie.science-po.fr. Adaptado.)
A partir da análise do gráfico e de seus conhecimentos sobre as características da população brasileira, é possível concluir que
Analise as pirâmides etárias.

(www.revistaescola.abril.com.br. Adaptado.)
Assinale a alternativa correta.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Maior expectativa de vida significa aumento da população idosa no país. Esse aumento, por sua vez, exige políticas públicas e privadas para atender às necessidades diversificadas dessa parcela da população brasileira.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
A redução da mortalidade infantil tem relação direta com a participação crescente da mulher nos diferentes setores da economia.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Os resultados apresentados pelo IBGE permitem inferir que a redução na taxa de mortalidade infantil ocorreu de forma sempre constante e linear nas diferentes Unidades da Federação.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
O aumento da expectativa de vida, assim como a redução da mortalidade infantil refletem avanços na melhoria da qualidade de vida do país na última década.
Em 2010, a esperança de vida ao nascer, no Brasil, era de 73,48 anos (73 anos, 5 meses e 24 dias), um incremento de 0,31 anos (3 meses e 22 dias) em relação a 2009, e de 3,03 anos (3 anos e 10 dias) sobre o indicador de 2000. A esperança de vida ao nascer, para os homens, era de 69,73 anos e, para as mulheres, de 77,32 anos, uma diferença de 7,59 anos (7 anos, 7 meses e 2 dias). A taxa de mortalidade infantil para o Brasil, em 2010, foi estimada em 21,64 por mil nascidos vivos, indicando redução de 28,03% ao longo da década.
Existem explicações variadas para a maior expectativa de vida das mulheres em relação à dos homens, mas, de uma forma geral, essa situação é comum em quase todos os países do globo.
Mortalidade infantil no Brasil, 1960-2010

A partir da análise dos gráficos e de conhecimentos geográficos, é correto afirmar que

A partir da análise da tabela e de conhecimentos sobre a dinâmica imigratória, pode-se afirmar que o aumento da entrada de imigrantes no período de 1890 a 1899 no Brasil deveu-se
Observe as pirâmides abaixo.

Levando em conta as informações das pirâmides e as perspectivas de melhoria da qualidade de vida da população brasileira, as políticas governamentais atuais devem considerar
Um fator agravante para esse fato é/são

A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre a realidade brasileira permitem afirmar que as colunas 1 e 2 representam, respectivamente, as regiões